Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

14 de março de 2011

Escapadinha matinal!

Agora que já há, de novo, a necessária credencial; tenho feito umas escapadelas por estações, onde, à partida sei que irão existir circulações ferroviárias, para serem fotografadas. De fato, foi o que aonteceu, hoje de manhã, durante cerca de hora e meia na Estação Ferroviária de Ermesinde, onde se cruzam as linhas do Minho e do Douro. Nesta estação teve também início o ramal de Leixões (de passageiros), entretanto extinto a 01 do pretérito mês.
Um "quid-pró-quó" é que algumas composições de UME (unidade múltipla elétrica) ainda nos convidam a fazermos uma viagem pelas Estações que fizeram parte daquele ramal.
Bem, a produção não foi muita, pois as circulações andam incertas por via da greve que se irá manter até Abril; mas assisti à formação de um mercadorias que utilizou o tal ramal com destino a Leixões, e que eu julgava que só circulassem através do Porto/Contumil.
Após haver tido autorização da pessoa que fazia o papel de chefe da estação; mais difícil foi convencer o segurança que desconhecia por completo, estas autorizações e andou de telemóvel na mão a ligar não sei para onde nem para quem e, que mesmo com a anuência nunca mais me largou...talvez por ter cara de bombista ou terrorista!
Como estava de consciência tranquila, mas ainda assim, sentindo-me um pouco incomodado, lá fui utilizando as escadas rolantes para usar as diversas plataformas, sempre seguido, de muito perto, pelo exemplar funcionário "segurança", pois o perigo era eu próprio...


Teixeira da Silva, AJ

Vagão afeto à "Refer" (Redes Ferroviárias Nacionais), com grua
que serve para trabalhos na catenária!

Coitado dele, a saude não será muita. Vagão fechado que pertence
às "vias e obras" e serve para a guarda de material. Encontrava-se
aparcado em linha de topo. 

Dizem os senhores da CP para irmos conhecer as estações da Linha
de Leixões (São Gemil, São Mamede de Infesta e Leça do Balio)...
Agora só de viatura, pois ela encerrou em 01 do pretérito
mês ao tráfego de passageiros, que nunca chegou a Leixões(!)

A  locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número 4711 que
tracionava uma longa composição de vagões do tipo "US", "Uacs",
"Tdgs" e "madeireiros", na sua passagem pela linha 1.

A passagem dos vários vagões de diferentes categorias,
foi efetuada a uma velocidade bastante reduzida!

Ainda vagões da mesma composição de mercadorias. Só os
"madeireiros" levavam carga, pois os restantes iam vazios.


Finalmente, a composição terminou. Se bem contei foram vinte e três
os vagões.

Partida da linha 4 da "UME" (unidade multipla elétrica) proveniente
do Porto/São Bento e com destino a Braga.

É efetivamente a estação ferroviária de Ermesinde, cidade e
freguesia do concelho de Valongo e onde entroncam
as linhas do Minho e do Douro.
Atendendo à arquitetura da cobertura dos cais de embarque
popularmente ficou conhecida como "MacDonald's" dada
a semelhança com o símbolo daquela multinacional americana.  

Paragem na linha 1 da "UTD" (unidade tripla diesel) da série espanhola
"Camello" com o número 0111M, que provinha da estação ferroviária do Peso
da Régia e terminaria a sua marcha em Porto/São Bento.

Passagem pela linha 2 da composição tracionada pela locomotiva elétrica
da marca "Siemens" com o número 4705, composta por doze
vagões de inertes, que tinha como destino o Entreposto da
Secil, em Irivo.

A locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número 4715, que
rebocava oito vagões de inertes e manobrou na linha 6.

Partida da linha 4 de uma outra composição com destino a Braga e
que também provinha da estação de Porto/São Bento.
Estas "UME'S" são da série 3400 e pertencem aos comboios
suburbanos do Porto.
As circulações não estavam a respeitar os horários pré-definidos
por via de ser dia de greve. 

Vista geral dos vagões de inertes que chegaram para manobrar na
linha 6.

