Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

20 de março de 2012

PAMPILHOSA (DO BOTÃO)!

* A Pampilhosa é, nos nossos dias, a freguesia mais populosa do concelho da Mealhada, distrito de Aveiro. A sua área é de 13,60 quilómetros quadrados, tendo uma densidade populacional de 390 habitantes/quilómetro quadrado. Dista da sede do seu concelho quatro (04) quilómetros, de Coimbra, 12 (doze) e da sede do distrito 45 (quarenta e cinco) quilómetros. A atividade predominante é a indústria metalomecânica, de transformação de madeira, cerâmica, mármores e agricultura.
* A sua denominação provem de "pampilium" que em latim pretende significar flor amarela viva; segundo outros, poderá vir também de "pâmpano" que é um rebento de videira ou, ainda, de "pampilho" que é uma vara comprida que termina em agulhão.
* Os habitantes da Pampilhosa (que já foi do Botão) ouviram o silvo do primeiro comboio que fazia a ligação Lisboa/Porto, no mês de Abril de 1864; porém a construção da sua estação ferroviária só será iniciada em 1879, ano em que também se iniciaram os trabalhos de construção da Linha da Beira Alta, que ligaria a agora vila a Vilar Formoso. Já no ano seguinte (1880), no mês de Abril, rasgaram-se os primeiros terrenos que viriam a servir de traçado ao ramal que a ligaria à cidade da Figueira da Foz.
* Pampilhosa foi elevada à categoria de vila em 09 de Julho de 1985, tendo como gémea a Comuna de Courcoury, em França, desde 14 de Junho de 1991.
Antiguidade sobre rodas.
Modelo primitivo da carrinha "Renault" modelo 4L,
cujo manípulo das velocidades é debaixo do tablier. 

Ao preço atual da gasolina é movida a GPL
(Gás de Petróleo Liquefeito), cujo litro custa
um décimo do outro combustível.
A minha vénia ao seu proprietário!

Edifício sede da Junta de Freguesia da Pampilhosa.

Antigo edifício do quartel dos Bombeiros Voluntários,
hoje transformado em Biblioteca.

Edifício sede (armazém) da secção local do Corpo
Nacional de Escuteiros, agrupamento 1067.


Ambulância de transporte de doentes que pertence à
secção local da Cruz Vermelha Portuguesa.

Edifício "Villa Rosa". Se a Rosa está neste estado
coitada dela. Merece um fim condigno, mas é de
particulares.

Pormenor de duas figuras esculpidas em barro e que
representam dois anjos (?)



Traseiras do edifício que serve de extensão do Centro de Saude

Edifício do cinema em obras de recuperação.
Bem-hajam senhores autarcas.

Frontaria principal do edifício novo do "Centro de
Saude" local.

O denominado chalet suiço. É de particulares, mas merecia
fazer jus ao seu historial.
À direita a palmeira mais alta de Portugal.

De dentro do espaço ferroviário, vista total do edifício
histórico a que chamaram de "chalet suiço" por ter
sido construido com base numa planta oriunda daquele
pais helvético.

A diferença de tamanhos entre uma vulgar palmeira e a
mais alta do nosso país, que também já é centenária.
Nos dias ventosos, abana, volta a abanar mas não cai.
As árvores morrem de pé.!
* É seu atual presidente - pessoa a quem presto a minha vénia - o ilustre senhor Vitor Manuel Alves de Matos.    

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19 de março de 2012

COMEMORAÇÃO DO 130º. ANIVERSÁRIO DA LINHA FERROVIÁRIA DA BEIRA ALTA!

* Uma vez que a crise (...ela aparece sempre nas obras imperfeitas, inacabadas ou nem sequer começadas!) obriga a que as entidades oficiais se "esqueçam" de algumas datas dignas de serem comemoradas, a nível ferroviário; felizmente existem entusiastas que a expensas suas levam a efeito aquilo que deveria ser feito a nível oficial.
Edifício onde funciona a Junta de Freguesia. È no salão
nobre que se situa nas traseiras do primeiro andar que
decorre a exposição.

Logo à entrada. As bandeiras...hoje em dia quase que
só se usa a vermelha enrolada; no entanto, elas existem
e as suas cores correspondem às regras semafóricas. 

Lanterna. Aqui encontra-se a funcionar eletricamente,
mas era a acetileno ou a azeite que nos tempos dos
nossos avoengos elas davam o sinal. 

A estaçao da Pampilhosa na sua plenitude, com o
diverso material que lá costuma estar aparcado.

Material histórico dos anos 1940, 1950 e 1960 que hoje já
não circula e alguns que já nem existe!  

Extrato fotográfico da autoria do particular amigo
Vitor Simões.

Estampas estas do grande impulsionador do evento e
outro particular amigo Pedro Marnoto Zúquete.

Chefe de estação que se preze anda devidamente fardado...

Instumentos, simbolos e material ligado à ferrovia.

