Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

10 de janeiro de 2011

Escapadinha rápida...

Como a boa vida também desgasta e o desgaste provoca a erosão, na falta de companhia, vou delirando sózinho! Pois bem, um destes dias de manhã, resolvi dar uma escapadela à Estação Ferroviária de São Gemil, que pertence ao concelho da Maia.
Esta estação que se encontra encerrada e emparedada, até já ardeu, mas isso são águas passadas! A estação é servida pelos comboios suburbanos do Porto que fazem a Linha de Leixões (estando já condenada ao seu encerramento); entre as Estações Ferroviárias de Ermesinde (concelho de Valongo) e de Leça do Balio (concelho de Matosinhos e atual termo da linha, para passageiros). Esta linha encontra-se eletrificada, é de bitola larga, mas de via única.
É também a confluência dos comboios de mercadorias provenientes e com destino à Estação Ferroviária de Leixões (que serve o porto do mesmo nome), sendo que neste caso o início se verifica na Estação Ferroviária do Porto/Contumil.
Foram apenas uns minutos e umas escassas fotos, que servirão para recordação futura...
Teixeira da Silva, AJ

texasselvagem



Estação Ferroviária de São Gemil, completamente emparedada,
que pertence à Linha de Leixões. 

A "UTE" (unidade tripla elétrica) com o número 2264 que pertence
à unidade dos comboios urbanos do Porto, na confluência das
linhas de passageiros e mercadorias daquela estação.
Na altura da foto a composição circulava vazia e apenas entrou uma
passageira com destino a Ermesinde.  Esta linha com o comprimento
de dezassete quilómetros é uma das que irá encerrar; devido à má
cordenação com os restantes transportes e ainda por nunca ter chegado
ao seu verdadeiro fim...Leixões (os passageiros só vão até Leça do
Balio)! 

A linha de reserva que servia o cais de mercadorias, na parte afeta
às composições de mercadorias. Salvo erro, não terá qualquer
serventia, mas encontra-se em razoável estado de conservação,
embora fechado a sete chaves. 

Telefone existente no cais afeto às mercadorias e cujas chaves estão
entregues aos tripulantes das composições. Apenas serve para
comunicações internas! 

Cruzamento de linhas na parte afeta aos passageiros. Será esta parte que
irá ser encerrada definitivamente, depois de se ter gasto alguns
(bastantes) euros na sua eletrificação e melhoramentos.

Os edifícios ferroviarios são propriedade da "Refer" (Redes
Ferroviárias). Pronto, eu cumpri, não entrei com a viatura; muito
embora o largo estivesse completamente franqueado!

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5 de janeiro de 2011

Estação Ferroviária de Águeda

Ano Novo, vida nova! Bem, no caso do grupo de os "três carolas", eu (texasselvagem), o "el comandante" (j s trains) e o "filósofo/historiador" (Cantinho dos Comboios), esta máxima não se aplica. Com efeito, começamos o ano como havíamos terminado o anterior - fazendo fotografia ferroviária. Mesmo sem credencial, fintamos a falta da mesma , deslocando-nos a Estações Ferroviárias que se encontrem encerradas, mas com circulação.
Foi isso mesmo que se fez hoje (dia 02) de manhã, cuja viagem teve como destino a cidade de Águeda, distrito de Aveiro.
A estação ferroviária de Águeda é uma interface do Ramal de Aveiro, sendo apenas servida pelos serviços regionais do operador CP - Comboios de Portugal. É a única ferrovia ainda em circulação de bitola métrica (linha estreita).
O Ramal de Aveiro - de que a referida estação faz parte integrante - foi concluído em Setembro de 1911. Em 1933, foi realizada, nesta estação, uma exposição de âmbito regional, no contexto do I Congresso Regional Ferroviário.
Este ramal encontra-se atualmente em funcionamento, sendo que o troço entre Aveiro e Águeda tem onze comboios diários, em cada sentido, dos quais dez seguem até Macinhata do Vouga (onde existe uma secção museológica) e desses, seis seguem até à última estação (Sernada do Vouga). Apenas um tem ligação com Espinho, podendo-se, assim, considerá-lo uma espécie de linha suburbana da cidade de Aveiro.
Na sua extensão existe o túnel de Eirol com setenta e quatro (74) metros e várias pontes, como a de Azurva com vinte e oito (28), a de Araújo com 14 (catorze), a do Rio Águeda com sessenta e quatro (64), a do Marnel com vinte e três (23) e a de Sernada com cento e setenta três (173) metros. Na sua paisagem pode-se admirar o Rio Vouga e a Pateira de Fermentelos.
Passando agora à viagem, como sempre, a concentração deu-se na Estação Ferroviária do Porto/Campanhã, para se apanhar o comboio "intercidades" a que correspondia a circulação número 620 com partida às 8h52, que nos transportou até à cidade de Aveiro. Aqui tomou-se lugar na UDD (unidade dupla diesel) da série 9600, que é o pior material circulante em linhas portuguesas (nem o símbolo da empresa é exibido nas composições). Neste ramal a velocidade máxima nunca ultrapassa os 50 quilómetros/hora. O regresso ao ponto de partida foi efectuado através de UME (unidade múltipla elétrica) a que correspondia a cirulação número 5110.
Mais uma manhã onde fomos atrás de comboios e que, enquanto o grupo se mantiver coeso e o tempo permitir, faremos todos os domingos.
Convém referir que Águeda é a terra natal do poeta Manuel Alegre, atual candidato à Presidência da República Portuguesa.
Teixeira da Silva, AJ

