Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

8 de janeiro de 2012

DE PORTO/CAMPANHÃ ATÉ À LIVRAÇÃO!

Penso que é uma das profissões que hoje em dia
mais funcionários tem...inspetores! E eles, claro,
precisam de um gabinete!

Caldas de Canaveses para a linha do Douro, embora estas
fiquem situadas na freguesia de Sobretâmega do concelho
do Marco de Canaveses. Atualmente encontram-se encerradas para
recuperação e possível beneficiação.

Livração...início da extinta linha do Tâmega. Nem a
Nossa Senhora da Livração valeu à linha!

Finesse...gabinete do telégrafo!
Mais um que não sei para que serve nos
nossos dias.

Este sim...é para sua excelência e até tem direito
ao logótipo à entrada.

Edifício que foi para guarda das mercadorias... Hoje?
Está trancado.

Chegou a existir uma linha de topo que servia
para a carga e descarga das ditas (mercadorias).

Trabalha certinho e é "made in 560", Vila Nova de
Famalicão. São 09h12 e a "Sony" já pedia troca de pilhas! 

Sem legenda. Pagamos todos!

Via única, possibilitando cruzamento na estação.
Agulha manual para a linha 2.

O mesmo agora para a linha 1, que é a de circulação
direta.

Servia para controlar a largura e a altura
da carga dos vagões.

Sítio preciso onde começava a linha do Tâmega que
quando encerrou já só ia até Amarante (doze quilómetros)

Travão na linha de reserva. É fechado e aberto com
chave.

Brrrr...Lindo! A brancura da geada.

Esta trouxe-me de regresso. Os outros dois ficaram
por lá...vierem no seguinte.
Sei que irei ter alguns comentários a criticar as legendas apostas, porque não se pode (deve) mostrar o que é mau. Temos de engrandecer a ferrovia portuguesa, mesmo que ela esteja de rastos...
"UTD" (unidade tripla a diesel) da série "592", vulgo "camellos"
espanhola, pois foram alugadas à operadora "Renfe" que as
mantinha sem qualquer serviço atribuido, devido, em parte,
à sua longevidade e consumo de combustível e que transportou
o grupo. São demasiadamente barulhentas e lentas no arranque.
Possuem ar condicionado e de ponta a ponta...apenas dezasseis
portas, sendo os corredores bastante estreitos, o que, por si só,
diz bem da dificuldade em os passageiros com maiores restrições
motoras poderem circular no interior.    

Interior da carruagem onde o grupo se resolveu
"refastlar". Os bancos são rebatíveis...podem ser
mudados, manualmente,  em função do sentido da
marcha da composição.


Como a composição era "interregional" (mais cara), só
efetuou paragens em Ermesinde, Paredes,  Penafiel
e Caíde d'el rey; cuja vista parcial da estação está
representada na foto, ainda ao raiar da aurora.

Chegados ao destino. As travessas de madeira da via
férrea estão "vestidas" de branco, pela geada. O sol
começava a mostrar-se a medo...

Outra perspetiva do branco onde devia estar castanho
(madeira). O calor do grupo aquecia mais que a
geada ao nosso redor.

Na linha de resguardo, dresine com vagoneta acoplada,
de via larga e que é pertença da "Refer" (Rede Nacional
Ferroviária)

Vista parcial da estação na parte afeta à via métrica, seja
mil milímetros entre carris O branco persiste...teimosamente!

Como classificar? Sucata ao quadrado! Vagão de abas
baixas, de via métrica, carregado de sucata, mas ele
próprio condenado.

Preciosidade ao abandono. Balança de pesagem dos
vagões com a respetiva carga. Uma demão de decapante não lhe faria mal
e até podia ser dada por um dos beneficiários do
rendimento de inserção social, que é pago por todos nós!|

O branco da paisagem contrasta com o branco do
abrigo do agulheiro.

Linha do Tâmega à saida da estação. Curva à direita!
Edifício à esquerda serviu como dormitório para
os funcionários.

Quatrocentos metros após o início, acabaram os
carris da defunta Linha do Tãmega.

Antigo furgão ferroviário da série "U" de via estreita,
que servia de apoio às "vias e obras". Encontra-se
num barraco de madeira preservado (?)

