Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

17 de junho de 2012

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CARREGAL DO SAL!

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CARREGAL DO SAL", igualmente conhecida por "Estação de Carregal do Sal" ou ainda como "Estação do Carregal", como se encontra inscrito no próprio edifício, é uma interface da Linha da Beira Alta que serve o concelho e vila do mesmo nome (Carregal do Sal), pertencente ao distrito de Viseu (por ora...)
* É servida por composições regionais e intercidades, sendo o seu acesso pela Avenida Doutor Oliveira Salazar (por favor, não pensem trocar o nome...)
* Em Janeiro de 2011, detinha duas vias de circulação, com quatrocentos e noventa oito (498) e quatrocentos e setenta dois (472) metros de comprimento, tendo as plataformas duzentos e sessenta dois (262) e duzentos e vinte seis (226) metros de extensão com a altura de quarenta e cinco (45) centímetros.
* O troço entre as Estações Ferroviárias da Pampilhosa (que já foi do Botão!) e Vilar Formoso (fronteira com Espanha), no qual esta interface se insere, entrou ao serviço, de forma provisória, no dia 01 de Julho de 1882, tendo a linha sido in auguirada, entre a cidade da Figueira da Foz e a fronteira com Espanha, de forma definitiva em 03 de Agosto do mesmo ano (1882). Entretanto este último troço (Figueira da Foz/Pampilhosa) encerrou no ano de 2010 para obras de beneficiação (!), sendo que jamais irá reabrir, atendendo ao tal desprezo e abandono a que foi votado. 
Neste momento devo ter-me sentido a pessoa mais importante
do planeta...o "intercidades" tracionado pela "Siemens".
elétrica número 5613 (série 5600) fez paragem para eu
seguir até Coimbra-B. Fui o único valente que entrou
não tendo saido alguém. 

A dupla de "UTE'S" (unidade tripla elétrica) da série 2250
teve de esperar pelo "inter" que me transportou, dado que
o cruzamento foi feito na Estação.  

Carrega no botão...espera...e fala parea aí! A estação
embora aberta não tem chefe, nem bilheteira...nem
funcionários!

Eram 19h20, o relógio estava certo...e o autor do
bloque ainda tinha de regressar a terras gondomarenses.

Ora cá temos a linha de reserva, devidamente bloqueada,
cujo aparelho só abre com chave!

Como homenagem especial ao amigo Doutor Prata
Freitas (que tanto tem feito - sem notar - de
bom ao autor do blogue), esta foto pretende mostrar
como era a estação nos inícios dos anos quarenta do
século passado, estarei correto, doutor?
De notar a existência de uma linha de topo onde se
encontra um vagão de mercadorias do tipo "J"
em madeira; hoje é inexistente.

Vista geral no sentido de norte/sul, tal e qual se
encontra atualmente.

Não sou saudosista, mas sim humanista. Por favor não
baralhem os nomes...Avenida Doutor Oliveira Salazar,
quer se goste ou não, foi um grande estadista!

Agora vista em sentido inverso! Sul/norte, com o edifício
dos lavabos em último plano á direita, mas fechado a sete
chaves.

Algo curioso! No exterior praça de táxis com lugares
obrigatórios e temporários...mas vazios!

Um recanto da minúscula sala de espera para os
passageiros.

O único banco existente naquela sala de espera, precisando-se
de um pouco de conforto para a mesma!

Vista geral do edifício, na frontaria virada para a via
pública. Penso que o andar embora já estivesse habitado, hoje está
desocupado.

A estação situa-se no PK. 98,000 da linha da Beira
Alta (atenção início na cidade da Figueira da Foz).
As linhas são encurtadas mas ficam a ter a mesma
quilometragem, interessante! 

Agora vista geral do edifício, com a frontaria voltada
para o cais de embarque!
* Recuando ao ano de 1932, foi instalada uma plataforma entre a primeira e a segunda via desta estação, criando-se uma terceira linha (de reserva), tal e qual se encontra nos nossos dias.

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6 de junho de 2012

DO PORTO A...ARAZEDE, COM AVEIRO PELO MEIO!