texasselvagem



A vaca que existe na saida que dá acesso às linhas de via métrica,
ou seja do Vale do Vouga. Encontra-se sob as plataforrnas ferroviárias! 

A dita vaca designa-se por "Urban Cow". Aí está a legenda com
o significado e o respetivo autor!

Estação Ferroviária de Aveiro. Linhas de via métrica (isto é, de
bitola de 1000 metros)  por onde circula - terminando a sua marcha -
o centenário "Vouginha".

E eis que chega uma composição de duas "UDD" (unidades duplas
diesel) da série 9600, que é o pior material circulante ao serviço do
operador ferroviário CP - Comboios de Portugal - e que fazem toda
a atual extensão da Linha do Vouga (Aveiro-Sernada-Espinho).

Cabine de condução da "UDD" que nos transportou de Aveiro
até Águeda (note-se que estas composições não possuem o
símbolo da CP). 

O gupo viajou a bordo da carruagem (automotora) com o número 039631-8

Paragem na estação de Eirol; vendo-se o início do único túnel existente
neste troço. Em todas as estações (que estão fechadas) o revisor tem
de sair do comboio e ir telefonar para a próxima estação, visto que a
circulação é efetuada em linha única.

Chegou-se ao destino. Estação ferroviária de Águeda, da linha do
Vouga, toda ela pertencente ao distrito de Aveiro.

Vista de Sul/Norte, isto é, de Águeda para Macinhata.
Como se verifica existem partes onde nem balastro há.
A estação possui duas linhas de circulação e uma de
reserva! 

E aí vai ela a caminho de Macinhata, após nos haver deixado apeados.
Por acaso fomos os únicos passageiros a sair nesta estação.

Vista parcial do cais de embarque dos passageiros. Como se verifica
"in loco" não há mesmo balastro (cascalho).

Placa em azulejos que se encontra colocada na fachada da Estação
que comemora os 75 anos da Linha do Vale Vouga, entre Sernada/
/Águeda/Aveiro. Tempos auspiciosos... 

O poeta Ferreira de Castro escreveu em 1928 que "para além de cada
túnel há sempre uma aguarela soberba". Placa comemorativa dos
cem anos da linha do "Vale do Vouga", colocada na fachada principal
do edifício e virada para o cais de embarque. Grande máxima...infelizmente
nos nossos dias, começa a rarear a força daquele verso.

Cais de mercadorias da Estação Ferroviária de Águeda, sem
qualquer utilidade, fechado a "sete chaves", mas bem conservado.

Ora é a isto que eu chamo um verdadeiro "fim de linha". Termo da linha
de resguardo.

Vária sinalização existente à saída da estação.
Um sinal de mudança de agulha manual, outro
para o maquinista "silvar" (fazer uso da buzina) e
o de velocidade máxima (50 Km/h.)

Frontaria da estação virada para o cais de embarque.
Estação encerrada, mas felizmente, em estado impecável!

Coitado, este relógio parou no tempo (dele)!
Também não existe ninguém que lhe possa
pô-lo a funciomar...

Frontaria da estação virada para o Largo exterior.
Atente-se no logotipo da "Refer" (Redes Ferroviárias)
proprietária dos edifícios.

A passagem do caminho-de-ferro do "Vale do Vouga" pela atual
cidade de Águeda, deve-se ao seu conde em 08 de Setembro de
MCMXI (1911, para quem não se lembra da numeração romana).
Agradeço esta foto ao meu camarada "el comandante".

Vista geral da estação tirada de um viaduto rodoviário
sob a via férrea. Continua a ser necessário algum
balastro...

Um marco do correio (à moda antiga) aposto na frontaria
exterior da estação ferroviária.

Marco que assinala o quilómetro 14,300 da linha.

Sempre pensei que os carris de ferro fossem paralelos(!)
Vista dos dois viadutos rodoviários que existem à entrada
e à saída da Estação.

