Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

2 de dezembro de 2010

Estação Ferroviária do Porto/Campanha

Hoje dia 01 de Dezembro, feriado nacional (dia da restauração) os três carolas: eu (texasselvagem), o "el comandante" (j s trains) e o filósofo/historiador (cantinho/comboios) fomos convidados pelo muito ilustre (e autêntico doutor em ferrovia), Senhor Luís Manuel Moreira (da Luisfer) para que nos déssemos a conhecer pessoalmente e fizemos alguma cavaqueira ferroviária (pouca...para a enormidade do tema). Como todos tínhamos horários a cumprir e diferentes obrigações a satisfazer a reunião resumiu-se ao coloquial.
Ficou a promessa de nova reunião, agora não só do trio, mas do "quarteto" talvez na próxima semana e aqui com maior disponibilidade de tempo.
Pela minha parte, e para não ser só conversa (que não foi da fiada), fica um pequeno registo fotográfico da antiga estação ferroviária do Pinheiro, que agora se denomina como Porto/Campanhã e é o início das Linhas do Minho e do Norte.
Um dos elementos dos carolas,
Teixeira da Silva, AJ
(wild texas) ou "chefe dos alfas"


Uma "UTE" (unidade tripla elétrica) pertencente aos comboios
suburbanos do Porto, em marcha (sem passegeiros) e circulado
entre as estações ferroviárias do Porto/Contumil e Rio Tinto.
São apelidadas por "Lili Caneças" uma vez que foram reconstruidas,
aproveitando material mais antigo.

Nota-se o pleno esforço de tração desta dupla de "UTD" (unidade
tripla diesel) da série 0600, "sorefame" com destino à Estação Ferroviária do Pocinho.
Estas composições fazem "non stop" nas duas estações anteriores.

Uma "UDD" (unidade dupla diesel) que provem da estação ferroviária
de Valença (Linha do Minho) e termina a sua marcha na Estação Fer-
roviária de Porto/Campanhã.

Um "Alfa Pendular" com destino a Guimarães.
São uma das atuais coqueluches da CP, pois
atingem 220 Km/h; muito embora na maioria dos
troços ferroviários porttugueses não possam atingir
aquela velocidade.

Dresine pertencente à Refer a circular entre Porto/Contumil e
Rio Tinto. O sinal de fim da composição está colocado no início,
pois a máquina é que vai a empurrar as vagonetas.
Atinge a velocidade máxima de 45 Km/h., sendo conduzidas
lateralmente.


Uma dresine com a sua vagoneta acoplada e aparcada numa das linhas
de reserva da Estação Ferroviária do Porto/Campanhã. Pertence à
empresa "Refer" (Redes Ferroviárias)!


Outra dresine, esta com duas vagonetas acopladas e aparcada
imediatamente a seguir à anterior.









Composição "sorefame" UTD prestes a iniciar a sua viagem até
à Estação do Peso da Régua, com ligação ao Pocinho.

Frontaria da Estação. Edifício magnânimo!
Otimamente conservado.