* ARAZEDE é uma freguesia portuguesa que integra o concelho de Montemor-o-Velho, distrito de  Coimbra (começo a ficar com ambiguidade, dada a reforma administrativa!), possuindo de área 52,72 quilómetros quadrados e uma população (recenseamento ano passado) de 5508 habitantes, o que perfaz a densidade populacional de 104,50 habitantes por quilómetro/quadrado.
O seu orago é a Nossa Senhora do Pranto.
* Chegou a ser sede de concelho entre os anos de 1781 a 1840, sendo neste ano anexado ao concelho de Cadima. Tinha, já no ano de 1801, 3626 habitantes e era constituido apenas pela freguesia sede do concelho.
* Esperando não excluir nenhum, vou indicar (alfabeticamente) os povoados que constituem - no atual - esta freguesia:
Amieiro, Arazede, Arneiro Tecelão,  Arribança, Bebedouro,  Bizarros, Bunhosa, Casal do Gaio, Casal Fernandes, Catarruchos, Faíscas, Gordos, Grilos, Lagoa do Torrão, Linhaceiros, Mata, Meco, Moita Vaqueira, Murteiro, Pelicanos, Pelichos, Piorno, Resgatados, Tojeiro, Vila Franca, Volta da Tocha e Zambujeiro.
Antes da partida. Locomotiva a diesel número 6002 do
operador ferroviário "Takargo" do grupo Mota-Engil, que
provinha de Valença e se destinava à "Celbi" tracionando
doze vagões carregados de toros de madeira.

A locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número
4703, seguindo sozinha e a aguardar o sinal de avanço
na linha 9 da Estação Ferroviária do Porto/Campanhã,
infelizmente já vitima dos "grafiteiros".

A locomotiva elétrica número 5617, manobrando para
tracionar um "intercidades" com destino a Lisboa/Santa
Apolónia, julgo que para substituir outra idêntica que
terá tido um problema técnico. 

Já engatada às carruagens "Corail" com a diesel 6002
da Takargo a seu lado.

Iniciando as manobras pela linha 9, temos a 5617, já aqui referida.

"UME" (unidade múltipla elétrica) da série 3400 que
me transportou até Aveiro. Estas são as unidades
que pertencem à divisão dos suburbanos do Porto. 

De dentro da composição anterior, vista da ponte
rodoviária do Freixo e do Areinho, freguesia de
Oliveira do Douro, do concelho gaiense.

Em plena travessia da ponte ferroviária de São João
vista do Rio Douro e um antigo barco rabelo que agora
faz viagens  turísticas entre as pontes  

Aqui já é uma lancha turística que viaja por via
fluvial até ao Peso da Régua. Continua-se em
pleno tabuleiro da Ponte São João. 

Acostada ao cais de partida, temos a embarcação
"Vasco da Gama" que faz as viagens turísticas fluviais
mais longas até Barca d'Alva.
Termina a Ponte ferroviária.

Apeadeiro de Cortegaça, freguesia e vila do
concelho de Ovar, após uma breve paagem.

Em pleno movimento e com chuva, material afeto às
vias e obras aparcado em linha de topo na Estação
Ferroviária de Ovar.

Em Aveiro. Painel comemorativo da inauguração do
Ramal Ferroviário Portuário no ano de 2010.
Este ramal tem o seu início na interface de Cacia
e termina dentro das instalações portuárias

Junto ao terminal dos contentores, uma derivação de
linhas com o aparelho de mudança de agulha manual.

Vagão plataforma da série"Regmms" para transporte de
carvão e que atinge a velocidade máxima de 100 quilómetros
por hora. 

Cargueiro belga "Maria Elisa" atracado no cais de
mercadorias diversas e dois rebocadores que fazem
as respetivas manobras. 

Farol de entrada no porto de pesca. Estamos ainda na ria, mas
as águas já são salgadas. 

Pescadores à cata de...robalos, douradas e afins. 

O ferry-boat está momentâneamente inoperacional.
No entanto os passageiros são transportados até
São Jacinto nesta lancha que pertence à "MoveRia"

Casas típicas da marginal de Aveiro e de toda a
região confinante.

O mercado de peixe integra-se na arquitetura típica. 

