Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

11 de agosto de 2011

Tomar (desilusão)...Entroncamento (satisfação plena)!

Continuando sem a situação profissional definida (para mal dos meus pecados, se é que os tenho) e enquanto me forem permitindo o engenho e arte, vou dando azo a uma das minhas paixões: fotografia ferroviária. Não sendo egoísta (mas aqui espero que terceiros se manifestem) aviso todos os camaradas destas lutas, momeadamente os ilustres João Ribeiro da Silva, o Luís Miguel Meireles e o António Bento Feijó. Claro que todos têm a sua vida privada (e como amigos não empatam amigos), quando eles não podem, meto sapatilhas ao caminho e lá vou à procura de comboios, onde - à partida - penso que os encontro. * Foi precisamente isso que aconteceu ontem, quinta-feira, dia 20, com a amável companhia do comandante (o João), que cedendo às minhas pretensões, foi até ao Ramal de Tomar, que (a nível ferroviário) foi uma desilusão tamanha, que regressamos na primeira composição regional, resolvendo aproveitar toda a tarde (depois do respetivo almoço) na Estação Ferroviária do Encontramento, onde há comboios e composições para todos os gostos e em todas as situações. Como não conhecia, pela minha parte - e sabendo que o mesmo irá fechar na segunda-feira próxima - fiz uma "Visita ao Museu Ferroviário" que me encheu a alma e o coração que vinham desvastados da Estação Ferroviária de Tomar, que se situa bem no centro da cidade, paredes meias com a "central rodoviária de camionagem", mas cujo estado começa a denotar alguma incúria e desleixo, nomeadamente nas plataformas de embarque (estou de perfeita consciência que não se pode criticar nem a CP nem a Refer, mas isto não são críticas, apenas constatações). Há faltas de verbas? O país está em crise? Ambas as afirmações sao verdadeiras, mas deixar o património histórico ao abandono não dignifica nem uma nem outra entidade. * Posto isto, apanhou-se a composição 620, correspondente ao "intercidades" que partiu do Porto/Campanhã às 08h52, tendo-se regressado na composição 621, também intercidades, com partida da Estação do Entroncamento às 18h31. * As ligações entre o Entrocamento e Tomar foram efetuadas a bordo das "UTE" (unidades triplas elétricas) da série 2250, a que apelidam de "Lili Caneças" (sem ofensa para a senhora). ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO ENTRONCAMENTO * A "Estação Ferroviária do Entroncamento", simplesmente conhecida por "Estação do Entroncamento", é uma interface ferroviária das Linhas do Norte e da Beira Baixa que se situa na Praça da República, daquele concelho, distrito de Santarem. * Convém lembrar que foi nesta estação que foram apresentadas oficialmente ao público, no ano de 1993, as locomotivas elétricas da série 5600. * A sua inauguração data já do longíquo ano de 1864, fazendo atualmente serviços diversos de mercadorias e de passageiros composições "Alfa Pendular", "Intercidades", "Regionais", "Interregionais" e "Internacionais". * Em Janeiro do ano corrente apresentava sete vias de circulação (fora as de reserva e de topo), com comprimentos entre os 320 (trezentos e vinte) e 600 (seiscentos) metros; sendo que todas as plataformas possuem 300 (trezentos) metros de extensão e altura de 40 (quarenta) centímtros, com exceção da quinta que só tem 30 (trinta) centímetros. RAMAL DE TOMAR * O "Ramal de Tomar", que na sua origem foi conhecido como "Caminho-de-Ferro de Lamarosa a Tomar", é uma ligação ferroviária de bitola ibérica, com aproximadamente 14,800 quilómetros e que une as Estações Ferroviárias da Lamarosa, na Linha do Norte e a cidade de Tomar; tendo sido inaugurado em 24 de Setembro de 1928. * No mês de Janeiro do ano em curso apenas fazia serviços "regional" e era constituido por via única eletrificada, em bitola ibérica, possuindo ao longo do seu percurso as seguintes estações ou apeadeiros e pela ordem indicada: Soudos-Vila Nova, Carrascal-Delongo, Curvaceiras, Santa Cita e Carvalhos de Figueiredo. * No mês de Dezembro de 1992, realizou-se uma viagem especial até Tomar, com uma composição rebocada por uma "vaporosa" (locomotiva a vapor), para celebrar o anivesário da Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos-de-Ferro (APAC, de que o autor se orgulha de ser sócio). LAMAROSA * Freguesia do concelho e distrito de Coimbra, com 16,16 quilómetros quadrados de área e, segundo o recenseamento do ano de 2001, possuia 2190 habitantes, dando assim origem a uma densidade populacional de 135,50 habitantes por quilómetro/quadrado. Possui uma estação de caminho-de-ferro situada num dos extremos da freguesia, que serve a Linha do Norte e o Ramal de Tomar. ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO * A "ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO" ou simplesmente a "AMF" foi fundada em 27 de Outubro de 2001, tendo como objetivos primordiais a defesa e promoção do "Museu Nacional Ferroviário", investigação e recolha de elementos históricos ligados à ferrovia, divulgação e publicação de efemérides, elaboração de uma publicação periódica sobre a atividade do Museu e temática ferroviária. * A apresentação pública da Associação teve lugar na cidade do Entroncamento no dia 24 de Novembro de 2001, a escritura definitiva foi outorgada em 10 de Janeiro de 2002 e a publicação no Diário da República em 19 de Março de 2002. * A "AMF" é associada efetiva da "Federação de Amigos dos Museus de Portugal". * A sua sede está implantada num interessante bairro ferroviário (de casas todas iguais de rés e andar) junto à Estação do Entroncamento; a qual foi cedida pela empresa "Refer" (Redes Ferroviárias Nacionais) através de um contrato de concessão, sendo oficialmente inaugurada no dia 11 de Junho de 2005, após importantes obras efetuadas para o efeito. * As suas publicações regulares são o "Comboio Correio" (boletim informativo interno) e o "Foguete" (revista destinada aos associados).