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28 de novembro de 2010

Comboios e material ferroviário

Todos sabemos que a sexta-feira é um dia útil, véspera de sábado (dia semi-útil) e antevéspera de domingo (dia não útil). Porém, para mim, qualquer dia - em que não chova - é útil para fazer fotografia ferroviária. Se poder ser acompanhado, tanto melhor...mas, de quando em vez, lá vou sozinho para a passagem pedonal da Quinta das Freiras, que pertence à freguesia de Rio Tinto, concelho de Gondomar.
Hoje assim aconteceu, mas também aconteceu trocar as voltas e ir para a Estação Ferroviária de São Gemil, no concelho da Maia e que é a confluência das linhas de Leixões (tanto de mercadorias, com início em Porto/Contumil; como de passageiros, esta apenas entre Ermesinde - Valongo - e Leça do Balio - Matosinhos.
Como me lá encontrava sozinho, recebi um telefonema do meu camarada das lutas ferroviárias "el comadante" (j s trains) para ir ter com ele à Estação Ferroviária de Porto/Contumil, o que fiz com um redobrado gosto, visto que o trabalho, excecionalmente, para ele, hoje tinha acabado (afinal o trabalho também acaba...) Como eu tinha compromissos familiares cerca das onze horas regressei a casa, sendo que ele ficou até às treze horas.
Mais uma manhã passada no meio de balastro, de travessas e de linhas, com material circulante à mistura.
Apesar de algumas críticas à minha pouca habilidade fotográfica (que aliás reconheço de viva voz), apraz-me, uma vez mais, colocar ao dispor de todos aqueles que quiserem ter a "pachorra" de as ver, o fruto de uma manhã ferroviária (fotograficamente falando).
Teixeira da Silva, AJ
"wild texas" ou "chefe dos alfas" para o grupo dos três carolas!...



Locomotiva elétrica da marca "Alstrohm" rebocando alguns vagões
plataformas no sentido Sul/Norte.

Locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número 4719 que
reboca vagões de estilha, também no sentido Sul/Norte.



Outra "Alstrhom" que reboca vagões de estilha e ainda no mesmo sentido.

Uma "UDD" (unidade dupla diesel) com destino à Estação Ferroviária de
Valença (Linha do Minho)







Estação Ferroviária de São Gemil. É pena quando o Estado deixa chegar a este
estado de abandono os edifícios que foram pagos pelos dinheiros dos
contribuintes, seja de todos nós.
Esta estação com portas e janelas cimentadas, inclusivamente já ardeu! 



A fotografia não mente...Sentido Leça (do Balio).

Agora o invés...sentido para Ermesinde.

E eis que se aproxima uma composição afeta aos "comboios suburbanos
do Porto" com destino a Ermesinde.

Calço colocado na linha que interdita a passagem de qualquer
composição.

Parte afeta às composições de mercadorias.
Vista do viaduto sobre o qual passa a Avenida Dom Afonso
Henriques, artéria que liga a Areosa ao Alto da Maia.

Marco quílométrico indicando 1,6, distância iniciada em Porto/Contumil.
Encontra-se colocado bem no meio da Estação Ferroviária de São Gemil. 

Aparelho manual para mudança de linha, com o sinal indicativo de que,
a partir dali. não há catenária.

Estas composições param em todas. Neste caso, ia com destino a Leça do Balio
e saiu um passageiro.

E eis-nos em Porto/Contumil. Uma exceção à regra - ou não há regras
sem exceções - reconstrução de uma carruagem de madeira de passageiros
(compartimentada), como material histórico!

Marco quilómétrico 3 das Linhas do Douro e Minho que se iniciam
na Estação Ferroviária de Porto/São Bento.

Entrada em Porto/Contumil de um "intercidades" proveniente da
Estação Ferroviária de Guimarães (aqui nasceu Portugal...)

Passagem pela mesma estação de uma composição de vagões de estilha,
tracionada por uma locomotiva "Siemens" elétrica.













Vagão plataforma que serve para transportar sobre ele, material de via
métrica (reduzida). 

Entrada dos edifícios pertencentes à EMEF (Empresa Manutenção de Equipamento
Ferroviário) onde são efetuadas todo o tipo de reparações nos alfa-pendulares. 

Locomotiva eletrica da série "Alstrohn" que atravessou a estação, sózinha, e na sua
velocidade máxima. Desconheço o destino e o motivo de semelhante velocidade!

À saída da estação (no sentido de Rio Tinto), sinal de fim de manobras.

Uma "UTD" (unidade tripla diesel) com destino à Estação Ferroviária do
Peso da Régua (contumil e Rio Tinto non stop).




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25 de novembro de 2010

Estação Ferroviária de Leixões (só mercadorias)!