Curva e contra-curva ao quilómetro 14 já a caminho da Estação de
Macinhata.


Cruzamento de duas composições na Estação. A do lado
esquerdo da foto foi a que nos trouxe e a que havia de
nos levar até Aveiro. O maquinista encontra-se no exterior
a falar com o colega.

Dá para ver o estado de abandono deste material circulante!

Apeadeiro de Oronhe que se situa na Rua Pau da Linha e é uma localidade
da freguesia de Espinhel, concelho de Águeda.

Apeadeiro de Casal d'Alvaro (é assim o verdadeiro nome) é uma
localidade que também pertence à freguesia de Espinhel.
Até ao início do século XIX foi vila e sede de concelho, juntanmente
com a atual freguesia a que pertence.
Já em 1801 tinha 1230 habitantes.

Estação de Eirol. Freguesia que já pertence ao aconcelho de Aveiro.
Tem de área 4,40 Km2 e em 2001, tinha uma população de 781 habitantes,
o que dá assim uma densidade de 177,50 hab/km2.

Apeadeiro e passagem de nível da Esgueira. A Esgueira é uma freguesia
do concelho de Aveiro com 17,72 Km2 de área e segundo  os censos de 2001
tinha 12262  habitantes, equivalendo a uma densidade populacional de
692 hab/km2. O seu santo padroeiro é o Santo André, sendo a freguesia mais
populosa do concelho de Aveiro,
Embora por comprovar, mas sendo altamente provável que aqui habita o
monstro lendário Adamastor. 

Composição "intercidades" que parou na Estação Ferroviária de
Aveiro, das mais lindas estações em termos pictóricos, através
das suas fachadas cobertas de azelejos fabricos pela antiga fábrica
Viúva Lamego. 

O "intercidades" era tracionado pela locomotiva elétrica da marca "Siemens"
com o número 5610.9

O nome da estação escrito em azulejos com fundo azul, aliás a côr
predominante nos restantes que cobrem as fachadas.

Painel de azulejos que representa a ponte sobre o Rio Águeda. Encontra-se
também na fachada principal desta Estação de Aveiro

Os meus dois camaradas das lides ferroviárias, a bordo da UME
(unidade múltipla elétrica) da série 3400, fazendo contas à vida!

Bem esta foi de mestre. Sou eu....pensando onde haverá mais comboios
para a próxima etapa! 


O melhor perfil do "el comandate", o amigo João Ribeiro da Silva. 

Para finalizar a viagem ainda deu tempo para esta foto a uma "UTD"
(unidade tripla diesel) da série "Camello, Espanhola" com o número
060M que provinmha do Porto/Sâo Bento e se destinava ao
Peso da Régua! Muito pessoal para entrar na composição.

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2 de janeiro de 2011

As últimas do ano de 2010

Como hoje é quinta-feira, é dia de feira cá no burgo. Assim o "wild texas" a quem também chamam
o "chefe dos alfas", resolveu levar a sua máquina fotográfica atrás das costas e fazer as últimas fotografias do ano de 2010.
Como tem prazer naquilo que faz, não gosta de guardar só para si, mas sim compartilhar convosco; aproveitando também o ensejo para fazer ardentes votos de que o NOVO ANO concretize em dobro todos os vossos desejos.

Teixeira da Silva, AJ

texasselvagem



Uma locomotiva "Bombardier", em pleno esforço de marcha,
tracionando um vagão cerealífero e vários plataforma, carregados com
sacos de adubo. 

Uma "UTD" (unidade tripla diesel) da série 0600, da "sorefame", que
inicou o seu trajeto em Porto/Campanhã, com destino ao Pocinho,
atual termo da Linha do Douro.

Outra "UTD", mas em sentido inverso, e que - infelizmentte - já
foi vítima dos "grafiteiros". Estas composições terminam a
marcha em Porto/Campanhã.

Comboio "alfa-pendular" em plena via, entre as estações do Porto/
/Contumil e Rio Tinto (Gondomar).

A locomotiva elétrica "Siemens" com o número 4701, tracionando
uma composição de vagões de estilha,  vazios, a caminho da
Estação das Devesas (Vila Nova de Gaia)(?).

O carro elétrico número 205, pertencente à STCP (Sociedade
de Transportes Colectivos do Porto) no Passeio Alegre (Foz
do Douro), termo da linha 1 que percorre toda a marginal ribeirinha
até ao Infante. 

Em sentido inverso o carro da mesma espécie com o número
213, sob a Ponte da Arrábida. Estes veículos possuem dois
"boggies" (rodados)  e são do tipo plataforma.

