Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

4 de maio de 2011

Antiga Estação Ferroviária do Pinheiro, actual Campanhã!

Pelo motivo de continuar a aguardar uma decisão definitiva relativamente à minha situação profissional - o que, diga-se de passagem, já dura há dois anos - e como tenho de matar o tempo, senão é ele que me mata (sendo que eu já estou pronto, mas...a família, os colegas, os amigos ainda querem que eu vá vegetando um pouco mais), lá vou fazendo o que gosto e que me dá imenso prazer em partilhar convosco.
Assim, vai o espólio feito durante, não mais de uma hora, na manhã de hoje, dia 03, na estação ferroviaria em timbre; esperando que gostem e comentem.
Dá ideia que são os comboios que veêm ao meu encontro, mas é exatamente o contrário...até porque não tenho hora fixa para por lá passar.



Uma das poucas "UTD" (unidade tripla diesel) da série 0600, fabrico
"sorefame" que ainda faz a linha do Douro, até ao seu termo (Estação
Ferroviária do Pocinho).

Máquina diesel de apoio à catenária na linha 10 a aguardar
a abertura do sinal.

Este material pertence à "Refer" (Redes Ferroviárias Nacionais)
e era a VCC 107 (viatura de controle da catenária).

A "UTE" (unidade tripla elétrica) com o número
2271 que pertence aos "comboios suburbanos
do Porto" na linha 9, a aguardar serviço.

Locomotiva a diesel da marca "bonbardier" com o número 1963,
que tracionava uma fileira de vagões de mercadorias, mistos,e
que pertenciam à operadora espanhola "Transfesa".
Embora em velocidade muito reduzida fez "non-stop" na estação.

Uma pequena amostra dos vagões que eram tracionados pela
locomotiva "Bombardier" da foto anterior.

Conjunto de atacadeira e espalhadora de balastro que parou na
linha 8, aguardando a abertura do sinal.

Vista geral do conjunto (que não pode circular separado) e que
pertence ao empreiteiro ferroviário "Primorail"

Vista geral da cabine de condução do conjunto
"Plauser and Thauer".

Agora vista da outra parte do conjunto (a de levantar os carris e
espalhar o balastro).

A "UTD" (unidade tripla diesel) com o número 048 M, da
série 592, "camello, espanhola" que iria inicar a sua
marcha pela linha do Douro, até à Estação Ferroviária
do Peso da Régua.

Pela coincidência rara de ver o conjunto em movimento,
esta última foto, representa o início da marcha, após a
abertura do sinal. A buzina tem um som tremendamente
estridante, mesmo à feição da sua corpulência.

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SÉRIE ME 50



* Continuando com as composições históricas, de bitola métrica, hoje vou-me debruçar sobre um material inteiramente "made in 560".
* A série "ME 50" foi um tipo de automotora que esteve ao serviço da Companhia dos Caminhos-de-Ferro Portugueses (percursora da atual Comboios de Portugal,SA).
* Em 1941, a "Companhia de Caminhos-de-Ferro do Vale do Vouga", entidade responsável pela exploração da Linha do Vouga, decide construir mais material circulante para transporte de passageiros, de forma a aumentar os serviços disponíveis. Assim, foram construidas, entre os anos de 1941 e 1947, cinco (05) automotoras nas Oficinas do Vale do Vouga, na localidade de Sernada do Vouga, utilizando motores de camiões "Chevrolet".
* Estas automotiras depressa ganharam aceitação por parte dos passageiros, devido à sua velocidade e comodidade. Desconhece-se em que altura foram abatidas, mas sabe-se que ainda se encontravam ao serviço na década de oitenta do século passado.

