Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

18 de fevereiro de 2011

Linha F do Metro do Porto!

* Antes de iniciar o texto, quero deixar expresso aqui um AVISO. É terminantemente PROIBIDO fazer o que eu fiz...fotografar as composições e estações do Metro do Porto, sem que para isso exista uma autorização emitida pelos Serviços de Relações Públicas; sendo este o motivo que me levou a poder circular livremente, pelo que apresento os meus agradecimentos pela deferência.
* Posto este esclarecimento que se impunha, vamos à matéria.
* A Linha F (ou laranja) liga as Estações da Senhora da Hora a Fânzeres em 39 (trinta e nove) minutos. Esta linha é popularmente conhecida como "Linha de Gondomar" e foi inaugurada em 2 do pretérito mês, sendo a sexta linha a operar pela "Metro do Porto". Na prática ela liga a freguesia de Fânzeres, concelho de Gondomar a Campanhã e aqui efetuará o tronco comum até à Senhora da Hora.
* A linha de Gondomar - propriamente dita - tem dez estações todas à superfície, três no concelho do Porto, freguesia de Campanhã - Contumil, Nasoni e Nau Vitória - sendo as outras sete no concelho gondomarense, nas freguesias de Rio Tinto, Baguim do Monte e Fânzeres - Levada, Rio Tinto, Campainha (aqui existe uma linha de reserva), Baguim, Carreira, Venda Nova e Fânzeres.
* Cerca de um quilómetro é efetuado em túnel - cruzando a fronteira entre os concelhos do Porto e Gondomar e tem um comprimento aproximado de sete quilómetros; sendo que todas as estações estão providas de parques de estacionamento automóvel, com a média de cem lugares.

Teixeira da Silva, AJ

Texasselvagem

Composição com o número 044 estacionada no fim da linha, a aguardar
serviço, no lugar de Cabanas, freguesia de Fânzeres e términos da
Linha "F" (laranja).
Sem autorização é proibida a circulação pelo canal do metro.

Vista geral da composição anterior, podendo-se ver o "batente"
no fim da linha.

Não podia deixar de ser. Placa comemorativa da inauguração da
linha que foi efetuada por Sua Excelência, o Minstro dos
Transportes e Comunicações.
Esta placa encontra-se em Fânzeres, última estação da linha.

Pormenor do cruzamento entre as duas linhas no seu final.

Estação seguinte à de Fânzeres. VENDA NOVA que já pertence à
freguesia vizinha de Rio Tinto.

Estação terminal. FANZERES, que se devia chamar de "Cabanas"
lugar onde ela se localiza e que pertence áquela vila.

Excetuando as passagens de nível, os carris estão implantados
no meio de verdura (erva), o que dá uma sensação de
frescura!

Terceira estação do concelho gondomarense. CARREIRA que também
pertence à freguesia e cidade de Rio Tinto.
Pormenor do cais de embarque.

Cauda da composição com o número 057 a caminho do seu
termo (Fânzeres).

Pormenor de uma passagem de nível, seguida de uma curva!

O destino desta composição com o número 022 é a estação final do
concelho de Matosinhos (Senhor de Matosinhos), conforme indica
o painel eletrónico.

Vista do canal de circulação tirada de cima de um dos
vários viadutos que passam sobre a via. 

Ora temos a quarta estação. BAGUIM, cuja freguesia se denomina de
Baguim do Monte e integra a cidade de Rio Tinto. 

Já de imediato, a quinta estação. CAMPAINHA que pertence à freguesia
anterior de Baguim do Monte.
Nesta estação existe uma terceira linha de reserva, além das duas
normais de circulação.

Composição com o número 001 que parou nesta estação, prosseguindo
a sua marcha até à estação do Senhor de Matosinhos.

Não menti...Aí estão as duas linhas de circulação
e a terceira de reserva!

Afinal o Rio Tinto existe...Aí vai ele com as suas
habituais águas turvas, Continua--se na mesma
estação da Campainha.

Passagem de nível da Rua das Perlinhas. Prioridade aos
veículos sobre carris

A última estação situada em território gondomarense. LEVADA, sita na freguesia de Rio Tinto e
que serve o Centro Comercial Parque Nascente.

Mais um pormenor do canal de circulação, cuja foto foi
tirada das plataformas de embarque daquela estação.

A penúltima estação. RIO TINTO que se situa defronte
das Piscinas Municipais.

