Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

11 de outubro de 2011

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ERMESINDE

A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ERMESINDE" ou simplesmente "Estação de Ermesinde" é uma interface da Linha de Leixões que serve a freguesia e cidade de Ermesinde, no concelho de Valongo e distrito do Porto. * O seu acesso é feito através do Largo da Estação, sendo os serviços ferroviários formados por composições "Intercidades", "Regionais" e "Urbanos". É também nesta estação que, fisicamente, se separam as Linhas do Douro e Minho, ambas com início na estação portuense do Porto (São Bento). * Esta estação foi inaugurada no ano de 1873. * Atualmente a estação apresenta cinco vias de circulação, uma de reserva (a linha seis) e uma de topo; sem se considerar as duas que se encontram afetas à Linha de Leixões (nesta altura apenas de mercadorias). As linhas de circulação possuem comprimentos variáveis entre os duzentos e dez (210) e os quinhentos e noventa oito (598) metros, sendo que todas as plataformas têm a extensão de duzentos e vinte (220) metros e a altura de setenta e cinco (75) centímetros. * Os serviços de passageiros na Linha de Leixões (que nunca chegou a esta localidade, pois o seu términos ficou-se pela freguesia de Leça do Balio, no município matosinhense) foram suspensos, devido ao plano de austeridade em vigor no país derivado à crise económica; plano este que determina o encerramento das ligações ferroviárias com menor procura o que se verificou no mês de Fevereiro do ano em curso.


A locomotiva da marca "Siemens", da série 4700 (a número 4720)
passa pela linha 4 a tracionar uma composição de "cimenteiros"
alguns da espanhola "Transfesa" 

Aí vão os vagões cimenteiros tracionados pela locomotiva elétrica
anterior.

A "UDD" (unidade dupla diesel) da série 0450 (a número 0468)
que fez paragem na linha 3 e prosssegue a marcha até Porto/
/Campanhã, proveniente de Valença. 

Fileira  de vagões de transporte de inertes das séries "Us" e "Faccs"
que manobraram na linha 5 para seguirem até à Estação Ferroviária
de Leixões e que vinham vazios desde as Devesas (Vila Nova
de Gaia).

Destes nem todos eram portugueses, pois também os havia espanhóis,
da "Transfesa".

A locomotiva elétrica da marca "Siemens", série 4700 (a número 4710),
já toda  grafitada (o que vai-se tornando um hábito) em manobras
na linha de reserva, a número 6. 

Lomotiva a diesel da série 6000 (a número 6002) do operador ferroviário
"Takargo Rail" (grupo Mota-Engil), de passagem pela linha 4.
O maquinista sauda o fotógrafo que retribuiu!

Uma nossa velha conhecida. A "VCC" 008 (veículo de contrução de
catenárias) aparcada na linha de topo. Este material pertence à operadora
"Refer" (Redes Nacionais Ferroviárias).

Este também é o um velho conhecido. Vagão fechado que foi da CP e hoje
se encontra afeto às "vias e obras". Ele começou por ser castanho, passou a
amarelo e agora é ... (de que côr). Aparacado na linha de topo.

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6 de outubro de 2011

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA GRANJA



* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA GRANJA" ou simplesmente "Estação da Granja", é uma interface da Linha do Norte, que serve a freguesia de São Félix da Marinha, concelho de Vila Nova de Gaia e distrito do Porto. * Localiza-se naquela freguesia, com acesso pela Rua da Estação dos Caminhos-de-Ferro. * Em Janeiro do ano em curso (2011) possuia três vias de circulação, com seiscentos (600) e setecentos e dez (710) metros de comprimento; as plataformas apresentavam duzentos e quarenta cinco (245) e duzentos e sessenta (260) metros de extensão e setenta (70) e trinta cinco (35) centímetros de altura. Existe ainda uma linha de topo e outra de reserva. * Esta estação insere-se no troço entre Vila Nova de Gaia (Devesas) e Estarreja da Linha do Norte, que foi inaugurado pela então "Companhia Real dos Caminhos-de-Ferro Portugueses" no dia 08 de Julho de 1863. Esta foi, também, uma das estações contempladas pelos novos serviços mistos, criados para ligar as estações ferroviárias de Vila Nova de Gaia (conhecida popularmente por "Devesas") e Coimbra, após a abertura ao tráfego do troço entre Estarreja e Taveiro (Coimbra) que se iniciou em 10 de Abril de 1864. * Nos nossos dias, as únicas composições que aqui fazem paragem são as que pertencem aos "comboios urbanos do Porto". * Esta é uma das estações que tem as suas fachadas cobertas de azulejos de fundo azul que relevam para alguns monumentos e profissões portugueses, que foram manufaturados pela fábrica "Viuva Lamego" e que pela sua antiguidade e por algum desleixo à mistura começam a soltarem-se, sendo que alguns já se encontram partidos e irrecuperáveis.
Fachada do edifício vitada para o exterior.
A estação encontra-se revestida de azulejos a toda a volta!

