Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

11 de novembro de 2010

São Mamede de Infesta


São Mamede de Infesta é uma freguesia que pertence ao concelho de Matosinhos. Possui uma estação ferroviária da Linha de Leixões que permite cruzamentos de composições; muito embora a mesma se encontre concessionada a um grupo de "motards". É uma estação limpa, bonita com os seus azulejos bem conservados.
O material que por lá passa são os comboios de mercadorias e os de passageiros (as UTE) - unidades triplas eletricas - que fazem o trajeto entre a Estação de Leça do Balio (atual termo da Linha de Leixões para passageiros) e a Estação de Ermesinde (que é o respetivo início). Quanto aos comboios de mercadorias, a linha inicia-se na Estação de Contumil, Porto.
Leixões que significa pedregulho ou grande pedra é um porto marítimo (segundo mais importante da Península Ibérica) pertence à freguesia de Leça da Palmeira, do mesmo concelho e também possui uma estação ferroviária só para serviço de mercadorias que também é bastante rica em azulejaria, mas se encontra encerrada, não sendo passível de visita.
Na passada segunda-feira andei por esses meandros, na expetativa de encontrar material ferroviário para fotografar, o que, de fato, veio a acontecer - embora em pequena escala para os meus enormes desejos.
Teixeira da Silva, AJ

A aguardar cruzamento. Sentido Leça/Ermesinde.
Estas composições pertencem aos "suburbanos" do Porto.

Sentido inverso...Ermesinde/Leça!

Vista geral do edifício da Estação Ferroviária de São Mamede de Infesta.
Foi concessionada pela "Refer" ao grupo "motard" local!

Vista parcial dos azulejos que cobrem parte da frontaria daquela
estação, que se encontra muito bem conservada.

Manobras ferroviárias na doca 2 do Porto de Leixões...

...Agora já estamos na doca 1, onde uma locomotiva da série "1400"
manobrava vagões "UACS", cimenteiros.

O vagão da cauda...As manobras estavam a ser efetuadas em marcha à ré.

A locomotiva que rebocava era a número 1431, que se encontra afeta
à CPCarga e, por norma, encontra-se, quase sempre, aparcada
no terminal de contentores da Estação ferroviária de Leixões.

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9 de novembro de 2010

A Estação Ferroviária do Porto-São Bento



A Estação Ferroviária do Porto-São Bento situa-se na Praça Almeida Garrett, em plena baixa da "muy nobre, invicta e sempre leal cidade do Porto". É a estação terminal das linhas do Douro e Minho e possui seis linhas ferroviárias (já possuiu oito). É servida por três túneis, sendo que os dois laterais se fundem no principal que é chamado por "Dom Carlos I", por ter sido ele que procedeu à respetiva inauguração. Esses túneis atravassam grande parte da cidade, como por exemplo, a Batalha e parte das Fontainhas. Atualmente as composições que lá iniciam a marcha destinam-se a Penafiel e Caíde (linha do Douro); Ovar e Aveiro (linha do Norte); Santo Tirso e Braga (linha de Braga) e são formadas pelas célebres "amarelinhas" UTE (unidades múltiplas elétricas).
No local onde hoje existe esta estação, existiu o Convento de Avé-Maria que foi demolido, para a construção deste espaço ferroviário.
O átrio da estação é ricamente ornamentado por valiosos azulejos representado cenas históricas do nosso passado ou pelo início da ferrovia; sendo, por isso, talvez a estação mais fotografada do nosso país(?)

A arquitetura na sua estrutura é toda em ferro de uma beleza incomensurável. Presentemente estão a ser executados trabalhos de limpeza e manutenção dos azulejos existentes em todo o átrio. São aos milhares as pessoas que passam por esta infra-estrutura, quer como viajantes, quer como turistas.



Carro elétrico da linha 18 a aguardar mudança de sinal, em Massarelos

Carro elétrico quue faz o percurso turístico "T" do Infante/Massarelos/Batalha.
Enquanto os outros são da côr beje, estes são amarelos. 

Carro elétrico com o número 143  a aguardar cruzamento na Alfândega, faz
o percurso turístico "T", pela baixa portuense.

Ora cá temos uma "UME" estacionada em Porto-São Bento.

Um dos túneis laterais.

Pormenor da estrutura e cobertura dos cais de passageiros.

O túnel principal, onde desembocam os dois laterais.

Vista geral dos cais de embarque e parcial do material que lá se
encontrava estacionado.

O túnel principal denomina-se por Dom Carlos I, por ter
sido ele que procedeu à inauguração desta estação.
À direita da foto o posto de comando!

A tara e a carga máxima das "UME" afetas à região Norte.
As "UME" foram fabricadas pela "Sorefame" com tecnologia "Siemens"  e datam já
do ano de 2003.

Em cada lateral foram retiradas duas linhas (uma em cada), pelo que a
Estação em vez de oito passou a ficar apenas com seis linhas.

A cabine de condução das "UME", que podem circular em duplas.

Relógio existente na saida do cais de embarque para o hall da estação.

Painel de azulejos que representa Egas Moniz (o aio de Dom Afonso
Henriques) a apresentar-se ao Rei de Castela com a sua família e de
corda ao pescoço, pelo facto de o seu amo não ter cumprido uma
promessa...Se hoje também fosse assim, a fidelidade(?)