Entrada do túnel que separa os concelhos do Porto e de
Campanhã e fica sob a Estrada da Circunvalação (EN 12)
e também sobre as Linhas ferroviárias do Minho e Douro.
Tem cerca de um quilómetro de extensão. 

No centro da cidade ele vai escondido...mas ele existe, por
muito que o queiram ignorar, o  Rio Tinto com as suas
águas turvas...barrentas! Rio totalmente morto. 

Outra perspetiva da entrada do túnel...sem o incómodo
do rio.

E a reportagem fotográfica terminou na estação da Levada.
Vista para o lado de Rio Tinto.
Irá haver uma composição com destino ao Aeroporto nos
próximos quatro minutos(da hora indicada,entenda-se).

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13 de fevereiro de 2011

Saudades de Infância...Tempos Passados !


Imagens da minha cidade natal, da parte que mais gosto e da casa onde nasci há cinquenta e três anos e onde vivi até me consorciar com a mais bela sereia amarantina, concretamente vilameanense.
Recordações...Saudades...Tempos passados!
Será isto reviver? Ou será um testemunho de que já vivi demais?
Teixeira da Silva, AJ

texasselvagem


O carro elétrico com o número 131, inicia a linha 1 no Passeio Alegre
a qual irá terminar no Largo do Infante. Estes veículos são do
tipo  plataforma e possuem dois boggies.
Pertencem à Sociedade de Transportes Coletivos do Porto
(STCP). Esta linha é efetuada diariamente e é uma das
quatro linhas existentes na cidade do Porto.

Carro elétrico com o número 143 que faz o circuito turístico "T",
estacionado na Alameda Basílio Teles (Massarelos).
Como só fazem o circuito turístico são pintados de amarelo.
O circuito inicia-se no Infante, vem a Massarelos e termina
na zona da Batalha (fim da Rua Augusto Rosa), atravessando
toda a baixa portuense. Também têm dois boggies, mas são
do tipo salão.

Antes de mais quero pedir desculpa pela má qualidade desta foto.
Foi tirada através do vidro do veículo e com este em andamento.
Trata-se de dois militares da GNR (Guarda Nacional Republicana)
montados em dois militares da raça cavalar. Estranho...pois a patrulha
nesta zona está afeta à PSP (Polícia de Segurança Pública).
Só pela curiosidade é que mantive a fotografia!

Carro elétrico com o número 288, de boggies duplos e com
dois "troleis" que pertence ao Museu do Carro Elétrico do
Porto, onde se encontrava numa das cocheiras.
Estes veículos eram denominados por "belgas", dado que
eram equipados com motores fabricados naquele país.
O único erro é a placa 1 pois Leça nunca foi servida pela
linha 1, mas sim pela 17, se a memória (que já  não
ajuda muito) não me atraiçoa.
Neste pormenor peço ajuda a alguém...

Carro elétrico número 218 que provem do Infante e termina a sua
viagem da linha 1 no Passeio Alegre. Neste ponto - e em vários
outros - existem duas linhas para cruzamentos, dado que a
circulação é feita em via única.


Recado ao Porto. Poema da autoria do saudoso José Viana
e que pode ser visto na Rua da Restauração.
Este poema pode ser lido no blogue "SilvaTexas" do
mesmo autor do presente.

Vista geral da muralha fernandina que se situa na freguesia da Sé,
concretamente entre as Escadas dos Guindais e o Largo 1º. de
Dezembro, ao fundo da Rua Augusto Rosa e no termo da Rua Saraiva de Carvalho.

Parte restante do poema "Recado ao Porto", que como pode
ser visto já se encontra todo grafitado. Penso que a sua
localização não será a ideal e creio que poucos portuenses
sabem da sua existência.
O autor deste blogue tem o poema transcrito no outro seu
blogue "SilvaTexas" para onde remete a atenção de todos
aqueles que o quiserem ler!

Lateral do carro elétrico com o número 203. Como está pintado de
amarelo é um dos que faz o circuito turístico "T".
De notar o logotipo da ex-Companhia Carris de Ferro do Porto,
que veio a originar o Serviço de Transportes Coletivos do Porto,
hoje Sociedade de Transportes Coletivos do Porto,SA que é
a entidade proprietária dos autocarros.

Carro elétrico número 213, iniciando a subida da íngreme Rua da
Restauração, fazendo a linha mais curta (a 18) que liga o Largo
de Basílio Teles  (Massarelos) à Praça Parada Leitão (Carmo),
servindo no regresso o Hospital de Santo António.