O barco turístico "Miradouro" prepara-se para voltar ao cais de origem
em Vila Nova de Gaia, após um passeio entre as seis pontes  do Porto.
Eles dão a volta na zona da Afurada, logo a seguir à Ponte da
Arrábida. 


O carro elétrico com o número 131 no termo da carreira 18, em Massarelos.
A linha 18 é a mais curta, pois faz apenas de Massarelos ao Carmo; isto é,
sobe a Rua da Restauração, atravessa a Cordoaria (Jardim) e termina
no Carmo, junto ao célebre "café Piolho". Na volta faz a Rua do Carmo,
contorna o Hospital de Santo António e regressa pela mesma Rua da
Restauração. 

Carro elétrico número 143 estacionado no Largo de Massarelos.
Estes veículos (amarelos) fazem um circuito turístico "T", que
coneça no Largo do Infante, percorre a zona ribeirinha até Massarelos,
tomando depois o circuito da anterior linha 18, com prolongamento
até à Praça da Batalha (Rua Augusto Rosa), em frente ao edifício
do Governo Civil do Porto, Assim, desce as Ruas da Assunção,
dos Clérigos, subindo a Rua Trinta e Um de Janeiro, torneando toda
a Praça da Batalha até ao Teatro Nacional de São João. Na volta o
itinerário é feito pelas Ruas de Santa Catarina, Passos Manuel,
atravessando a Praça Dom João I, Rua de Magalhães Lemos (Rivoli),
atravessa a Avenida dos Aliados, subindo a Rua de Ceuta, Rua José
Falcão e Praça dos Leões (em frente à Universidade). 

Material histórico existente numa das cocheiras do Museu do Carro
Elétrico que funciona na antiga Central Termo-elétrica de Massarelos.
Assim, vê-se a "zorra" de socorro com o nímero 76, veículo que
reboca os "elétricos" avariados ou acidentados. Ao lado o autocarro
da marca "Daimler" com o número 23, de matrícula CL-15-08, que foi
um dos que integrou a primeira encomenda de quarenta autocarros da
então "Companhia de Carris de Ferro do Porto". Estes veículos possuiam
o volante à inglesa, seja do lado direito.

Interior do cais de embarque de passageiros na Estação do Porto
(São Bento) que se situa na Praça Almeida Garrett.

Multidão (passageiros) das várias composições aparcadas na
referida estação, à hora de almoço de uma quinta-feira (véspera
do Dia de Natal).

Escuridão à vista. Embocadura do túnel Dom Carlos I que liga
a Estação referida à zona das Fontainhas, atravessando
grande parte da baixa portuense.

Vista geral dos cais de embarque (só passageiros), podendo ver-se vário
material "UME" (unidades múltiplas elétricas)  composições que
pertencem aos "comboios suburbanos do Porto" e são da série
3400. 

Entrada (ou saída, como quiserem) principal da Estação Ferroviária
do Porto/São Bento. O relógio mostra a hora exata da foto.

Paineis informativos existentes na Estação que é uma interface
com o Metro do Porto, STCP e táxis.

...A lealdade! Painel de azulejos que representa Egas Moniz (de corda
ao pescoço) apresentando-se ao Rei de Castela, juntamente com a
sua família, em virtude da quebra de uma promessa feita pelo seu
amo, o Rei Dom Afonso Henriques (é pena que a quebra da
lealdade nos tempos que correm não seja resolvida da mesma
forma). Lembremo-nos que o Rei de Castela, por semelhante
prova, poupou a vida a toda a família! Heróico...

Outro painel existente no átrio principal - tal como o anterior - que
representa mulheres a preparar castanhas para serem assadas.

Do exterior (Praça Almeida Garrett) para o interior do átrio da
Estação Ferroviária do Porto/São Bento, que se localiza
nos terrenos onde existia o Convento de Avé-Maria. 

Fachada lateral virada para a Rua do Loureiro. A estação além da Praça já referida,
desta Rua do Loureiro, tem ainda outra fachada lateral virada para a Rua da
Madeira.
Num dos antigos armazens de mercadorias, virados para esta Rua do
Loureiro, funciona uma seção do BSB (Batalhão de Sapadores Bombeiros). 

Fachada da casa (em recuperação) onde morou o grande escitor
ALEXANDRE HERCULANO (de Carvalho Araujo), na Rua do Corpo
da Guarda, freguesia da Sé.

Para terminar as linhas de carros elétricos existentes na cidade do
Porto, ainda faltava esta...A linha "22". Aqui está o veículo com
o número 218 no seu termo, a Rua Augusto Rosa (em frente ao
edifício do antigo Governo Civil) e faz o percurso Batalha/Carmo,
ligando toda a baixa portuense.

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