Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

12 de setembro de 2021

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ERMESINDE

 Trata-se de uma infraestrutura onde se inicia a linha de Leixões (PK.0,0) e que serve as linhas do Minho e do Douro, localizando-se em ambas ao ponto quilométrico (PK.) 8,430 e que é acessada pelo Largo da Estação na cidade valonguense de Ermesinde. Aquando da sua inauguração em 21 de maio de 1875 denominava-se "Ermezinde". É servida pelas composições de tipologia "regionais, "suburbanos" e "inter-regionais", encontrando-se provida de interface com autocarros públicos, bilheteira, zona comercial, quartos de banho, elevadores, sala de espera, acesso a pessoas com mobilidade reduzida ou em cadeiras de rodas, cafetaria, posto informativo, zona de wi-fi e aparcamento auto (no exterior). Possui cinco vias de circulação com os comprimentos variáveis entre duzentos e dez e quinhentos e noventa oito metros, as plataformas têm todas a extensão de duzentos e vinte metros e setenta e cinco centímetros de altura, possuindo ainda uma linha de reserva para a realização de manobras no interior e outra linha de topo.

No decurso do ano de 2001 foram inauguradas as obras de ampliação e beneficiação que resultaram na imagem que a estação nos mostra na atualidade.

Diferente tipo de material afeto às vias e obras,
aparcado na linha de topo.

A ambiência ferroviária com o restante material afeto às catenárias
e às obras aparcado na tal linha de topo. 


A locomotiva 2623 que tracionava um interregional proveniente 
de Valença (linha do Minho) aqui faz paragem, embora
circulasse com um atraso de praticamente uma hora.

Composição de mercadorias "non-stop" que provinha do
entreposto de Irivo, linha do Douro.

A composição de mercadorias era tracionada por uma
locomotiva elétrica da série 5600 do operador
"Medway" que sucedeu à "CP Cargo".

O início da linha de Leixões à esquerda da foto.
A linha da direita é a de reserva, para as
manobras no interior da estação.

Composição UME (suburbanos) da série 3400 na linha
do Minho, que iria seguir para Braga.

Carruagens "corail" que integram, uma composição
"intercidades" que não param nesta estação.


Os "intercidades" provenientes da linha do Minho são
tracionados por locomotivas elétricas da série 5600.

Uma das plataformas de embarque com o relógio elétrico
que marcava a hora certa.

Linha do Minho no sentido norte/sul.

Automotora diesel da série 592.1 proveniente da Régua e que
formava uma composição "inter regional".

Composição suburbana na linha do Douro, já na saída da estação.

Ambiência ferroviária no sentido sul/norte.

Composição "alfa pendular" que não param nesta estação.


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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE GENERAL TORRES

 Trata-se e uma infraestrutura que se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 333,420 da linha do Norte, à qual se acessa através da Rua General Torres,  na freguesia gaiense de Santa Marinha. É servida pelas composições de tipologia "suburbanos", "regionais" e "inter-regionais", encontrando-se provida de interface com autocarros públicos e com o "Metro do Porto", bilheteiras automáticas, cafetaria, acesso a pessoas com mobilidade reduzida ou em cadeiras de rodas, lavabos, elevadores e aparcamento auto (no exterior). Entrou ao serviço comercial em 05 de novembro de 1877, contudo foi totalmente remodelada no ano de 1994. Para poder servir como interface para as composições do "Metro do Porto" sofreu novas obras de adaptação e beneficiação inauguradas no decurso do ano de 2018. Assim, e desde aquela data, possui quatro vias de circulação com a extensão única de duzentos e dezasseis metros, tendo as plataformas o comprimento de duzentos e quarenta e dois e duzentos e trinta sete metros, com a altura única

Material de obras aparcado em linha de topo e
que pertence à operadora espanhola "Azvi".
Locomotiva que funciona a diesel.

A locomotiva estava ligada a uma fileira de vagões
que funcionam em contínuo do tipo escada rolante.


 de cem centímetros.

Aquando da sua inauguração detinha a categoria de apeadeiro, daí os mais antigos ainda lhe chamarem de apeadeiro e não estação, sendo na atualidade uma estação satélite e a última localizada no município de Vila Nova de Gaia.