Sempre que passo por aqui faço uma visita a esta velha
amiga. Automotora a diesel de via reduzida da marca
"Nohab" que se encontra no interior do mesmo barracão.
Os meus conhecimentos dos meandros da estação
permitem esta foto, uma vez que o barracão está
fechado à chave. 

Outro exemplar igual à anterior, mas sujeito às intempéries,
que me põe o coração a sangrar ao ver o fim inglório de
quem deu tanto de si ao país...
Na siderurgia era capaz de ainda dar alguns cêntimos (!)

Vagoneta de transporte de materiais e que está(va) afeta
à "Refer" na via métrica. Curioso o fato de na última vez
estar encostada ao portão do barracão anterior...
Mexeu-se!

 Vagão cisterna de via reduzida que, a continuar assim,
terá como destino a sucata! Possui rodados (boggies)
duplos.

Aqui dentro, trancadas, encontram-se duas automotoras
a diesel, ligeiras que foram as últimas a prestarem
serviço nesta linha. São iguais às do "Metro de
Mirandela", só mudando a cor. Aquelas são verdes
e estas vermelhas e fazem referência ao centenário
da linha (que mataram!)

Sala de espera com as "pseudo" bilheteiras ao fundo.
Cadeiras...para quê? Sim, o relógio está certo...
só eram 08h50 e os táxis chamam-se via
telefone, embora haja uma praça no exterior.

Depois não digam que não foram avisados...
Se acabaram os comboios, também não será a
empresa ferroviária a assegurar o transporte.
Andar a pé faz bem à saude e recomenda-se! 

Vista geral do edifício ferroviário com os cais de
embarque da Linha do Douro.

Os novos abrigos para os passageiros não deixam
entrar nem frio, nem chuva com vento.

Pois...edifício de manutenção norte da EMEF (Empresa
de Manutenção do Equipamento Ferroviário).
Queria saber o que é que atualmente lá fazem... 

O rio Odres que atravessa a vila de Vila Meã e
desagua no Tâmega, serpenteando por entre campos
gelados. A ponte serve de passagem pedonal apenas.

Fontanário em ferro forjado e que deita água...mas
imprópria para consumo humano.
* É do conhecimento geral que a estação do Porto/Campanhã, se situa no Largo da Estação naquela freguesia "tripeira"; porém, já nem todos saberão que a estação ferroviária da Livração se situa na Rua da Estação, na freguesia de Toutosa, concelho do Marco de Canaveses e integra a linha do Douro. 
* Nesta estação que também usa o nome de "Caldas de Canaveses" teve início a defunta Linha do Tâmega de via métrica. Não terá sido bem uma repetição, pois a última vez que lá fui, foi a título particular e de viatura própria. Já hoje, domingo, dia 08, o trio dos "carolas" juntou-se para efetuar a primeira viagem fotográfica do ano que agora se iniciou, mesmo ainda sem se ser possuidor da credencial oficial. Assim, eu, o ilustre "comandante", João Ribeiro da Silva e o ilustríssimo "filósofo", Luís Miguel Meireles, resolvemos retirar umas horas a um merecido descanso e pelas 7h30 embarcamos na composição da série 592, vulgo "camello espanhola" quje terminaria a sua marcha somente na estação do Pocinho, mas que nos deixou no destino ao raiar o dia e com as travessas ferroviárias e os campos cobertos de geada - o que deu um ar de beleza ao passeio - fazendo com que a confraternização fosse mais quente.
* Um pequeno senão pela minha parte não ofuscou em nada - julgo eu - a amizade que se entranhou (como uma lapa) no grupo. Como fiquei pela Livração (estação de que conheço os meandros) não acompanhei os dois camaradas até à ponte ferroviária que dista cerca de dois quilómetros e que atravessa o rio Tâmega; fazendo com que regressasse numa composição anterior à deles...
* Diriam alguns que para trabalhar não nos levantaríamos de madrugada...certo é que "quem corre por gosto não cansa" e fomos fazer aquilo que realmente gostamos...fotografar comboios e curiosidades com eles relacionadas.
* Como sou um pouco vaidoso no que faço - embora tenha ainda muito a aprender na arte de bem fotografar - compartilho convosco "os trabalhos" que a minha inseparável "Sony" me ajuda a fazer, contando sempre com os vossos imprescindíveis comentários.   