Para mim, as manhãs de terça-feira trazem-me algo de novo...Vou à procura de material ferroviário!
Depois de ter estado uma hora na passagem pedonal da Quinta das Freiras, entre as estações ferroviárias de Contumil (Porto) e Rio Tinto (Gondomar); nessa hora, além de várias UME (unidades múltiplas elétricas) para os mais diversos destinos, passou um alfa destinado a Guimarães, uma dresine de via larga, a máquina espalhadora de balastro do empreiteiro "Ferrovias", uma série 0600, outra da série 0450 e ainda um mercadorias formado por vinte vagões vazios, do tipo plataforma.
Depois como tinha de andar a "pedantes" por via do meu "colesterol" e "sistema nervoso", desloquei-me para a marginal matosinhense, não sem antes ter parado por meia-hora na estação em timbre, onde fotografei variadíssimos tipos de vagões de mercadorias e três locomotivas que por lá andavam em manobras. Afinal entrar na parte reservada é mais simples do que eu pensava - os milagres da credencial.
Assim, proponho-me compartilhar convosco a "produção" de hoje, dia 23.
O "wild texas" ou também "chefe dos alfas"
Teixeira da Silva, AJ

Estação ferroviária de Leixões (só mercadorias)



     Máquima de espalhar balastro do empreiteiro "Ferrovias", que passou no
sentido Norte/Sul. 

Locomotiva elétrica da marca "Siemens" com o número 4710 que
rebocava vinte vagões, tipo plataforma, vazios.
Passou no sentido de Sul/Norte.

Uma "UTD" (unidade tripla diesel) da série "Sorefame", tipo 0600
com destino à Estação do Peso da Régua.

A surpresa do dia...Dresine de via e obras que circulou no
sentido de Sul/Norte. A condução é feita lateralmente.

Uma "UDD" (unidade dupla diesel) que provinha da Linha do Minho,
mais concretamente de Valença. 

Um Alfa Pendular proveniente de Lisboa (Santa Apolónia).

Como não quero ser mentiroso (como alguém...) aí está a prova!
Estação Ferroviária de Leixões (só para mercadorias).

Esta estação chegou a ser contemplada com vários prémios; pelo menos dois
primeiros e três segundos, como se depreende pelos aluzejos colocados
numa das laterais. (Estação melhor florida ou mais bem tratada a nível
de jardins).

Vagão do tipo "Tdgs" para transporte de produtos cerealíferos!

Série de vagões do tipo "Tdgs" a aguardar vez de serem carregados.
A foto foi tirada do alpendre da estação.

Toma de água que serviu para as "vaporosas" e que atualmente não tem
qualquer utilidade, encontrando-se já um pouco ferrugenta!

Vagão fechado do tipo "His" com as respetivas referências.

Série de vagões do tipo "Kbs", para transporte de toros de madeira
e que estavam em linha de resguardo, apresentando já alguns sinais
de abandono. Alguém na estação me informou  que estão a aguardar
vez de serem recuperados...(!) 

"C.F.E."- Caminhos de Ferro do Estado! Casa que serve de dormitório e que
apesar do seu aspeto ainda tem utilização.
Vagão plataforma da série "Lgs" que estava a aguardar (em conjunto com
outros) que fosse carregado com contentores.

Vagão fechado de rodados duplos e abertura lateral, da série "Habiss" e
pertencente à  operadora espanhola "Renfe-Mercadorias".
Continuam as pichagens no material ferroviário...

Depósito de água que pertence à "Unidade de Transportes de Mercadorias
e Logística" da CP. (Nome pomposo...para um simples depósito de água)

Vagão "porta-contentores" da série "Sgmms" e respetivas caraterísticas!

Vista parcial dos vagões porta-contentores da mesma série do anterior.

Os novos vagões plataforma da série "Sgnss", pertencentes à CPCarga
e que foram fabricados na EMEF (Empresa de Manutenção de
Equipamento Ferroviário) do Entromcamento.

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