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11 de julho de 2021

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO TRAMAGAL

 * Infraestrutura da linha da Beira Baixa na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 129,502, sendo acessada pela Rua Eduardo Duarte Ferreira. É servida pelas composições "regionais" e encontra-se dotada de sala de espera e posto público telefónico. É aqui que se inicia(va) o ramal da Somapre. Entrou ao serviço comercial em 01 de julho de 1861, então fazendo parte da linha do Leste. Possui quatro linhas de reserva (duas são do ramal) , uma de topo e duas vias de circulação com o comprimento de quinhentos e vinte três e quinhentos e seis metros, as plataformas com a extensão única de duzentos e cinquenta quatro metros, mas a altura alterna entre os trinta e os quarenta centímetros. 

TRAMAGAL e uma vila desde 1986 e freguesia que integra o município de Abrantes, cuja área total de 24,10 quilómetros quadrados, está ocupada em permanência por sensivelmente três mil e quinhentos habitantes, correspondendo à densidade um pouco superior a cento e quarenta cinco habitantes/quilómetro quadrado. Adotou a Nossa Senhora de Oliveira como orago. Foi a terra natal de Eduardo Duarte Ferreira, importante empresário criador da Metalurgia com o seu nome e montador de blindados Berliet.


Vista parcial da fachada do edifício ferroviário.

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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PRAIA DO RIBATEJO

 * Infraestrutura da hoje linha da Beira Baixa, cuja denominação correta é "PRAIA DO RIBATEJO/CONSTÂNCIA", que se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 118,224 e a que se acessa através da Rua Comendador Manuel Vieira da Cruz. É servida pelas composições de tipologia "regionais", encontrando-se dotada de sala de espera e posto público telefónico. Entrou ao serviço comercial em 01 de julho de 1861 integrando a então linha do Leste. Possui duas linhas de reserva e três vias de circulação com o comprimento variável de quinhentos e setenta dois e quatrocentos e oito metros, as plataformas com a extensão única de duzentos e quarenta seis metros e a altura de quarenta e cinco centímetros.

PRAIA DO RIBATEJO é uma freguesia integrante do município de Vila Nova da Barquinha, cuja área total de 20,24 quilómetros quadrados, se encontra ocupada em permanência por mil e setecentos habitantes, equivalendo à densidade de oitenta e quatro habitantes/quilómetro quadrado. Até ao ano de 1920 designava-se por Paio de Pele. A nível ferroviário no seu território temos o apeadeiro de Tancos e as estações de Almourol e Praia do Ribatejo.

O perímetro ferroviário e o respetivo edifício que
se encontrava em obras de beneficiação, apesar de
estar desguarnecido.


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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALMOUROL

 * Trata-se de infraestrutura que se localiza na hoje linha da Beira Baixa, concretamente ao ponto quilométrico (PK.) 115,678 e que é servida pelas composições de tipologia "regionais", encontrando-se provida de sala de espera, posto público telefónico, lavabos (retretes na gíria) e aparcamento automóvel (no exterior). Entrou ao serviço comercial em 01 de julho de 1861, no entanto o edifício ferroviário somente foi construído nos anos iniciais do século XX. Possui linha de topo e duas vias de circulação com o comprimento de quatrocentos e noventa nove e quinhentos e dois metros, com as plataformas a terem a extensão única de cento e oitenta três metros e a altura de quarenta centímetros.

O CASTELO DE ALMOUROL está considerado como Monumento Nacional desde 1910, no entanto o início da sua edificação deu-se em 1171, tendo sofrido, ao longo do tempo, algumas alterações e modificações. Situa-se na freguesia de Praia do Ribatejo, encontrando-se a uma altitude de dezoito metros acima do nível das águas, numa ilha do rio Tejo, com as dimensões de 310x75 metros.  Atualmente existem embarcações diárias e várias vezes, com partida de Tancos, Arrepiado ou Barquinha que transportam os eventuais visitantes. No estio consegue-se acessar ao castelo por via pedestre, dado o fraco nível das águas.

Já começa a ser raro ver-se o nome da estação gravado
no empedrado.

O edifício ferroviário que se encontra desguarnecido

O cais fluvial visto do interior da composição.

O Castelo que dá o nome à aldeia, visto do interior da composição
em andamento.

 

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APEADEIRO DE TANCOS

 * Pequena infraestrutura ferroviária, contudo com  um forte movimento de passageiros, que se situa na linha da Beira Baixa, em concreto ao ponto quilométrico (PK.) 113,748 e que serve as localidades de Tancos e Carregueira. Embora simples apeadeiro, todas as composições de tipologia "regionais" lá fazem paragem por via de servir especialmente o Polígono Militar. Entrou ao serviço comercial em 07 de novembro de 1862, no entanto nessa altura integrava a linha ferroviária do Leste.