Não, não são namorados. Ela representa a funcionária, devidamente
equipada, da guarda da passagem de linha; Ele, o
senhor chefe, pois claro!

Ainda houve outros mais antigos de manivela, mas este
já passou à história.

Poste que suportava os fios do telégrafo ao longo da
linha..."daqui o 500 vai partir, alô, alô, escuto, alfa,
beta, gama, etc."

Cofre dos primeiros socorros. Todas as composições
eram obrigadas a possuir, pelo menos, um e completo!
Este era o número 465 Hoje? chamam-se os bombeiros!

Composição da marca "Fiat"da série 500, que era  comboio
"Foguete", que sempre fez paragem nesta estação, como se
verifica. 

Pois, as automotoras "Allan" iniciavam nesta estação a
sua viagem pelo Ramal da Figueira da Foz!

Funciona a aciteleno e marcava o lugar de mudança
de via (agulha).

Bilhética, mapas, guias e manuais de outros tempos.

Chefe, fator, revisor cada um com o seu boné.

Baú onde os maquinistas e fogueiros levavam o almoço.
Hoje? Existem as hamburgarias, as churrascarias e
outras "...ias"

A partida da composição era dada por uma corneta.

Sua Excelência, o senhor Presidente da Câmara Municipal
da Mealhada, Doutor Carlos Costa Cabral, fazendo a sua
preleção sobre a locomotiva BA-061.

Brasão da vila ferroviária da Pampilhosa, esculpido
em madeira envernizada. Atentem na locomotiva... 


É pequeno como eu. Por detrás da bandeira amarela o
ilustre presidente da Junta,  Senhor Vitor de Matos.

Lanternim... e sapatos.

Assistência entusiasmada

De costas, de vermelho, outro dos mentores, o Vitor Simões..
`A esquerda o presidente da Junta e em frente o Senhor Presidente da Câmara da Mealhada.
* Pois bem, foi precisamente isso que aconteceu no passado sábado, dia 17, pelas 15h00. Com o apoio da Autarquia (freguesia) da Pampilhosa (que já foi do Botão...) um grupo de puros carolas levou a efeito um evento que se destinou a comemorar a efeméride em timbre; até porque CENTO E TRINTA ANOS é um feito a merecer algum respeito.
* Não tendo engenho nem arte para poder participar, fui, mui honrosamente, convidado a marcar presença, o que diga-se de verdade, o fiz com um entusiasmo como aquele que as crianças têm quando são obsequiadas com a prenda que pretendiam.
* Passemos a um relato ilustrado do que me foi dado ver, e que me leva a cada vez mais, invejar (no bom sentido) as mãos que conseguem pequenos milagres. A autarquia  (Mealhada)  fez-se representar pelo respetivo Presidente, Doutor Carlos Costa Cabral, tendo a Junta de Freguesia da Pampilhosa cedido o seu salão nobre, além de o ato simbólico de abertura ter sido efetuado pelo seu Presidente, Senhor Vitor Manuel de Matos.
* Antes de passar às imagens, esta exposição poderá (e deverá) ser visitada de segunda a sexta-feira das 10 às 12 horas e das 14 às 18,00 horas, sendo que aos sábados o horário é das 14h30 às 18,00, até ao dia 31 do corrente mês, nas instalações da Junta de Freguesia (primeiro andar) que se situa na Rua da Estação,nº.15; é sair do comboio, atravessar para o lado oposto e andar, apenas, cem metros.    

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23 de fevereiro de 2012

DE ALFARELOS/GRANJA DO ULMEIRO Á PAMPILHOSA!

O meu companheiro de viagem e professor ferroviário,
ilustre Pedro Marnoto, a quem muito devo!

Edifício da Junta de Freguesia que se situa na rua
em frente da Estação.

Como vila ferroviária na sua heraldica não podia
faltar o...comboio! 

PK. 231,3 da linha do Norte, em plena estação.

Aqui deu-se a nossa sepração, com um até breve, Pedro.
Ele viajou até Aveiro a bordo de uma UTE (unidade
tripla elétrica) da série 2200.

Como já tinha bilhete de volta assegurado no "inter"
consegui mais esta surpresa.

Locomotiva a diesel da "Comsa Rail Transport" da
série 335.002.

Chegou com vinte vagões madeireiros carregados e
por aqui ficou até me vir embora de regresso!
Continuam as manobras...

Fileira de vagões de transporte de produtos siderúrgicos
do tipo "Shimms" e outra com vagões plataforma vazios.

Duas gerações...uma diesel a outra elétrica!

Efetuadas as manobras, está a composição pronta e
seguiu o seu destino pela linha da Beira Alta, com
vagões porta contentores.

Não os contamos...mas a composição era bem
comprida!

Dá gosto estar por perto a ouvir as locomotivas a
trabalhar ao ralenti. 6002 da Takargo que esteve
algum tempo em manobras.