Foi necessário manobrar a locomotiva com o número 4715 que chegou
no princípio da composição, para que pudesse tomar a cauda...
para seguir para Leixões, pelo Ramal de Ermesinde.(!)

Pronto, a composição está prestes a partir. Vagão da cauda (luz
vermelha acesa). 

Como já estava a ficar farto de os meus passos andarem a ser
seguidos (qual terrorista...) resolvi terminar com a fotografia
ao edifício onde funcionam os armazens da 2ª. secção
de via e obras.
Em final de reportagem gostava de ter tido oportunidade de
"ler" os pensamentos do segurança em relação às fotos! 

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10 de março de 2011

Segunda-feira, véspera de Carnaval !

Continuo a dizer aos meus amigos blogueiros que, infelizmente, não é por "preguicite aguda" ou por leviandade, que não exerço as minhas funções profissionais. Encontro-me numa situação angustiante de uma eventual pré-reforma, por doença incapacitante, mas que ao mesmo tempo, me obriga a não ficar em casa! Como não posso beber café, também não vou para esses estabelecimentos e assim procuro fazer o que gosto, fotografia ferroviária, para a qual estou devidamente credenciado, andando assim algum tempo a "pedantes", para que o colesterol (que já está bem subidinho) não transborde.
Assim, hoje de manhã resolvi fotografar três estações do concelho de Vila Nova de Gaia e todas sitas à beira-mar - Valadares, Miramar e Granja. Faltou Francelos que é apenas um apeadeiro, tal como a Madalena. Chamo desde já a vossa atenção para a Estação da Granja que se encontra revestida de azulejos com matiz azul e que representam vários monumentos ou localidades portuguesas e que estão em razoável estado de conservação, ao invés dos existentes na de Miramar.


Teixeira da Silva, AJ



Estação Ferroviária de Valadares, freguesia do concelho de
Vila Nova de Gaia e que serve a Linha do Norte.
A
Vista da frontaria virada para o exterior.
Atente-se no pormenor do símbolo da "Refer"
(Redes Ferroviárias) que é a proprietária de
todos os edifícios ferroviários.

E
Uma "UME" (unidade múltipla elétrica) que fez paragem na estação
e prosseguia a sua marcha até Ovar. Estas composições pertencem
aos comboios suburbanos do Porto e são as únicas que aqui param.

Esta estação tem duas linhas de circulação, uma de topo e
duas de reserva; mas nunca vi outro material aparcado
por estas bandas...

Outra composição de "UME" que parou nesta estação, provinda de
Aveiro e prosseguiu a sua marcha até Porto/São Bento.

Edifício da estação de Miramar, na parte virada para o cais de
embarque. Este lugar pertence à freguesia de Arcozelo.

Edifício dos sanitários da estação de Miramar.  Arquitetura um
pouco diferente daquela que estamos habituados a ver!

..."Antiguidades"? Sim, a estação já é um pouco disso!
Continua-se em Miramar, sendo que da estação se
consegue ver o mar.

Painel de azulejos representando um trecho da época balnear na
Praia da Aguda. Esta arte começa a dar sinais de abandono, devido
à inexistência de segurança na estação.

O segundo painel de azulejos existente na parte virada para o cais
de embarque da estação de Miramar e que representa a "capela de
Santa Maria Adelaide" e o edifício da Junta de Freguesia de
Arcozelo. Está também a precisar de ser intervencionado.

Vista lateral do edifício da estação ferroviária da Aguda, que também
pertence à freguesia de Arcozelo. Mais uma vez temos o símbolo da
"Refer" em grande plano.

Imponente a fachada virada para o exterior da Estação Ferroviária da
Granja, que pertence à freguesia gaiense de São Félix da Marinha.

Painel existente nesta estação e que representa a "Torre de Belém"
em Lisboa. Esta estação encontra-se revestida de azulejos a toda a
sua volta encontrando-se os mesmos em razoável estado de
preservação, principalmente aqueles que se encontram virados
para a plataforma de embarque. 