TANCOS é uma pequena freguesia do município de Vila Nova da Barquinha, cuja área de apenas 1,56 quilómetros quadrados se encontra ocupada em permanência por duzentos e trinta habitantes, correspondendo à densidade de um pouco mais de cento e cinquenta cinco habitantes/quilómetro quadrado. Assumiu a padroeira de Portugal (Nossa Senhora da Conceição) como orago

A estrutura que funciona como abrigo e sala de espera.

.

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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA BARQUINHA

* Infraestrutura ferroviária da linha da Beira Baixa, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 110,089 e a que se acessa pelo largo Gago Coutinho na Vila Nova da Barquinha. Entrou ao serviço comercial em 01 de julho de 1861, após ser inaugurada pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses". É servida pelas composições de tipologia "regionais", encontrando-se dotada de sala de espera, posto público telefónico, aparcamento de veículos (exterior) e lavabos (retretes na gíria ferroviária). Além de um ramal de topo e de reserva, possui duas vias de circulação com o comprimento de quatrocentos e dezassete e quatrocentos e um metros, cujas plataformas têm a extensão única de duzentos e vinte nove metros e a altura de quarenta e cinco centímetros.

O "Manel" e a "Mia" são os guardiães da estação, embora
esta esteja desguarnecida!

Vista parcial do largo Gago Coutinho

A entrada no perímetro ferroviário da estação

  

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4 de julho de 2021

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE COIMBRA-B

* Infraestrutura ferroviária da linha do Norte na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 217,294 a que se acessa pela Rua do Padrão na freguesia de Eiras. Entrou ao serviço comercial em 03 de agosto de 1864, com a designação de "COIMBRA", mas é popularmente designada como Estação Velha. É servida pelas composições de tipologia "urbanos", "regionais", "interregionais", "intercidades", "alfas pedulares", "sud expresso" e "lusitânia comboio/hotel". Está dotada de bilheteira, posto de informações, gabinete de perdidos e achados, posto postal, posto público telefónico, cafetaria, caixa automático (multibanco), gabinete de aluguer de viaturas, rampa de acesso a cadeiras de rodas e lavabos. Possui cinco vias de circulação cujos comprimentos alternam entre os quatrocentos e os duzentos e quarenta metros, as plataformas variam na extensão entre os duzentos e noventa sete e os duzentos e vinte três metros com a altura variável de quarenta e cinco a noventa e cinco centímetros.

O escritor Ruben A. na sua obra "O mundo à minha procura" faz uma descrição de uma passagem por esta estação.

Vagões afetos às obras na via do empreiteiro ferroviário "Somafel"

Vagões de inertes que pertencem à operadora ferroviária
de mercadorias "Medway". Estes são da série "Us" com
boggies duplos.

Numa das linhas de reserva bastante material afeto  às vias
e obras. Sinal de melhoramentos!

Como me mantenho no extremo da composição,
temos o canal de circulação no sentido
de norte para sul. À direita da foto as antigas oficinas
hoje encerradas. 

Mais material de obras em linha de reserva.

   

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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO PORTO/CAMPANHÃ

 * Infraestrutura que serve o Ramal de Braga e as linhas de Guimarães, do Douro, do Minho e do Norte que se localiza na freguesia portuense de Campanhã; sendo uma das três que servem a cidade. Na sua origem era denominada por "Estação do Pinheiro" e aqui funcionavam as oficinas do material circulante, entretanto transferidas para as instalações de Contumil. Nela se iniciava o extinto "Ramal da Alfândega" só utilizado por composições de mercadorias.

Em cima da ponte ferroviária São João, sobre o
Rio Douro. Ao fundo a ponte rodoviária do Freixo

Saida da estação pela linha do Norte. Entrada
na ponte São João.

Carruagens "corail". As roxas são de 1ª classe
e as verdes de 2ª, que são exclusivas das
composições "intercidades"

As locomotivas elétricas da série 5600 são as
que tracionam os "intercidades".

UTE (unidade tripla elétrica) da série 2240,
popularmente apelidadas de "lili caneças".

Carruagens sexagenárias, mas completamente renovadas,
da marca "Schindler" habitualmente utilizadas nas
linhas do Douro e Minho.


Atacadeira do empreiteiro ferroviário "Fergrupo"
utilizadas em grandes obras de renovação.
Salvo erro são os veículos ferroviários de maior comprimento.

UTD (unidade tripla a diesel) originária de Espanha,
da série "592", apelidada de "camelas".

Locomotiva elétrica da série 2600, cujas unidades
estiveram encostadas condenadas à sucata

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