                                                       FICHA TECNICA

* Apenas faziam serviço regional. Entraram ao serviço nos anos de 1941 a 1947 e eram de bitola métrica (1000 milímetros entre carris). Apenas possuiam uma cabine de condução; sendo que a série não permitia a formação de unidades múltiplas.
* O seu comprimento total era de 8,72 metros, tendo apenas sido construidas aquelas cinco unidades.
* ME 51: Preservada no Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga, não apta a circular;
* ME 52: abatida ao serviço (em ano desconhecido);
* ME 53: Preservada no Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga, não apta a circular;
* ME 54: Abatida ao serviço (desconhecendo-se o ano);
* ME 55: Igualmente abatida ao serviço, em data desconhecida.
* A sua lotação era de dez passageiros em 1ª. classe, quinze em 2ª e cinco de pé, portanto trinta pessoas.  Atingiam a velocidade máxima de 89 (oitenta e nove) quilómetros/hora.
* Eram equipadas com um motor "Chevrolet", série D C M  118 216, sendo a potência às rodas de noventa cavalos e a transmissão do tipo Cardan de quatro velocidades mais marcha à ré.
* (Conduziam-se como um autêntico autocarro, pois até tinham volante).



* Compilado em Gondomar, por "texasselvagem".

* NOTA: Os parênteses ( ) são exclusivamente de minha responsabilidade. 

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3 de maio de 2011

SÉRIE 9500





* Proponho-me, com a ajuda de documentos e livros que se encontram no meu acervo e são originários da CP (Comboios de Portugal) e da EMEF (Empresa de Manutenção do Equipamento Ferroviário), historiar um pouco o material que circula (ou já circulou) nas vias métricas de Portugal.  
* Sem qualquer ordem vou começar pela série epigrafada. A série 9500 é comumente conhecida por LRV 2000 que são automotoras a diesel e adstritas não só à CP como também ao "Metro de Mirandela". LRV é a sigla para LIGHT RAIL VEHICLE, ou seja um veículo ferroviário ligeiro.
* A "LRV  2000" tem todo o aspeto de ser moderna, mas na verdade é o resultado da reconversão das antigas automotoras "Duro Dakovic", compradas à ex-Jugoslávia na década de oitenta. Funcionaram em linhas em redor de Zagreb (capital da Croácia). Estas, como é comum em Portugal para os exemplares mais peculiares de material circulante,m ganhou rapidamente uma alcunha: XEPA. Este nome, cuja origem está numa personagem da televisão brasileira (Dona Xepa), foi-lhe dado pelas semelhanças entre a intempestividade da automotora e da velha senhora da novela. De fato, o desempenho do material era de tal forma tempestuoso, que tornava  a viagem altamente desconfortável quer para os passageiros, quer para o pessoal da CP que nelas viajavam.
* Inicialmente de uma bitola mais reduzida, as Duro Dakovic (ou Xepas), tinham uma estrutura de bogies partilhados: um bogie servia para duas carruagens. (Bogie é a palavra que quer dizer rodado). Em Portugal tudo isto foi alterado, adaptando-se o  material para bitola métrica (um metro entre carris) e colocando-se dois bogies por carruagem.
* Fizeram serviços na Linha do Corgo e do Tua, sendo dos últimos comboios a servir as estações ferroviárias de Chaves e Bragança (em ambas existem museus ferroviários, encontrando-se o de Bragança encerrado por não reunir condições (?)) antes do encerramento ao tráfego destas estações transmontanas.
* Atualmente, as "Xepas" que não foram aproveitadas para as LRV2000 foram desmanteladas. (Duas carruagens que se encontravam na estação do Tua desapareceram (?)  - crê-se que tenham sido levadas para a bifurcação do Corgo, dado o seu estado lastimável de abandono). Esta bifurcação fica entre as linhas do Corgo e da Régua onde se encontrava (?) outro exemplar totalmente apodrecido.  