Azulejos representando a "Sé Velha" de Coimbra!

...representando o"campanário" do Mosteiro da Batalha.

Por último, temos o "Convento de Christo" em Tomar.
Estação que se encontra habitada, pelo menos parcialmente.

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7 de março de 2011

Estação Ferroviaria de Ovar



Diz o povo na sua douta sabedoria que "a ração não é para quem a talha...mas sim para quem a merece".
Mais uma vez o destino fintou-nos...afinal ele é que marca a hora e, agora também as greves ferroviárias!
Pois com a sentida ausência do mestre da matéria, o "el comandante", cuja falta foi devida e atempadamente justificada, os "carolas", desta vez apenas eu (texasselvagem) e o amigo, Luís Miguel Meireles (cantinho dos comboios), tinham pensado em ir até à Estação Ferroviária de Avanca, pelo que, se resolveu adquirir as passagens de ida e volta para a composição das 8h15 com partida do Porto/Campanhã. Acontece que à hora da partida a instalação sonora comunicou a supressão do comboio regional, por via da greve do setor. Pois havia o das 9h15, mas sem certezas da sua circulação e correndo o risco de não haver regresso; por unanimidade foi decidido ficar com o prejuizo e reduzir a viagem até Ovar.
Assim, pelas 9,00 tomou-se a UME (unidade múltipla elétrica) que terminava a sua marcha precisamente naquela estação, tendo-se regressado ao ponto de partida na composição que havia partido às 9h15 de Campanhã, mas com destino a Aveiro. Deu para estar em Ovar mais de uma hora, sendo o regresso feito em dupla de "UME'S"!
Mesmo com os planos alterados, foi mais uma manhã de domingo que valeu pelo espólio fotográfico.


Teixeira da Silva, AJ
Enquanto o grupo esperava...deu para assistir à partida do
"intercidades" tracionada pela locomotiva elétrica 5602.6,
da marca "Siemens"!


A locomotiva homenageava a cidade da "Pampilhosa",
terra de ferroviários.


Caixilho de azujejos representando uma locomotiva a vapor
do século XIX, que se encontra bem preservado na gare de embarque.  

Pronto! Aí está a prova...Estação Ferroviária de Ovar na
Linha do Norte. Nesta estação só param os comboios
suburbanos do Porto que terminam a marcha na Estação de Aveiro.

Dresine de via larga, pertencente à "Refer" (Redes Ferroviárias) com
duas vagonetas atreladas, para transporte de carris.

Outro caixilho de azulejos, representado
uma composição tracionada por uma locomotiva
a diesel da marca "Bombardier"

Uma fileira de sete vagões cerealíferos que se encontravam
aparcados em linha de reserva.

Pasra os mais interessados estes vagões são da
série "TDGS".

A estação ferroviária de Ovar fica no quilímetro 301 da Linha
do Norte que se inicia em Lisboa-Santa Apolónia.

Nova fileira com outros sete vagões cerealíferos, agora aparcados em linha
de topo.

Fachada exterior do edifício da estação que se situa no Largo
Serpa Pinto. Atente-se no símbolo da "Refer" que é a proprietária
dos edifícios ferroviários. 

Novo painel de azulejos representando as "lavadeiras no Lopo, Ovar".
Os azulejos virados para o esterior encontram-se em pior estado
de conservação.

Vista geral do cais de embarque e da estação
no sentido de Sul/Norte.

Pórtico semafórico existente à saida da estação,
no sentido de Aveiro.

Edifício das instalações sanitárias privativas da estação.

Convem não esquecer que a viagem foi efetuada no
"Domingo Gordo"...portanto é Carnaval e ninguém
leva a mal.

No regresso uma breve paragem na Estação da Aguda.

Depois de já se ter regressado, acabava de chegar,
provinda de Valença (Linha do Minho) esta UDD
(unidade dupla diesel) com o número 0458.

...E ainda se assistiu à partida do Alfa-Pendular com o número
4003 que provinha de Guimarães e se destinava a Lisboa-
-Santa Apolónia.

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