Carro elétrico número 213 que faz o percurso da baixa. ligando, através da linha 22,
o Carmo à Batalha (fim da Rua Augusto Rosa).
Pormenor da rodagem do "trolei", visto ter chegado ao fim da linha.

O autor deste blogue nasceu no 1º. andar (varanda aberta) e janelas
pintadas de branco, deste prédio.

Vista geral do prédio situado no gaveto das Avenida Rodrigues de
Freitas e Rua Barão de São Cosme, freguesia do Bonfim, onde
funcionou o célebre "Hotel Reimão", cuja história está contada
na sua totalidade no meu outro blogue "SilvaTexas" para o qual remeto
o favor da vossa leitura.

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7 de fevereiro de 2011

Irivo e meandros...


Este domingo o trio dos três carolas, desta feita transformado em duo, com a ausência, devidamente justificada, do ilustre filósofo, Luís Miguel Meireles (Cantinho dos Comboios), resolveu ir procurar composições ferroviárias para fotografar. Ainda assim, desta vez, fomos para perto, mas tendo sido uma manhã bastante proveitosa.
Tomou-se a UME (unidade múltipla elétrica) da série 3400, cuja partida de Porto/Campanhã foi às 9h00 em ponto e que tinha como destino a Estação Ferroviária de Caíde (d'el rei), mas que nos deixou apeados no apeadeiro de Irivo, freguesia do concelho de Penafiel, pertecendo, portanto à Linha do Douro.
Neste apeadeiro existe um entreposto pertencente á empresa "Secil" onde param comboios de mercadorias que transportam madeiras, cimento ou areia, como foi o caso; pois assistiu-se à descarga de doze vagões de areia que eram tracionados por uma dupla de locomotivas elétricas da marca "Siemens" e série 4700.
Cerca das 11h20 regressou-se ao ponto de partida em composição idêntica à que nos havia levado.


Uma "UTE" (unidade tripla eletrica) com o número 2246 que se
encontrava aparcada numa linha de reserva e sem qualquer
missão atribuída, na Estação Ferroviária do Porto/Campanhã.
Estas composições também são apelidadas por "Lili Caneças"
uma vez que resultaram da recuperação de material circulante mais antigo
(novas por fora, velhas por dentro...) 

A "UTD" (unidade tripla diesel) com o número 112M, da série
espanhola "Camello" que iria prosseguir a sua marcha até
Porto/São Bento. Estas composições foram alugadas à congénere
espanhola "Renfe" e devido aos aparelhos de ar condicionado
se situarem no tejadilho, dando a sensação de duas bossas,
foram apelidadas por "Camello".

O apeadeiro de Irivo situa-se ao quilómetro 32 da linha do Douro.
Aí está o respetivo marco quilometrico! 





O grupo tinha-a fotografo ainda em  Porto/Campanhã. Após ter
terminado uma viagem em Porto/São Bento; eis que se cruzou
novamente connosco, agora a caminho da Estação Ferroviária
(Peso) da Régua.

Locotrator da marca "Shoma" em linha de resguardo
do entreposto, sem qualquer utilidade e que pertence
ao operador privado.



Vista sobre um viaduto e no sentido de Norte/Sul, seja
do apeadeiro de Urrô, para o de Irivo.

O mesmo, mas em sentido imverso, de Sul/Norte.

Quando algo  de novo é efetuado, é preciso dar os agradecimentos
da praxe (as suas excelências...) 

Série de cinco vagões "madeireiros" que se encontravam
numa das linhas do entreposto.

Vista geral do tal locotrator que atualmente não terá qualquer serviço,
mas que ainda se encontra em estado razoável. Perteceu a um
operador privado.

Ora aí está...O grupo foi visitar o entreposto da empresa "Secil"!

Este é o vagão da cauda, de uma série de doze, que iriam ser
descarregados da areia qjue transportavam. Todos eram
pertença da operdaora espanhola "Transfesa"

O "poço" para onde cai a areia, depois de abertas as
comportas que se encontram da parte de baixo daqueles
vagões e que são em número de quatro em cada.

Ora aí está uma comporta aberta, lançando para o poço ou fosso
a areia! 

Os topos das linhas de reserva do entreposto, vendo-se a saída
para as linhas principais.