A composição "intercidades" que nos transportou desde a Estação
Ferroviária do Porto/Campanhã, até à do Entroncamento era
tracionada pela locomotiva elétrica da marca "Siemens", com
o número 5605.9

Frontaria exterior da Estação Ferroviária do Entroncamento.
Parte afeta às bilheteiras. Atente-se no logótipo da "Refer"
que é a proprietária das infraestruturas.

Duas gémeas! UTE'S (unidades triplas elétricas) da série 2250, aparcadas
em linhas de topo. Espero ser informado, mas penso que as linhas longitudinais
pretendem apenas dizer que estas composições fazem serviços mais rápidos,
isto é, param em menos estações. À consideração do amigo, chefe Fernandes. 

Dupla de "UTE'S" da mesma série das anteriores, mas estas nas
suas cores normais para os comboios regionais.
Estava aparcada em linha de topo, mas aguardava ordem de marcha
para a Estação Ferroviária de Coimbra-B.

Antigo furgão da marca "sorefame", aparcado em linha de resguardo
e sem fim à vista; mas, e por enquanto, em ótimas condições.

Edifício interior da Estação Ferroviária do Entroncamento.
Aqui funcionam os gabinetes do chefe, de apoio e as salas
de espera.
Para quem não conhece a situação; é assim: edifício
para as bilheteiras e caixa automático "multibanco",
linhas de circulação, edifício da estação com os gabinetes
usuais e as salas de espera e depois as linhas novamente. 

A locomotiva a diesel da série 1400, neste caso a "1424" na côr primitiva,
ainda com o anterior logótipo da "CP", em linha de resguardo e
acoplada a uma carruagem de passageiros, de 2ª classe, da
marca "sorefame". Este material encontra-se a aguardar vaga para
integrar o espólio do "museu" que se encontra em obras de ampliação.

Veículo ferroviário estranho...que inclusivamente e, por parte de alguns
funcionários, serviu para diferentes e erradas explicações.
Noutra imagem vamos ver para que serve....

Em linguagem ferroviária é o edifício das "retretes", mas como a palavra é um "francesismo"
prefiro que sejam as "sentinas" ou as "sanitas" públicas; para evitar outro
"estrangeirismo", como "wc" (water current).

As composições regionais são da marca "Alstom" e permitem lugares sentados e de pé
tendo ainda um local reservado a bicicletas e carrinhos de locomoção de
deficientes motores.

Cais de embarque da Estação Ferroviária da Lamarosa, na parte
afeta à linha  do Norte.

Edifício da Estação Ferroviária da Lamarosa, que serve a Linha do
Norte e o Ramal de Tomar.

E eis que a "UTE" com o número 2262 nos deixou no destino, melhor
na "desilusão". Como Tomar é um ramal, todas as linhas são de "topo".

Receção da Estação Ferroviária de Tomar.

Frontaria exterior do Edifício Ferroviário.
Lateralmente possui acesso para pessoas com deficiência motora.

Vista geral dos cais de embarque dos passageiros. A única
composição que se "enxerga" foi a que nos trouxe.

O edifício ferroviário na parte virada para os cais de embarque.

Paredes-meias com o edifício ferroviário fica a "Central de
Camionagem" e uma praça de táxis.

Sala de espera da Estação Ferroviária de Tomar, cheia de...lugares!

Aquilo que deveria ser uma floreira, serve como
cinzeiro. Valha-nos a manutenção do antigo logótipo
da empresa ferroviária.

Perspetiva de todo o edifício  ferroviário, na parte virada para os cais de embarque.

Chegada da composição do tipo "UTE" com o número 2270 que
nos havia de levar de retorno, tal a nossa desilusão.