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1 de janeiro de 2012

NAS VOLTAS E REVIRAVOLTAS DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO PORTO/CONTUMIL

* A estação de Contumil como é erradamente chamada, é a terceira estação ferroviária da cidade do Porto e a segunda situada na mesma freguesia (Campanhã). Aqui começa a linha de Leixões (só adstrita nos nossos dias, a mercadorias). 
 * Embora só aqui tenham paragem oficial algumas das composições pertencentes aos "comboios suburbanos do Porto" é uma interface deveras importante em material aparcado, até porque em instalações anexas funcionam o posto de manutenção dos "alfa-pendulares" e a secção do norte da "EMEF" (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário), onde são beneficiadas importantes composições e efetuadas adaptações de material mais antigo.
Locomotiva a diesel da série 1950 (a número 1973)
da marca "Bombardier", aguardando por alguma
ação. Possuem seis rodados (3+3). 

Composição UTD (unidade tripla diesel) da série 592,
vulgo "camellos" meia dentro e meia fora da cocheira
de lubrificação, oleagem e lavagem. No nosso país
corresponde à numero 093 e fazem serviço nas linhas
do Minho e Douro.

Embora a data de fabrico seja equivalente, pode-se
considerar duas gerações distintas. Assim, à esquerda,
temos uma composição "UDD" (unidade dupla diesel)
da série 0450 e à direita outra "UTD" (unidade tripla
diesel) da série espanhola 592. Ambas estão nas
linhas de topo destinadas à limpeza interior e dos
vidros.

Carruagens de madeira, com assentos de pau, que
integram(integravam) o comboio histórico do Douro. 

Perspetiva de uma das carruagens anteriores de madeira
(são duas em verde e três em castanho).
Note-se o antigo logótipo da "CP".
Desejo sinceramente que venham a ter ainda
uma vida cheia de viagens (?)

Duas carruagens "sorefame" em linha de topo,
sem qualquer utilidade e que chegaram a
integrar o comboio "sud-expresso".
Para elas formulo votos de um fim condigno (!)

Carruagens metálicas "Corail" que fazem as composições
"intercidades".

Locomotiva elétrica da marca "Siemens" da série 5600
que rebocam as composições anteriores.
Como diz a publicidade..."vá de comboio...", eu
gostava muito de ir a todo o lado, mas cada vez,
vou a menos (e não é por minha culpa) 

A locomotiva 5617.4 (série 5600) elétrica que aguardava,
com ansiedade, poder mostrar-se por esse país fora!

Carruagem da marca "Schindler", fazendo publicidade
ao vinho generoso do Douro. Hoje sem qualquer fim
atribuido, encontram-se nas linhas de topo finais,
começando a ficar rodeadas de eras...

Posso tornar a dizer...duas gerações!
Lado a lado a carruagem da foto anterior
e duas metálicas "sorefame" que serviram
como bar/restaurante.

Locomotiva a diesel da série "1400", a número 1431,
que nos dias atuais, são usadas principalmente para
manobras nas estações.
Já poucas fazem serviços de longo curso!

Locomotiva a diesel da série 1900, a número 1915, em
plena beneficiação para poder ser integrada em
composições de longo curso (passageiros e
mercadorias). Já estiveram postas de lado...

Locotrator a diesel da série 1150,  o número 1167...

...Para ter alguma utilidade deixou de pertencer à CP,
para passar a ser da "EMEF". Só fazem manobras internas.
* Felizmente, e uma vez que não sou dos que criticam tudo o que se pode ver, vou tendo alguma liberdade movimentos, desde que vista o necessário colete refletor; por tudo isto sinto-me no dever de deixar públicos os meus sinceros agradecimentos.

NA.: Quando realizei esta sessão fotográfica, permitiram-me, excecionalmente, fotografar outro material, que por motivos óbvios, não o publico por enquanto. Ficam na minha caixa particular a aguardar a superior autorização para serem tornadas públicas.

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