                  METRO DE MIRANDELA E LINHAS DO CORGO E TÂMEGA

* A frota de LRV2000 que inauguraram o "Metro de Mirandela" era em número de quatro, que foram batizadas com nomes de capitais europeias - Lisboa, Paris, Estrasburgo e Bruxelas. Entre os anos de 1995 e 2001, circularam apenas entre as estações ferroviárias de Mirandela e de Carvalhais, no troço treaberto ao tráfego ferroviário que havia sido encerrado em 1991/1992 até Bragança. Tinham o privilégio de atingir sessenta (60) quilómetros/hora na Linha do Tua, via que se mantém com uma restrição de velocidade de quarenta e cinco (45) quilómetros entre as estações do Tua e de Mirandela.
* Em 12 de Fevereiro de 2007, a "Bruxelas" sofreu um acidente fatal (queda ao rio Tua), perto do apeadeiro de Castanheiro, do qual resultaram três vítimas mortais e dois feridos (totalidade dos ocupantes), naquele que foi o segundo acidente mortal em cento e vinte anos da História da mais famosa linha de montanha portuguesa, Uma vez que o local não era propício ao seu resgaste, foi totalmente desmantelada (junto ao rio).
* As LRV2000 do "Metro de Mirandela" têm uma pintura verde, com o logotipo da empresa.
* Nas linhas do Tâmega e do Corgo circularam as restantes LRV2000, com uma pintura encarnada e o logotipo da CP a preto. No Tâmega vieram substituir as antigas "Nohab" da série 9100, pequenas auromotoras de 1ª e 2ª classe que ainda serviram até ao Arco de Baúlhe (términos da linha do Tâmega). No Corgo vieram substituir as últimas "Xepas" que ainda circulavam.
* (Com o encerramento das Linhas do Corgo e do Tâmega encontram-se guardadas duas nos armazens da estação ferroviária da Livração (início da linha do Tâmega) e duas ou três nas cocheiras (cobertas) da Estação do Corgo, à saída do Peso da Régua).
* (Com a mais que provável extinção definitiva destas linhas, este material será deslocado para as instalações da EMEF, no lugar de Gatões, freguesia de Guifões do concelho  matosinhense; no entanto tal operação ainda não está calendarizada).


Compilado por "texasselvagem", em Gondomar.

NOTA: Os parênteses ( ) são da minha exclusiva responsabilidade.

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2 de maio de 2011

AUTOMOTORA "VIP"



Na sequência da visita do grupo dos "carolas", na manhã do DIA DO TRABALHADOR à cidade da Figueira da Foz, pelo buraco da fechadura, conseguiu-se ver nas instalações oficinais da EMEF (Empresa de Manutenção do Equipamento Ferroviário), a dita automotora.
* A "AUTOMOTORA VIP" é um veículo ferroviário especial, ao serviço da operadora "Comboios de Portugal".
* Ela é utilizada pela operadora para as deslocações do respetivo Conselho de Gerência. Inclui, no seu interior, uma sala de conferências, uma sala de primeira classe, uma cafetaria e um equipamento de ar condicionado. Apresenta uma transmissão elétrica, podendo atingir uma velocidade de cem quilómetros/hora.
* Mediante solicitação a apresentar à admistração da ferroviária, ela pode ser alugada para grupos de trabalho ou deslocações em linha ibérica, sendo que apenas possui doze lugares sentados.
* Foi criada a partir da automotora número 0301 (modelo Allan, da série 0300), tendo sido profundamente modificada, quer exterior, quer interiormente nas instalações do Grupo Oficinal da Figueira da Foz. Entre outras alterações, foram modificadas as cabines com vidros panorâmicos, alterado o esquema de pintura exterior e instalado um segundo gerador, com vista a suprir o aumento do consumo de energia elétrica.
* Entrou ao serviço no ano de 1992, sendo as suas deslocações, anualmente, bastante reduzidas.


Compilação em Gondomar, por "texasselvagem".   