Antigo barracão de mercadorias, com a linha de topo onde se
encontra aparcada uma dresine afeta às "vias e obras" e que
pertence à "Refer" .

Duas vagonetas que se encontravam acopladas à dresine anterior
e que se encontravam carregadas com carris e travessas de
madeira (destinadas à reciclagem)!

Vista geral do edifício ferroviário na parte virada para os cais
de embarque dos passageiros. 

Parte lateral no sentido de norte para sul.

Azulejo que representa o "Campanário da Batalha".
Encontra-se na parede do cais de embarque.

Azulejo que se encontra colocado na mesma fachada e representa
a "Ponte Romana de Condeixa".

Ainda na mesma fachada, outro painel de azulejos representando
a "Torre de Belém", em Lisboa.

São estas as únicas composições que fazem "stop" na estação.
Dupla de "UME'S" (unidades múltiplas elétricas) da série 3400
que pertencem aos "comboios suburbanos do Porto".

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27 de setembro de 2011

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LEIXÕES

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LEIXÕES" ou simplesmente "Estação de Leixões" é uma interface da Linha de Leixões, que serve o porto comercial do mesmo nome, no concelho de Matosinhos e distrito do Porto. * Esta estação apenas faz serviço de mercadorias, tendo sido inaugurada no ano de 1938. * No ano transato (2010), detinha uma via de circulação, com mil e cem metros de comprimento, tendo a plataforma cento e dezoito metros de comprimento e trinta centimetros de altura. * Sendo uma estação terminal possui várias linhas de reserva e de topo. A linha de Leixões começa na estação portuense de Contumil, na freguesia de Campanhã. * Precisamente por ser uma estação que não é frequentada por passageiros e dado o carater excecional, quero tornar públicos os meus sinceros agradecimentos pelas facilidades concedidas na movimentação entre carris, que foi efetuada com um colete refletor vestido.


Fileira de vagões fechados da série "Gabs" para transporte de
mercadorias a granel..

Conjunto de vagões plataforma da série "Rlps" carregados
com sacos de cimento, prontos a seguir viagem.

Série de vagões porta-contentores.
Estes vagões são os que aparecem em maior número nesta linha.
Cada vagão (plataforma) dá para dois contentores.

Os porta-contentores são da série "Sgmms".

Este marco quilométrico que se encontra em plena estação
faz-me estranhar...Quilómetro sete? A contar de onde?
De Porto/Contumil não é de certeza!
Agradeço que alguém, com mais capacidade que a minha,
me esclareça.

Vagão que pertence à operadora espanhola "Transfesa" e que se
destina ao transporte de toros de madeira.

A preciosidade do dia. Vagão que servia para transporte de
veículos, da série "Lgks". Hoje em dia, são raros pelas linhas cá do
Norte.

Edifício ainda em uso e que era os antigos dormitórios da CFE
(Caminhos de Ferro do Estado)!

A locomotiva a diesel número 1431 (série 1400) é a que se
encontra afeta às manobras nesta estação.

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21 de setembro de 2011

INSTALAÇÕES OFICINAIS DA EMEF (EMPRESA DE MANUTENÇÃO E EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO)

* "GUIFÕES" é uma freguesia e vila do concelho de Matosinhos, distrito do Porto, com a área de 3,53 quilómetros quadrados e uma população de 9686 habitantes (censos do ano de 2001), perfazendo assim a densidade populacional de 2744 habitantes por quilómetro quadrado.

