25 de janeiro de 2017
24 de janeiro de 2017
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE VII
LINHA FERROVIÁRIA DE SÃO PEDRO DA COVA
23 de janeiro de 2017
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE VI
LINHA DE BRAGA A CHAVES
* Em 10 de agosto de 1897, o então Ministro da Fazenda, Mariano de Carvalho, apresentou às autarquias um projeto de lei, que autorizava o governo a adjudicar a construção e a exploração de várias linhas ferroviárias, em hasta pública, nomeadamente, e nos projetos constantes da lista da Rede de Douro e Minho, estava incluída uma linha que ligaria as cidades bracarense e flaviense, que seguiria o vale do Cávado até à freguesia de Ruivães. A linha tinha já uma garantia de trinta e cinco mil réis por quilómetro, o que iria prejudicar a linha da Régua a Chaves (concorrente direta) que não tinha qualquer garantia estatal.
* No Plano Geral da Rede Ferroviária (PGRF) que veio a ser publicado pelo Decreto número 18190, de 28 de março de 1930, a Linha de Braga a Chaves já não vinha contemplada, nem classificada, pois pelos relatórios apresentados pelas diferentes comissões consultivas, o troço iria ficar, em grande parte, paralelo à linha do Ave (!!!!!).
* Finalmente, atente-se que no mês de julho de 1922 entrou ao serviço comercial, o troço da linha do Corgo até à cidade de Chaves, na sua totalidade de via métrica.
17 de janeiro de 2017
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE V
LINHA DO CÁVADO
16 de janeiro de 2017
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE IV
LINHA DO LITORAL DO MINHO
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE III
TRANSVERSAL DO MINHO
15 de janeiro de 2017
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE II
RAMAL DE LANHOSO
DIVAGAÇÕES SOBRE LINHAS FERROVIÁRIAS - PARTE I
LINHA DO AVE
14 de janeiro de 2017
CURIOSIDADES CIRCULANTES - II
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| (imagem cedida amavelmente por Sandro Duarte e que mostra a E55, locomotiva de via métrica igual a outras que circularam nesta linha). |
7 de janeiro de 2017
CURIOSIDADES CIRCULANTES
10 de dezembro de 2016
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE OVAR
* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE OVAR", simplesmente conhecida como "Estação de Ovar" é uma gare ferroviária da Linha do Norte, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 300,776, que serve a cidade homónima, tendo acesso pelo Largo Serpa Pinto. Aqui fazem paragem as composições do tipo "regionais", "intercidades" e "urbanos".
* Encontra-se dotada de terminal de autocarros, praça de táxis, balcão de informações, bilheteira, WC (incluindo para deficientes), acesso a cadeiras de rodas, sala de espera, parque de estacionamento auto e posto público telefónico.
* Além de duas linhas de reserva e três de topo (duas pelo exterior), possui três vias de circulação com os comprimentos de oitocentos e oitenta (880), seiscentos e dez (610) e trezentos e dez (310) metros, com as plataformas a terem trezentos e trinta dois (332) e duzentos e oitenta seis) metros de extensão, com a altura única de setenta (70) centímetros.
* Como curiosidade deve-se dizer que o romance "A Capital" do nosso José Maria d'EÇA DE QUEIROZ, no seu início se refere a esta estação ferroviária.
| As fachadas do edifício ferroviário encontram-se ricamente decoradas com azulejos policromados fabricados na Fábrica Viúva Lamego. |
| As cenas representadas nos azulejos lembram o mar, a ria, a lavoura e o ambiente ferroviário. |
| Já em andamento, vista parcial do edifício da estação. |
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CELORICO DA BEIRA
* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CELORICO DA BEIRA", que popularmente é conhecida apenas por "Estação de Celorico", é uma interface da linha da Beira Alta, onde se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 167,919 e que serve aquela vila, cujo acesso é feito pelo Largo da Estação dos Caminhos de Ferro, na localidade de Celorico da Beira-Gare.
* Esta plataforma ferroviária é servida por terminal de autocarros, de praça de táxis, estando equipada com bilheteira, acesso a cadeiras de rodas (deficientes, incluindo quarto de banho), WC., sala de espera, posto público telefónico e cafetaria.
* Além de uma linha de reserva para o material de manutenção e obras e três de topo (uma das quais considerada a linha 1!!), possui duas vias de circulação com quatrocentos e setenta um (471) e quatrocentos e trinta cinco (435) metros de comprimento, com as duas plataformas a terem a extensão de trezentos e nove (309) e duzentos e quarenta dois (242) metros, com a altura única de quarenta (40) centímetros.