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Figueira da Foz

* A "Estação Ferroviária da Figueira da Foz" é a estação que serve a cidade portuguesa da Figueira da Foz (Distrito de Coimbra). É términos da linha do oeste (que começa no Cacém) e dos ramais de Alfarelos (que termina na linha do norte, em Granja do Ulmeiro/Alfarelos) e da Figueira da Foz (que termina na Pampilhosa e que atualmente não tem circulação).
* Pois bem, isto já era uma promessa antiga que ainda não se tinha concretizado por vários motivos, como sejam, as greves (e consequente supressão de comboios regionais) ou por tempo impróprio para viajar.
* Como o prometido é devido e depois de o nosso metereologista de serviço ter afiançado não haver chuva, embora o sol nunca descobrisse, o trio dos "carolas" resolveu hoje, DIA DO TRABALHADOR, cumprir a promessa da parte da manhã.
Assim, o grupo (o texas ia ficando pela estação, não fosse a meia maratona que ele vez por baixo da estação) tomou a composição "Alfa-Pendular" que correspondia à circulação número 180, que partiu às 05h47 da Estação Ferroviária do Porto/Campanhã e nos levou até à Estação de Coimbra-B, onde se tomou o suburbano que nos deixou no destino.
Como além de ser domingo era feriado as instações oficinais da EMEF (onde se encontrava guardada a célebre automotora "Allan Vip") estavam encerradas, fizeram-se as fotos possíveis; sendo o regresso efetuado até Coimbra-B numa composição idêntica à que nos havia levado. Daqui até Porto-Campanha a viagem fez-se a bordo do "intercidades", com saida às 11h33 e cuja composição correspondia à marcha número 523.
Foi mais uma viagem de confraternização e o cimentar uma amizade que se augura seja eterna, embora o elemento do trio (o texas) não possa marcar presença nos dois próximos domingos, o primeiro por ausência do país, o segundo por compromissos familiares, pelo que o "duo" terá maior liberdade de movimentos.

O grupo chegou à Estação Ferroviária de Coimbra-B, ainda estava
a amanhecer; porém quem corre (...e como eu corri...) por
gosto não cansa. Em lugar de realce as instalações oficinais
da Estação, que devido às ervas,  heras e outros líquens lá existentes, há muito que
não devem ser usadas.

A "UTE" (unidade tripla elétrica) com o número 2275, aparcada numa das
linhas de reserva, a aguardar algum serviço. Estas composições fazem
os "comboios urbanos de Coinbra"

Antigo locotrator da marca "Sentinel" com o número 1153, sem motor
que se encontrava aparcado numa linha de topo, juntamente com
um vagão plataforma com uma "casinhota" afeta às "vias e obras".

Passagem pedonal à entrada (ou saída) daquela estação. Sinal vermelho
ativado para os peões...alto lá, que algo se aproxima.

Pois, era a "UTE" com o número 2280, que havia de
transportar o grupo, até ao destino (Figueira da Foz).

Estas composições triplas são fabricadas pela "Alstom", a "nossa" tinha a
numeração 90.94.5-002280-3 e possuem a lotação de 79 lugares sentados
e 55 de pé.

Una breve paragem na Estação Ferroviária de Montemor-o-Velho.
Vila, sede de concelho com 24950 habitantes e área de 228,62
quilómetros quadrados, que se situa a uma altitude de cinco
metros acima do nível médio do mar. O município é
composto por catorze freguesias, sendo os seus habitantes
conhecidos por "montemorenses" ou "montemaiorenses" 

Os meus dois ilustres acompanhantes destas andanças ferroviárias.
O João Ribeiro da Silva, compenetrado e apreciando as belezas
paisagísticas; o Luís Miguel Meireles cochila por momentos, pois
isto de se levantar às quatro e meia da matina deixa "mossas".  

Outra breve paragem na Estação Ferroviária de Verride.
Freguesia que integra o município de Montemor-o-Velho,
possuindo uma área de cerca de 6,15 quilómetros/quadrados
e setecentos habitantes.
Foi elevada a vila por alvará régio  de Dona Maria II de
17 de Dezembro de 1844, sendo os habitantes conhecidos
por "Verridenses" Por curiosidade nesta localidade encontra-se
talvez a Filarmónica mais antiga do país, fundada em 13 de
Junho de 1808, portanto com 203 anos, que é a
"Associação Filarmónica União Verridense".

Vista parcial da Estação Ferroviária denominada por "Bifurcação
de Lares", já no concelho da Figueira da Foz.

Aí está, parte da fachada da estação anterior.
Estação bem conservada e bonita.