* Foi elevada à categoria de vila em 12 de Junho de 2009.
* Como património mais conhecido possui o "Castro do Monte Castelo de Guifôes" ou, simplesmente, o "Monte Castelo" e também a "Ponte de Guifões" ou "Ponte do Carro", de arquitetura románica.
* É também nesta freguesia que se situam (concretamente na Rua dos Ferroviarios, ao lugar de Gatões) as instalações oficinais para grandes reparações do material circulante ferroviário, da EMEF, que foram objeto de uma visita hoje, dia 21, a partir das 14h30, por parte do autor que desde já apresenta os sinceros agradecimentos por todas as facilidades concedidas e pelas inúmeras explicações transmitidas.

Automotora da marca "Allan", tipo "alface", com o número 0360 (série
0350) em remodelação, embora se desconheça o seu fim. 

A locomotiva elétrica número 1805 (série 1800) em
manutenção para integrar o espólio do Museu Nacional
Ferroviário.

Rodados para serem utlizados.
Ao fundo uma antiga carruagem de passageiros, de via métrica,
tipo "napolitana", pintada na cor amarela por ter sido integrada
numa composição de "comboio socorro".
Hoje grita ela: "socorro, quem me acode"!

A imponência da frente da locomotiva 1805, dentro das instalações
de manutenção.

Carruagem que integra uma composição da série 0450, que se
encontrava em manutenção, para passar a circular na Linha
do Alentejo.

Automotora da série espanhola 592, tipo "Camello", com o
número português "094M" e que, em termos de circulação
comercial, ainda se encontra "virgem", considerando as
linhas ferroviárias portuguesas; pois elas já possuem
quse trinta anos de bons serviços em território espanhol. 

Carruagem da composição anterior que se encontrava em manutenção
para começar a circular nas linhas do Douro ou do Minho.

Em qualquer situação, "um século" deve ser digno de homenagem.

Traseiras da locomotiva de via estreita número 207, exposta
no exterior das instalações oficinais.

A mesma locomotiva vista na lateral, que possui três mais duas
rodas motrizes.

Já agora outra perspetiva...

Vista da fornalha para o carvão e de parte da cabine de
condução da "vaporosa".

E pronto...uma última despedida!
NB: A minha visita às instalações foram objeto de mais fotos, que não são publicadas por motivos óbvios, nomeadamente o direito à preservação de imagem.

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8 de setembro de 2011

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PORTO-CAMPANHÃ!

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO PORTO-CAMPANHÃ", simplesmente conhecida por "Estação de Campanhã" é uma interface ferroviária situada precisamente na freguesia de Campanhã, na cidade do  Porto. Antes desta designação chamou-se de "Pinheiro" devido a ter sido erguida em terrenos da antiga "Quinta do Pinheiro" e cuja denominação ainda se mantém numa artéria que ladeia a estação - a Rua do Pinheiro de Campanhã.
* É a entrada ferroviária mais movimentada da cidade "tripeira". Situada na parte oriental da cidade, constitui um excelente ponto de partida para conhecer a "Invicta" e seus arredores, com ligações permanentes para o centro da cidade (Estação de Porto-São Bento) e ligações às linhas do Douro, Minho, Norte e ramais de Braga e Guimarães.
* No ano de 2004, esta interface detinha a classificação A (a máxima) da Rede Ferroviária Nacional, contava com dezasseis (16) vias de comunicação, aonde se poderiam realizar manobras, dispondo de equipamento para informação ao público. No ano transato (2010) ainda dispunha do mesmo número de vias, cuja extensão variava entre os 220 (duzentos e vinte) e os 555 (quinhentos e cinquenta cinco) metros; tendo as plataformas um comprimento entre os 220 (duzentos e vinte) e os 510 (quinhentos e dez) metros e uma altura de 90 (noventa) centímetros, à exceção da primeira que apenas tem 65 (sessenta e cinco).
* Esta estação foi inaugurada em 21 de Março de 1875. No ano de 1902, um tabuleiro metálico foi instalado na Rua da Noeda, com o propósito de expandir as instalações da mesma. Originalmente, a estação incluia serviços de apoio técnico a material circulante. No entanto, estas facilidades tornaram-se insuficientes para as necessidades, pelo que, logo a seguir, no ano de 1903, foi aprovado o projeto para uma estação em Contomil (atual Contumil), para ajudar Campanhã na prestação de apoio técnico, e servir de entroncamento entre as Linhas do Minho e Circunvalação do Porto (atualmente chamada de Linha de Leixões).  
* No ano de 1932, foi montado um sistema de sinalização elétrica nesta estação, e no ano seguinte  (1933) foram efetuados melhoramentos na "toma da água" das locomotivas (hoje inexistente) e foi aprovada a construção de muros de suporte, uma ligação entre as várias plataformas e duas placas baixas para o descarregamento de mercadorias (nos nossos dias, a estação não faz serviço de despacho de mercadorias), além da instalação de sinalização do lado norte da estação. Já no ano de 1934 é aprovada a instalação de um telefone e de uma campainha de chamada em cada plataforma.
* No ano de 1971, esta interface passou a deter um serviço direto de ligação com a cidade espanhola de Corunha, cujo percurso, no ano seguinte (1972) foi reduzido para Vigo (onde, por enquanto, ainda se mantem).
* Assim esta estação é servida por composições "urbanas", "regionais", "intercidades", "alfas pendulares" e "internacionais".
* É igualmente servida pelas composições do "Metro do Porto", autocarros da STCP (Sociedade de Transportes Coletivos do Porto), empresas privadas de transporte de passageiros (por exemplo, a "Empresa de Transportes Gondomarense"), possuindo no largo exterior uma praça de táxis.    