Garanto-vos que eu ia para todo o lado, mas os comboios não chegam lá.
E chegarão a cada vez menos lugares...

Apeadeiro de "Carvalhos de Figueiredo". Já estamos de regresso ao
Entroncamento.

Perspetiva da Estação Ferroviária da Lamarosa, na parte
que serve ao Ramal.

Apeadeiro de "Carrascal-Delongo". Os nomes são complicados nos
apeadeiros, com a agravante de não se conseguir qualquer explicação
para a origem desses nomes.

Edifício da Estação Ferroviária de "Santa Cita". Um dos dez lugares
que compôem a freguesia de Asseiceira, que já foi vila e sede de
concelho entre o ano de 1253 e o início do século XIX.

Como se deduz...Frontaria do "Museu Nacional Ferroviário" que se
situa na cidade do Entroncamento.

Diverso material de carga que se encontrava em linha de resguardo e, julgo
que, sem fim determinado, mas em situação de conservação razoável.

Linhas de resguardo e um pouco da lateral da "Rotunda das
Locomotivas".

Miniatura de uma "vaporosa", acoplada ao respetivo tender, que
se encontra na receção do Museu (secretaria).

As caraterísticas do material anteriormente exposto, cuja locomotiva
a vapor se denomina por "La Lilliputienne" - meninos, não sejam
malcriados!

As antigas passagens de nível eram fechadas com este
modelo de cancelas de correr num trilho.
Exemplar existente na secretaria do Museu, como
"material histórico".

Miniatura de carruagem de passageiros, tipo "Schindler", exposta
em vitrine na secretaria do Museu.

Miniatura de uma locomotiva elétrica, exposta em
outra vitrine.

Noutra vitrine, miniatura de uma locomotiva a vapor com o
seu tender acoplado. Estas miniaturas encontram-se todas
expostas na receção (secretaria) do Museu.

Modelismo ferroviário. Composição formada por uma locomotiva a vapor
de três rodas motrizes, o tender e uma carruagem de passageiros.
O edifício representa a Estação Ferroviária de Estarreja, concelho
do distrito de Aveiro e também servida pela linha do Norte.

Carruagem cama que integrava as antigas composições do "Sud
Express". Aguarda vaga para fazer parte do espólio do Museu.
Embora ao ar livre, encontra-se em condições aceitáveis de conservação.

Já estou na "Rotunda das Locomotivas". Agora é a sério!
Locomotiva a diesel da série 1100 da CP (concretamente
a 1104).

Locotrator da série 1150 (concretamente o 1184) que funcionavam a
"diesel" e se destinavam a manobras. Ainda subsistem alguns exemplares
em funcionamento, nomeadamente pertencentes à "EMEF".

Senão a mais antiga...é das mais antigas que circularam.
Locomotiva a vapor CP 003. 

Locomotiva a vapor CP 042.

Locomotiva a diesel da série 1300 (concretamente a 1311).
Também ainda subsistem alguns exemplares ora pertencentes
a empreiteiros ferroviários.

Locomotiva a vapor CP 754.

Locomotiva elétrica. Em Portugal esta série foram pertencentes
à "Sociedade Estoril", que operava a Linha de Sintra.

Automotora a diesel da série 0300. As "Allans" de via larga, na sua
primitiva côr; pois elas circulavam pintadas de vermelho e branco.
Subsistem alguns exemplares que integram composições de socorro.
Outro exemplar foi transformada na "automotora vip" que ainda
circula e é um escritório sobre carris. 

Locomotiva a diesel da série "1500", concretamente a 1501.
Alguns exemplares ainda operam em empreiteiros ferroviários.

Locomotiva elétrica, de que desconheço a série. À consideração dos
amigos João Silva ou Feijó. Peço desculpa pela ignorância, mas quem
me acompanhou também não me soube dizê-la!

A placa giratória que funciona e que dá acesso da Estação à Rotunda.
No centro encontra-se um rodado (boggie).

Não é nem locomotiva, nem automotora.
Antigo vagão de passageiros de madeira, transformado em
posto ambulante de serviços médicos. O seu interior está
apetrechado com os materiais básicos.

Tender (vagão do carvão) acoplado à locomotiva CP 042.

Ora aí está o logótipo da lomotiva elétrica, pertencente à
"Sociedade Estoril", já extinta.

Vista lateral completa da automorora "Allan" da série 0300.
O seu comprimento é demasiado para a cobertura da "Rotunda"

Traseira da locomotiva a vapor CP 754, que não necessitava de tender,
pois tinha um "bolso" para o carvão.

Pormenor do tender 7-30, acoplado à sua "dona".

Cabine de condução de uma das locomotivas a vapor.
O material exposto está apto a circular pelos seus próprios meios.