Já chegados ao destino.
Placa comemorativa aposta na fachada virada para o cais de
embarque; enfim...nem todas as linhas se podem vangloriar
de serem "centenárias". 

A "UDD" (unidade dupla diesel) com o número 0465 pronta a
partir para o seu destino, a Estação Ferroviária das Caldas da Rainha.

Ora aí está a "UME" suburbana que nos trouxe e irá partir novamente para
Coimbra-B.

A "UME" com o número 2286 estava aparcada na Estação a aguardar
por serviço. Como a Figueira da Foz é um ramal, todas as linhas
são de topo; isto é, os comboios chegam e regressam (não
prossseguem). 

A "UDD" (unidade dupla diesel) com o número 0451 encontrava-se
na cocheira das limpezas, pois os "pintores" gostam do material ferroviário
para conspurcarem...

A "USD" (unidade simples diesel) com o número 0360, do tipo
"Allan" (alface) na mesma cocheira.

Não, não é nenhuma pintura mural. É tão simplesmente o estado
lateral da antomotora anteriormente identificada.
ISTO É UM CRIME DE LEZA PATRIMÓNIO NACIONAL!

Edifício do "Grupo Oficinal da EMEF" em cujo interior
se encontrava a automtoora "Allan-Vip" que se conseguiu ver
apenas por uma ranhura num dos portões. 

A central agulheira manual. Cada manípulo corresponde a uma
linha, como é lógico.

Fileira de vagões de mercadorias do tipo "Us" que se encontravam
no interior das instalações portuárias.

Vista da frontaria virada para o exterior do edifício da Estação
Ferroviária da Figueira da Foz. Atente-se no logótipo da
"Refer-Redes Ferroviárias" que é a propriatária de todos
os edifícios ferroviários.

Tempo em demasia...pouco material...fez o grupo apanhar um táxi e
procurar novos motivos fotográficos.
Edifício das instalações sanitárias da Estação Ferroviária
de Fontela, cuja arquitetura se coaduna com a da própria estação.

Vista parcial da Estação Ferroviária da Fontela que se localiza na Rua da Vidreira
freguesia de Vila Verde do concelho figueirense.

Esta estação permite cruzamentos e possui ainda uma linha de topo.

Vista geral da Estação Ferroviária da Fontela; que, na minha modesta
opinião é uma rara beleza em termos arquitetónicos e se encontra
permanentemente habitada em parte do piso superior.

A estação situa-se ao quilómetro 212 da Linha do oeste,
cujo início é no Cacém.

Na linha de topo existe uma antiga balança para pesar os
vagões antes e depois de carregados com as mercadorias.

Velocidade máxima permitida, após a saída da estação de 100 quilómetros/
hora (faz inveja a qualquer TGV).

Instrumento para mudança manual de agulha, com o abrigo do
respetivo agulheiro. Aqui as mudanças ainda são feitas deste modo.

O fabricante da balança foi a empresa "Falcot, Fréres" de Lyon,
França.

Frontaria virada para o exterior do edifício ferroviário, notando-se, uma vez mais, ´
o símbolo da "Refer". Dá para ver os pormenores arquiteturais. 

Pormenor do nome da estação desenhado nas pedrinhas
da plataforma destinada aos passageiros.

Pormenor do engate de duas composições de "UTE'S"
(unidades triplas elérticas) que fizeram paragem na
estação.

A "UDD" (unidade dupla diesel) provinda das Caldas da Rainha
espera por um cruzamento...

...cruzamento com a "UTE" número 2285, que havia de transportar
o grupo até Coimbra-B, parando em todas. O camarada Luís
Miguel Meireles faz o instantâneo habitual.

Já no local de regresso (Porto/Campanhã) ainda tivemos oportunidade
de fotografar a composição "alfa-pendular" com o número 4007. 

O "intercidades"  que nos trouxe de regresso até ao ponto de partida
era tracionado pela lcomotiva da marca "Siemens", com o número
5611.7 e aqui terminou a marcha.

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