Compilado em Gondomar, por "texasselvagem"

* TEXTO ESCRITO SEGUNDO AS NOVAS NORMAS DO ACORDO ORTOGRÁFICO PARA A LÍNGUA PORTUGUESA.

Composição "intercidades" com destino à Estação Ferroviária de Lisboa
(Santa Apolónia), tracionada pela locomotiva elétrica da série 5600, como
é habitual.

Composição "alfa-pendular" que aqui terminou a sua marcha e que
provinha de Faro, tracionada por uma automomora elétrica da série
4000, como também é usual.
A número 4009 homenageia o centenário cineasta português
Manuel d'Oliveira e o seu filme já musicado e falado "Aniki Bóbó".  

Composição pertencente aos "comboios suburbanos do Porto" da
série 3400. Estas composições circulam pelas linhas do Norte (até
Aveiro), pela do Douro (até Caíde d'el Rei)´e pelos ramais de
Braga e Guimarães. Sáo "UME'S" (unidades múltiplas elétricas)
que podem circular em dupla.

Locomotiva elétrica da série 4700 (a número 4717) que se encontra
afeta, esclusivamente, ao  serviço da CP-Carga!

A locomotiva rebocava uma composição de vagões "cimenteiros"
pertencentes à portuguesa "Cimpor" e à espanhola "Transfesa", não
tendo efetuado paragem na estação.

Composição da série espanhola 592, conhecidas por "Camellos", que
tinha como destino a Estação de Porto-São Bento e provinha do Peso
da Régua.

Estas composições são "UTD'S" (unidades triplas eletricas), podendo
circular em dupla e vieram substituir, na linha do Douro, as
inesquecíveis "sorefame" da série 0600, que foram colocadas
na Linha do Algarve e na Linha do Sul(?).

"UDD" (unidade dupla diesel) da série 0450 que ainda circula na
linha do Minho, onde irão ser substituidas pelas da série 592,
as "camellos" espanholas, alugadas à "Renfe".
Algumas destas unidades, pintadas de amarelo e com linhas longitudinais
na frente, pintadas a preto, já circulam na linha do Alentejo.

"UTE" (unidade tripla elétrica) da série 2200 (a número 2273)
que está afeta à "CP-Regional".

Outra composição tracionada por uma locomotiva elétrica da série 4700,
que era formada por vagões "plataforma" e "madeireiros", alguns dos
quais da espanhola "Transfesa" e que seguiam vazios.
As "borradelas" no material circulante começa a ser...uma fraca moda,,,
enfim! A vigilância não pode acudir a tudo.

Locomotiva a diesel "Bombardier" da série 1960.
Estão afetas na totalidade à "CP-Carga" e são as mais potentes em circulação.

Também já sujeita às "borradelas" da praxe, ela tracionava uma longa
composição de "cimenteiros", que pelo seu esforço de tração iria na
sua máxima carga.


Composição de vagões "madeireiros" tracionada por uma
locomotiva a diesel da série 6000, que pertence ao operador
"Takargo Rail" do grupo "Mota-Engil".

À excepção das locomotivas, a diesel, da série 1400 que já não fazem serviço comercial (estão reservadas para manobras), está aqui feito uma resenha do material circulante, quer de passageiros, quer de mercadorias. Nas locomotivas a diesel faltam as da série 1900 que esrão sendo reabilitadas para serem, novamente, postas ao serviço da CP-Carga.

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