Vista geral do mercado do peixe.
O meu especial amigo Pedro Zúquete dá algum
realce à foto, mesmo de costas.

Enfim...é a frontaria da estação ferroviária de Arazede
onde consta a altitude e a quilometragem desde o
seu início.

Parte virada para o cais de embarque, vista geral do
degradado edifício da estação, sem qualquer
aproveitamento. O amigo Pedro observa a
sua obra de arte fotográfica.

Estado em que se encontra o edifício dos lavabos (retretes na linguagem
ferroviária)... Pura ruina.

Depósito de água existente no interior, rodeado de heras...
sinais de uma linha que encerrou para beneficiação (!) 

E aqui acabaram as pilhas. Temos ainda os carris cobertos
de ervas daninhas, os edifícios dos lavabos e da estação
de Arazede (ramal da Figueira da Foz, via Cantanhede)
Encerrou...para jamais reabrir!
* A nível ferroviário, a sede da freguesia possuia uma estação que integrava o Ramal da Figueira da Foz, que tinha o seu início na Estação da Pampilhosa, passava por Cantanhede e terminava na cidade da Figueira da Foz e que se encontra encerrado a todo o tráfego para obras de benefiação(?) que jamais irão começar, dado o estado de degradação das infraestruturas em toda a sua extensão.    

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4 de junho de 2012

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CETE E...ALGO MAIS!

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CETE", que no seu início foi conhecida como "Estação de Cette", é uma interface ferroviária da Linha do Douro, que serve aquela localidade no concelho de Paredes, distrito do Porto (por ora...)
* O acesso à mesma é feito pela Rua António Pinto Lopes, possuindo três vias de circulação com quatrocentos e nove (409), quatrocentos e vinte um (421) e trezentos e quarenta dois (342) metros de extensão, com as plataformas a terem de comprimento trezentos e dezoito (318) e duzentos e vinte oito (228) metros e a altura de setenta (70) centímetros.
Vista geral do edifício ferroviário na parte virada para o
cais de embarque.

Linha 1. Sentido de norte/sul.

Linhas 2 e 3 no mesmo sentido.
A da esquerda (número 3) será mais uma linha
de reserva.

Por cima do viaduto pedonal, vista geral do
complexo ferroviário, em sentido sul/norte.

Do mesmo local, mas em sentido inverso (norte/sul).

O Rio Sousa passa sob as plataformas de embarque.

Vista geral do edifício ferroviário agora do exterior.

Do outro lado das plataformas temos novamente o Rio
Sousa com as suas cascatas. Estamos na região do
Vale do Sousa.


Fileira de vagões carregados com sacos de cimento e
aparcados no entreposto da "Secil" entre os apeadeiros
de Irivo e Urrô, concelho de Penafiel. São da série
"Rlps", tipo plataforma e podem circular à velocidade
máxima de 100 quilómetros/hora.

Frente do locatrator da marca "Shoma" que prestava
serviço de manobras naquele entreposto. Hoje está
abandonado à sua sorte, em linha de topo.

Vista lateral do mesmo veículo, que começa a dar sinais de
abandono. É de uma empresa particular e não possui
numeração UIC.

A respetiva placa do fabricante alemão. Este modelo
não chegou a integrar o material cikrculante da
nossa operadora fcerroviária.

Este - coitado - estava separado dos restantes e ficou
com a carga a meio. São compostos por rodados
duplos.



De cima de um viaduto rodovário, temos a traseira do
locotrator, mesmo encostado ao fim da linha.

No sentido de norte/sul temos a derivação da linha do
Douro e das outras que servem o referido entreposto
cimenteiro e madeireiro.
Como estas fotos foram  tiradas a um domingo de
manhã, agradeço aos seguranças a possibilidade
de movimentação, uma vez que isto é propriedade
particular e encontrava-se encerrada.
* Esta interface é utilizada, como ponto de paragem, pelas composições urbanas da Divisão do Porto da transportadora Comboios de Portugal (CP) e situando-se no troço entre as Estações Ferroviárias de Ermesinde (concelho de Valongo) e Penafiel (concelho), cujo troço foi aberto à exploração em 30 de Julho de 1875. 

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