Vista geral  dos vagões areeiros, que vão sendo descarregados
um a um. Nunca tinha assistido a semelhante operação que é
feita em qualquer dia da semana (lembremo-nos que foi a um
domingo de manhã, durante cerca de hora e meia).

Sinal antigo que se encontrava por lá abandonado, que se colocava
manualmente na cauda das composições, para informar que
aquele (ou aquela) seria o último(a) vagão ou carruagem. 

Os vários tapetes rolantes e o silo que se encontram no
entreposto e que vão fazendo o transporte da areia
para os respetivos depósitos.


Temos a composição formada, prestes a partir, após o descarregamento
efetuado.

Uma última vista à comporta aberta e a areia a cair para o fosso,
antes da nossa despedida.
O grupo apresenta os agradecimentos aos funcionários do
entreposto que nos permitiram toda a mobilidade.

Há mentirosos...mas o grupo não o é. Dissemos Irivo e aí
está a prova.

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26 de janeiro de 2011

CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES





* O caminho de ferro teve a viagem inaugural em 1856, no dia 28  de Outubro. De um período, no princípio do século, em que coexistiram diversas empresas públicas e privadas, surge no ano de 1951 a COMPANHIA DOS CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES, que em 1975 dá lugar à atual CP - CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES, EP.
* A CP - Caminhos de Ferro Portugueses, EP transporta 178 milhões de passageiros e 9,3 milhões de toneladas de mercadorias por ano, sobre uma rede de aproximadamente 3100 quilómetros.

A REESTRUTURAÇÃO FERROVIÁRIA

* A Diretiva Comunitária 440/91 e a Lei de Bases do Sistema  de Transportes Terrestres estabeleceram as linhas de orientação da indispensável e urgente reestruturação do sistema ferroviário nacional, designadamente apontando a necessidade de separar a gestão das infraestruturas ferroviárias da produção de transportes. Assim, o Governo definiu as linhas gerais desta reorganização assente num modelo baseado em três entidades:

1. - Entidade reguladora do setor ferroviário, que tem cono objetivo principal regular a atividade entre os operadores ferroviários e o gestor das infraestruturas, fomentando a segurança, a qualidade e a preservação do ambiente sendo, consequentemente, um orgão da Administração Central do Estado;

2. - Entidade gestora da Infraestrutura com a incumbência de garantir a instalação, desenvolvimento e manutenção das infraestruturas ferroviárias, bem como "gerir os sistemas de comando e controlo de circulação, tendo já sido publicadoo Decreto Lei número 104/97, de 29 de Abril, criando a Refer" (Redes Ferroviárias). A transição para esta entidade, de responsabilidades até então cometidas à CP e aos Gabinetes dos Nós Ferroviários de Lisboa e Porto, tem-se vindo a processar de forma gradual;

3. - Operador de Transporte - a CP, cabendo-lhe os serviços de passageiros e mercadorias, devendo promober a sua reorganização de modo a tornar-se numa empresa virada para o mercado, com uma cultura de cliente.

A CP. HOJE

*  A CP, saida da reestruturação do setor ferroviário, ao libertar-se da gestão das infraestruturas, pode definitivamente orientar a sua atividade para o serviço de transporte de passageiros e mercadorias, assumindo uma nova cultura, fortemente orientada para o mercado e para a qualidade de serviço, tendo em vista adequar a sua oferta, prestando um serviço de qualidade aos seus clientes. A CP. como operadora de transportes ferroviários enfrenta, desta forma, vários desafios.
* Neste momento, a empresa é constituida pelas seguintes unidades de negócio:

a) - Unidade de Transportes de Mercadorias e Logística - UTML;
b) - Unidade de Suburbanos da Grande Lisboa - USGL;
c) - Unidade de Suburbanos do Grande Porto - USGP;
d) - Unidade de Viagens Interurbanas e Regionais - UVIR;
e) - Unidade de Material  e Tração - UMAT.

* Nesta nova organização, as Unidades de Suburbanos assumem particular importância, uma vez que o transporte suburbano representa cerca de 82% do total de passageiros da empresa.

* Por outro lado, no domínio das mercadorias espera-se que, face ao elevado potencial de crescimento do transporte ferroviário, a UTML se afirme rapidamente, como um operador dotado de grande dinanmismo, capaz de conquistar a confiança do mercado e dos clientes.



Compilado por: texasselvagem

* Texto escrito segundo as normas do atual Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 

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