* Nesta estação efetuam paragens as composições do tipo "regionais", "intercidades" e o "sud expresso".
| Na falta de energia, existe o manual para virar a agulha. |
| Outra perspetiva da sala de espera, sendo a entrada dos lavabos em frente ao fundo, do lado esquerdo, temos a cafetaria. Excelente iluminação natural, mesmo em dia de alguns chuviscos. |
| Composição regional que retoma a sua marcha com destino à Guarda. |
| A cauda da composição "intercidades" que nos trouxe ao destino ... CELORICO! |
| A aguardar pela merecida reciclagem! |
| A surpresa do dia ... Locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número 4713 que tracionava uma composição de vinte vagões de contentores. |
| O Guardião da estação, lá permitiu uma foto ao entusiasta ferroviário |
| Placa toponímica que nos diz que o Largo se chama da "Estação dos Caminhos de Ferro" |
| A amplitude do edifício ferroviário na parte voltada para o Largo. |
| Já falei deles ... Em pormenor a entrada para o escritório (em frente) e para a cozinha (à esquerda). |
| Dentro do perímetro ferroviário o ponto quilométrico (PK.) 168,000 que vale desde a Figueira da Foz. |
| Em pleno funcionamento, passagem de nível automatizada e de meias barreiras, logo à saida da estação no sentido da cidade da Guarda. |
| O acesso para o pequeno jardim que existe na área da estação e que diga-se, na verdade, já os vi em muito pior estado. |
| Ampla sala de espera com muito boa luminosidade e de limpeza irrepreensível. |
| Indicação eletrónica das composições e horários de passagem pela estação. |
| Dentro do perímetro ferroviário, os agora abandonados edifícios da cozinha e escritório do pessoal afeto à estação. |
| Chama-se carro americano e era empurrado rolando sobre os carris. |
| Dresine e respetiva vagoneta, material este afeto às vias e obras, aparcado numa das linhas de topo. |
| O edifício ferroviário na parte voltada para o canal de circulação. |
5 de novembro de 2016
APEADEIRO DE OLIVEIRA
* O "APEADEIRO DE OLIVEIRA" é uma infraestrutura ferroviária da Linha do Douro, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 48,815 e que serve a localidade de Oliveira que integra a atual vila de Vila Meã, do concelho amarantino.
* Foi inaugurado em 15 de setembro de 1878 e atualmente apenas fazem paragem as composições do tipo "regional". Presentemente encontra-se em obras devido à eletrificação do troço daquela via entre as estações de Caíde de Rei (Lousada) e de Marco de Canavezes,
| Por via das obras, é este o resguardo para os passageiros, e que é provisório. |
| Era aqui o abrigo original e que se encontra interdito por causa das obras. |
| O pequeno estaleiro das obras com vista à eletrificação deste troço. |
APEADEIRO DE RECEZINHOS
* O "APEADEIRO DE RECEZINHOS" é uma infraestrutura ferroviária da Linha do Douro, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK. 52,817) e que serve a freguesia de São Martinho de Recezinhos, no concelho de Penafiel.
* Foi inaugurado em 15 de setembro de 1878 e atualmente apenas é servido pelos serviços "regionais".
| Aí está o abrigo para os passageiros |
18 de outubro de 2016
DFfv255 - FURGÃO
| Vista lateral do veículo ferroviário |
* O revestimento da caixa é em chapa e a iluminação efetuada através de candeeiros a petróleo.
| Temos a numeração e a respetiva série. |
17 de outubro de 2016
APEyf23 - AMBULANCIA POSTAL
| O vagão visto pelo exterior. |
| As várias separações para os objetos postais ... 1º escalão, por avião, registado, em mão, etc. |
| Quando se encontrava aparcado, tal como num marco, introduziam-se as missivas para serem conduzidas até ao destinatário. |
| Espaço afeto aos volumes e encomendas que podiam ser de grande ou pequena velocidade. |
| Claro que também estava dotado de uma sanita e lavatório com água corrente. |
15 de outubro de 2016
ME 51
| Estavam equipadas com sanita e lavatório que só podiam ser utilizados em movimento, uma vez que os detritos iam diretamente para a linha. |
| A cabine de condução com todos os seus manípulos. O que se assemelha a um volante é o travão manual. |
| O espaço interior, com os bancos em madeira. |
| Lateral do veículo automotor |
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DIV/VIA - DIE 3! MAS O QUE É ISTO?
| Ora aí temos o veículo ferroviário. |
| Os lavabos ... sanita e lavatório, com água corrente. |
| O curioso era que o veículo era uniderecional e o motor era acionado através de uma manivela que se introduzia no exterior por baixo da grelha. Na foto consegue-se ver o local. |
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11 de outubro de 2016
TÚNEL FERROVIÁRIO DE EIROL
| Mesmo na saída da estação homónima. |
APEADEIRO DE AGUIEIRA
| Como houve movimento de passageiros foi feita a necessária paragem |
| O pequeno abrigo do apeadeiro. |
Estações com paragem
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