Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

11 de outubro de 2016

APEADEIRO DE AGUIEIRA

* "APEADEIRO DA AGUIEIRA" é uma infraestrutura ferroviária que se localiza no ponto quilométrico (PK.) 8.915 do Ramal de Aveiro e que serve aquela localidade da freguesia de Valongo do Vouga  no concelho de Águeda.
* Apenas é servido pelas composições de tipologia "regional" e mesmo estas só efetuam paragem se houver movimento de entradas ou saídas de passageiros.
* Foi inaugurada em 08 de setembro de 1911 pela companhia francesa que procedeu à construção de toda a linha do Vale do Vouga, incluindo este ramal. A 01 de janeiro de 1947 a então operadora "Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses" tomou a gestão de todas as linhas férreas de Portugal.
Como houve movimento de passageiros foi feita
a necessária paragem

O pequeno abrigo do apeadeiro.

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APEADEIRO DE MOURISCA DO VOUGA

* O apeadeiro de "Mourisca do Vouga" é uma infraestrutura ferroviária que se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 10,183 do Ramal de Aveiro e que serve aquela vila que integra as localidades de Trofa e Segadães, do concelho de Águeda.
* As únicas composições que por aqui fazem paragem são as de tipologia "regional" e ainda assim, apenas existindo movimento de entradas ou saídas de passageiros.
* Foi inaugurada em 08 de setembro de 1911 pela companhia francesa que ganhou o concurso para a construção e exploração da linha do Vale do Vouga. A 01 de janeiro de 1947 a então operadora "Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses" assumiu a gestão de todas as linhas  ferroviárias portuguesas.
Tendo havido movimento de passageiros, a composição
fez uma breve paragem.

Vista parcial da frontaria do edifício ferroviário que se
encontra totalmente emparedado.

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APEADEIRO DE AZURVA

* O "APEADEIRO DE AZURVA" é uma infraestrutura ferroviária que se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 30,183 do "Ramal de Aveiro" e que serve aquela localidade da extinta freguesia de Eixo, do concelho de Aveiro.
* Foi inaugurada pelo companhia francesa que ganhou o concurso para a construção e exploração da Linha do Vale do Vouga, em 08 de setembro de 1911. Em 01 de janeiro de 1947 a exploração passou a ser feita pela então operadora "Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses".
* Apenas é utilizada pelas composições de tipologia "regional" que apenas fazem paragem se houver movimento de entrada ou saída de passageiros.
O abrigo desta infraestrutura

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29 de setembro de 2016

ESTAÇÃO DE RIO TINTO

Cais de embarque

Canal de circulação, vendo-se a igreja matriz ao fundo, 

Fim do cais de embarque e canal de circulação na parte voltada para
a Estação da Campainha.

Marco que delimita o espaço territorial.

Composição que prossegue a marcha até ao términus (Fânzeres).

* A "ESTAÇÃO DE RIO TINTO" é uma interface da "Metro do Porto" que se localiza naquela freguesia e cidade gondomarense e que serve as "piscinas municipais de Rio Tinto", o "parque da Quinta das Freiras" e a "igreja matriz". Integra a linha "F" daquela operadora.
* Foi inaugurada em 02 de janeiro de 2011. Embora se localize em zona central será a menos movimentada das outras que se situam na mesma freguesia: Levada, Campainha e Venda Nova. 

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ESTAÇÃO DE NAU VITORIA

O canal de circulação e os cais de embarque localizam-se
em plano superior em relação à rodovia.

Desde esta estação e até à da "Levada", já no concelho de Gondomar, a
circulação é feita em subterrâneo, atravessando a Estrada da Circunvalação
e a via férrea. Entrada do respetivo túnel.

O canal de circulação na parte voltada para a estação
anterior - Contumil.

Na minha modesta opinião é das estações mais bonitas de toda a rede.
Vista geral das plataformas.

Composição que segue o seu destino até Fânzeres, que é a estação
términus desta linha.

* A "ESTAÇÃO DE NAU VITÓRIA" é uma interface da linha "F" do "Metro do Porto" e cujo acesso é feito pela rua homónima da freguesia de Campanhã, do concelho do Porto, sendo a última deste concelho.
* Foi inaugurada em 02 de janeiro de 2011. É, talvez, a mais bonita estação de toda a rede.  

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ESTAÇÃO DE FÂNZERES

O fim do cais e canal de circulação na parte voltada para a próxima estação
da Venda Nova, já na freguesia de Rio Tinto.

Uma composição que se encontra de reserva já fora do perímetro
da estação, embora com os portões de acesso franqueados.
O cais através do qual é feito todo o serviço comercial.

* A "ESTAÇÃO DE FÂNZERES" situa-se nesta aglutinada freguesia gondomarense, sendo o atual términos da linha "F" da empresa "Metro do Porto". No concelho de Gondomar é a sétima e todas elas são a descoberto.
* Foi inaugurada em 02 de janeiro  de 2011.