Quadriciclo motorizado de inspeção com dois lugares.
O grupo está a ponderar o aluguer destes veículos para as
suas deslocações!

Não necessita de legenda!
As saudosas carruagens "restaurante/bar" de fabrico "sorefame"
que acompanhavam as composições internacionais ou de
longo curso. Aguarda vaga para integrar o espólio do Museu.

Dupla de locomotivas eletricas da série 5600, tracionando uma composição
formada por vagões de inertes da operadora ferroviária "Tejo Energia".

Quadriciclo a pedal de um só lugar, para inspeção da via.

Máquina atacadeira "Unimat", da série 08-475/AS do empreiteiro
ferroviário "Ferrovias".
Foto tirada do viaduto que dá acesso à "Rotunda das Locomotivas" 

Mais duas gémeas. Locomotivas elétricas da marca "Siemens" e
série "5600".

Sede da "Associação dos Amigos do Museu Nacional Ferroviário".

Vagões de inertes da "Tejo Energia".
Esta empresa gere a Central Termoelétrica do Pego, construida entre
os anos de 1988 e 1995. A Central foi adquirida no ano de 1993 por
um consórcio internacional introduzindo o setor privado numa parte
significativa da produção elétrica nacional.
O abastecimento de carvão é feito, como aqui se vê, por via ferroviária
através do Ramal do Pego, que entronca na Linha da Beira Baixa.

Automotora a diesel da série "0350" as "Allans" renovadas, a aguardar
serviço em linha de "topo". São apelidadas por "alfaces", devido
à sua atual côr verde.

Grua ferroviária sobre um vagão plataforma.
Sendo sucata não devia usar esta foto, segundo alguns "experts".

Esqueleto da locomotiva a vapor CP 167.
À semelhança da anterior, também não deveria ser publicado.

Duas carruagens da marca "Schindler" que aguardam vez de
integrarem o espólio do Museu. Embora a descoberto, já as vi
em bem pior estado de conservação.

Boggies de via estreita (rodados) em cima de um vagão plataforma de
via larga. Tudo é sucata e...como tal...lá vem a crítica!

...Prometi dizer-vos para que serve este veículo que anda atrelado a
qualquer composição que circule nas linhas portuguesas.
É um "auscultador de carris". Tantas opiniões diferentes nos
foram dadas na altura!

Carcaça de uma antiga dresine que servia para os senhores
engenheiros se deslocarem em inspeção de via.
Foto que não devia ser publicada, né?

Fileira de vagões cisternas para transporte de matérias combustíveis.

Composição "alfa pendular" com o número 4007 que fez "non-stop".
Provinha de Lisboa (Santa Apolónia) e destiva-se a Porto/Campanhã.

Vagão cimenteiro, que pertence à operadora espanhola "Transfesa".

Locomotiva elétrica da série "1900", a número 1932, que já tinham sido
abatidas ao serviço, mas consta-se que o irão retomar, por falta de
material novo (fruto da crise).

A cabine de condução (existem duas) de uma locomotiva da
mesma série da anterior, que estavam aparcadas em linha de
reserva.

A locomotiva elétrica 5605.9 da marca "Siemens" tracionava...

...uma composição atual do "sud espress", proveniente da capital e com
destino a Hendaye".

As carruagens sâo fretadas à espanhola "Renfe".
Esta é o vagão gerador "4C4"

Vagão cerealífero na secção de lavagem.

Quero expressar em meu próprio nome e no do meu acompanhante, João Maria Ribeiro da Silva, os profundos agradecimentos ao ilustre chefe da estação ferroviária do Entroncamento, Senhor Fernandes, as facilidades concedidas para a nossa movimentação dentro do perímetro da estação, com as condicionantes de que já somos conhecedores, nomeadamente a utilização do colete refletor.








6 comentários:

JS Trains 12 de agosto de 2011 às 00:03  

Amigo Teixeira mais uma remessa de fotos do nosso último passeio .
Faça a rectificação de uma foto :
não é Locos gemeas 4700 ... mas sim loco gemeas 5600
Trocar 4700 por 5600
Um abraço

Luis 12 de agosto de 2011 às 19:09  

Caro Texas,

Sempre que se tem a felicidade de passar pelo Entroncamento a satisfação é total !! Grande rol de fotos num dia, presumo, muito bem passado !!! Excelente caro chefe dos Alfas

Pedro Pereira 15 de agosto de 2011 às 13:50  

Caro Sr. teixeira

Sou um visitante assíduo do seu blog, e todos os dias vou à minha conta de e-mail na esperança de ter mais novidades.

Foi com enorme satisfação que vi estas suas fotos. É sempre com enorme prazer que vejo fotos da "capital" ferroviária, Entroncamento.

Os meus parabéns pelo seu ótimo trabalho.

Os meus melhores cumprimentos.

Anónimo,  10 de junho de 2013 às 03:21  

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