Só para quem conhece os meandros da estação, descobre
esta raridade. Locomotiva a vapor da ex-Companhia dos
Caminhos de Ferro da Beira Alta, com o número 61 BA.

Não estando perfeita, já as vi em muito piores condições.
Três rodas motrizes.

Locomotiva e tender. Recordação a não deixar perder!

Dois vagões de transporte de inertes do tipo "Us".

Vagão porta contentor do tipo "Sgs". Rodados duplos, podendo
transportar dois contentores.

Abaixo do chefe, está o subchefe (neste caso da tração),
por isso mereceu umas instalações mais dignas...estas
estão ao abandono!

...Um último adeus com votos de nos vermos em breve!

Aí vamos nõs a caminho da fronteira...

Locomotiva a diesel da série "1400" a número 1444,
que esperava sinal de avanço.

A locomotiva anterior estava acoplada a uma
composição de mercadorias de vagões mistos.

Composição de socorro afeta à Pampilhosa.

O "socorro" completo, aparcado em linha de topo

Vagão fechado de portas de correr do tipo "His", sozinho!

A colocação da placa não deixa de ter um certo
ar de lirismo...

Este vagão "His" integra o comboio de socorro.

Duas locomotivas elétricas; a primeira da série "5600", a
outra da série "4700"; ambas estavam no regime de
requisição.

...e a seguir uma bombardeira" da série "9650".

Antigo vagão do tipo "Us" adaptado ao comboio
socorro, estando como novo.

Antigo furgão metãlico de fabrico "sorefame", no estado de
novo e que integra a composição de socorro.

Segundo vagão do tipo "U" adaptado e também em
muito bom estado.

Torna-se um perigo, até para as crianças. A porta
devia estar fechada à chave!
Formoselha é uma localidade que pertence à freguesia
de Santo Varão. Já possuiu uma estação ferroviária,
cujo edifício se encontra sem qualquer destino, sendo
agora apenas um apeadeiro.

Estas composições regionais entre Coimbra e Aveiro,
com passagem por Alfarelos e Pampilhosa, são
"pára em todas". Assim temos o apeadeiro de
Espadaneira. Como se deduz a foto foi tirada
do interior da carruagem.

Vista parcial da Estação Ferroviária de Coimbra-B
(bifurcação). Sem qualquer material aparcado e em
obras. Situa-se na freguesia de São Bartolomeu,
com acesso pela Rua do Padrão.

Edifício ferroviário na parte virada para o cais de embarque.
Oxalá não venha a ser mais do que uma premonição,
mas não auguro nada de bom para este edifício!
Continuamos em Coimbra, cidade dos estudantres!

Passagem de uma composição com cerca de uma
vintena de vagões madeireiros, carregados e tracionada
por uma locomotiva da série 6000 do operador
ferroviário "Takargo".

Estação Ferroviária de Souselas, que se situa no PK.
224,971 da Linha do Norte e foi inaugurada em
10 de Abril de 1864, sendo o acesso feito pela
Rua dos Correios (?) daquela freguesia do concelho
e distrito de  Coimbra. 

Aparcados em linha de reserva situada em frente das
ruinas daquela que foi (talvez) a maior fábrica de
cerâmica do seu tempo...A Fábrica de Cerâmica da
Pampilhosa,  fileira de vagões madeireiros vazios. 

Estes vagões são do tipo "Kbmps", de rodados simples
e atingem o máximo de cem quilómetros/hora.

Com a autorização sempre necessária, comecemos às voltas
do "nosso mundo"!
Locomotiva a diesel da série 1900 (a número 1947)
aguarda, pacientemente, que a ocupem; pois elas foram
reabilitadas!

...Fabrico da "Alsthom", atingem a velocidade máxima
de cento e vinte quilómetros/hora.

Em linha de topo, dresine com vagoneta acoplada e de
apoio`aos túneis. Estes veículos são pertença da
"Refer" (Rede Ferroviária Nacional).

Locomotiva a diesel da série "1960" (a número 1962)
aguarda que lhe seja distribuido serviço. São um
sorvedouro de combustível, mas têm força de gigante.
O seu roncar pairece no ar durante algum tempo, depois
de se ter afastado.

Defronte das ruinas da fábrica já referida noutra foto;
nova fileira de vagões de transporte de inertes,
também vazios.

Em fase de manobras, a locomotiva a diesel da série "6000" (a número
6002) do operador "Takargo Rail" que pertence ao grupo
Mota-Engil.
* Pampilhosa (do Botão) é uma freguesia do concelho da Mealhada e distrito de Aveiro. A nível ferroviário possui uma estação que é uma interface das Linhas do Norte, da Beira Alta e do Ramal da Figueira da Foz (este sem circulação). O seu acesso é feito pela Rua da República, sendo servida por composições "regionais", "intercidades", "alfa pendular" e "urbano", estas a nível de passageiros; pois, quanto a mercadorias é um centro nevrálgico. A sua inauguração data de 10 de Abril de 1864.

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