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18 de agosto de 2016

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MANGUALDE

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MANGUALDE" é uma interface da linha da Beira Alta, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 128,509 e cujo acesso é feito pela rua da Estação.
* É servida pelas composições "regionais", "intercidades", "sud expresso" e "lusitânia comboio hotel". Está dotada de praça de táxis, terminal de autocarros, bilheteira, rampa de acesso a cadeiras de rodas (deficientes), sanitários, sala de espera, posto público telefónico, cafetaria e posto postal (CTT).
* Além de várias linhas de topo e de reserva possui quatro vias de circulação com os comprimentos a variarem entre os trezentos e setenta seis (376) e duzentos e cinquenta oito (258) metros, com as plataformas a terem a extensão de trezentos e sessenta seis (366) e trezentos e trinta cinco (335) metros e a altura de setenta (70) e quarenta (40) centímetros.
* Entrou ao serviço comercial em 01 de julho de 1882, inaugurada pela então "Companhia de Caminhos de Ferro Portugueses da Beira Alta".
* Em todo o perímetro ferroviário desta estação são permitidas manobras e possui permanentemente aparcado material afeto às "catenárias" e às "vias e obras".

Material de manutenção das catenárias e das vias.
Lateral do edifício ferroviário

Frontaria da estação na parte voltada para a via pública.

O depósito de água que serve a estação.

O edifício ferroviário e o terminal de autocarros.

Grua que servia o antigo cais de mercadorias.

Na rotunda que dá acesso à rua da Estação, um bom exemplo
de aproveitamento ferroviário. Só falta mesmo uma simples
locomotiva,ou um antigo vagão ou carruagem!

Canal ferroviário com alguns vagões
madeireiros aparcados

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16 de agosto de 2016

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE BEJA

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE BEJA" é uma interface da linha do Alentejo, na qual se localiza ao ponto quilométrico (PK.) 153,937 e que tem acesso pelo largo da Estação Ferroviária, naquela cidade. Entre os anos de 1869 e 1990 foi o entroncamento do ramal  de Moura.
* É servida pelas composições "intercidades alentejanas", encontrando-se dotada de praça de táxis, posto público telefónico, aparcamento automóvel gratuito, bilheteiras, sanitários, posto de informações, sala de espera e cafetaria,
* Possui duas linhas de topo, três de reserva onde são permitidas manobras, limpeza do material circulante e abastecimento de gasóleo ao mesmo e, ainda, três vias de circulação com os comprimentos de seiscentos e cinquenta oito (658) e trezentos e oitenta oito (388) metros, com as plataformas a terem duzentos e dezasseis (216) e cento e noventa quatro (194) metros de extensão e a altura de sessenta e cinco (65) e quarenta e cinco (45)centímetros.
* Foi inaugurada em 15 de fevereiro de 1864, pela então "Companhia de Ferro do Sueste".

Vista lateral do edifício ferroviário na parte voltada
para a gare.

Gémeas. Nesta côr estas UDD da série 0450 fazem
composições "intercidades". Neste caso são as
0459 e 0461, renovadas nas oficinas de Guifôes.

Antigo armazém de mercadorias que era servido
por linha de topo. Hoje estás afeto às telecomunicações
ferroviárias (Refertelecom).

A sumtuosidade do edifício ferroviário na parte
voltada para o largo público.

Neste edifício já funcionaram restaurantes.

Abastecimento de gasóleo para as automotoras.

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15 de agosto de 2016

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ABRANTES

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ABRANTES" é uma interface da linha da Beira Baixa, na qual se situa ao ponto quilométrico (PK.) 134,919, correspondendo, igualmente, ao ponto quilométrico (PK.) 0,0 da linha do Leste. Tem acesso pela rua da Estação na extinta freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, daquele concelho scalabitano.
* É servida pelas composições "regionais" e "intercidades", encontrando-se dotada de terminal de autocarros, praça de táxis, aparcamento de veículos gratuito, bilheteira, rampa de acesso a cadeiras de rodas (deficientes), sanitários, sala de espera, posto público telefónico, caixa "multibanco", cafetaria e posto postal (CTT).
* Entrou ao serviço comercial em 07 de novembro de 1862, inaugurada pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses".
* Possui quatro linhas de topo, outras quatro de reserva, onde são permitidas manobras e três vias de circulação com os comprimentos de quinhentos e oito (508), trezentos e onze (311) e duzentos e setenta um (271) metros, com as plataformas a terem a extensão única de duzentos e sete (207) metros e a altura de setenta (70) centímetros.
* A empresa ferroviária "Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses" fez a inauguração, no ano de 1936, de um armazém de víveres da autoria do arquiteto Cottinelli Telmo.

Frontaria do edifício ferroviário na parte voltada para
a via pública.

Edifício que serviu como armazém de mercadorias e foi
servido por três linhas de topo (duas nas traseiras e
uma na frente).

O depósito de água afeto à estação encontra-se em
excelente estado de conservação.

O ponto quilométrico (PK.) 135,000 em pleno perímetro da
estação.
Toma de água em bom estado de conservação,  mas hoje
sem utilidade prática.
Material afeto às vias e obras que existia com fartura
naquela estação.

Vista geral do imponente edifício ferroviário na parte
voltada para a rua da estação.
.

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