No teto do átrio da estação a palavra "Douro" (início daquela linha).
Note-se que naquele tempo não existia a letra "U" que era substituida
pela letra "V", embora a fonética fosse a mesma. 

Na parte oposta a palavra "Minho", início da respetiva linha.

Se meterem uma moedinha de UM EURO ela apita e anda.
Encontra-se num átrio lateral virado para a Rua do Loureiro.

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4 de novembro de 2010

Vila Meã...terra amarantina, cheia de beleza e de encantos mil!

Com efeito, a vila de Vila Meã engloba as freguesias de Ataíde, Oliveira e Real e também Mancelos e Travanca; proveio do extinto concelho de Santa Cruz de Riba-Tâmega, pertencendo ao concelho de Amarante, embora fique no extremo com o de Penafiel.
Possui corporação de bombeiros, posto da Guarda Nacional República (GNR), posto de distribuição postal (código 4605), além de um pavilhão polidesportivo, uma equipa de futebol que milita na 3ª. divisão, série B (o Atlético Clube de Vila Meã), com Estádio Municipal e Piscina, três dependências bancárias, duas farmácias, dois postos de abastecimento de combustível; sendo que o seu comércio e indústria são bastante dinamizadores.
A nível ferroviário é servida pela Linha do Douro, tendo uma estação na freguesia de Ataíde e um apeadeiro na freguesia de Oliveira.
Toda a vila está em franco progresso, sendo de realçar as obras feitas por conta da "Refer" (Rede Ferroviária Nacional), como sendo a supressão de uma passagem de nível e a construção das respetivas variantes. No plano de solidariedade encontra-se prestes a abrir a "Associação Emília da Conceição Babo" que irá dar apoio às pessoas mais carenciadas.
A nível escolar possui um Externato (de Vila Meã) onde é ministrado o ensino até ao secundário; tem também jardim de infância e escola primária.
Anexa à Igreja Matriz possui a Casa Mortuária e o salão paroquial onde se ministra a catequese e que serve outros fins (nomeadamente ensaios do Grupo de Cavaquinhos de Vila Meã), Por último na freguesia de Oliveira, encontra-se a sede do Rancho Folclórico de Santa Cruz de Riba Tâmega que tem levado os seus pergaminhos a todo o território nacional e até além fronteiras.
O presidente da principal Junta da vila (freguesia de Ataíde) é o meu particular amigo Senhor Lino Macedo, bancário de profissão, a quem peço - com a devida vénia - autorização para colocar não só este texto, como também as imagens que fiz um pouco alienatoriamente.

Ainda em complemento do texto anterior a vila encontra-se servida para as principais cidades (Porto, Amarante, Felgueiras e outras), assim como a nível interno pelos "Autocarros da Valpi".
A nível rodovário é servida pelas auto-estradas (A4, Porto/Amarante/Vila Real; A7, Guimarães/Fafe e A42, Felgueiras, Lousada/ Paços de Ferreira) e ainda pela Estrada Nacional 15, a conhecidíssima e perigosa antiga Porto/Lixa/Amarante, atravessando toda a Serra do Marão.

Não sei porque gosto tanto desta terra...QUE NÃO É MINHA! Consorciei-me com a mais bela "sereia amarantina" na Igreja Paroquial de Ataíde no já longíquo 19 de Outubro de 1985, pelo ainda atual pároco Padre Avelino Alves, coadjuvado pelo amigo da família e redentorista Padre António Mendes, ambos felizmente ainda vivos e a quem agradeço de viva alma, o "bichinho" que me ficou enraizado pela GRANDE VILA MEÃ!!!!!!!!!!!!!!!!


Centro Cívico "Raimundo de Magalhães".
É polivalente, pois serve para cinema, teatro ou reuniões. 


Vista da entrada na Estação tirada pelos lados da freguesia de Real.
Velocidade máxima ferroviária permitida de 80 quilómetros/hora.

Passagem de nível de Real, com o Centro Cívico em grande plano!
Esta passagem também devia ter sido suprimida, mas...acabou-se
o dinheiro . Tem barreiras de proteção e sinais luminosos.

Estátua de homenagem a Raimundo de Magalhães, grande benfeitor e mecenas.

Agulha manual de mudança de linha.
A estação permite cruzamentos e ainda possui uma linha de resguardo.
Ao fundo vista parcial da freguesia de Real.

Uma toma de água para as antigas locomotivas a vapor.
Sem funcionamento, mas mais ou menos bem conservada.

Cais de embarque ferroviário.
Fotografia tirada de Norte para Sul, vendo-se as duas
linhas.

Uma "UTD" (unidade tripla diesel) da série 0600 que parou na Estação e
que provinha do Porto com destino à Régua.

...E aí vai a composição cuja próxima paragem será em Caldas de Canaveses/Livração (?)

O gabinete do "big boss" ferroviário, mas apenas nos dias úteis!

Placa referente aos melhoramentos efetuados(?) colocada
na fachada virada para o cais de embarque.

As caraterísticas retretes. É este o verdadeiro nome,
Lado dos cavalheiros devidamente franqueado.

As mesmas do lado das "cavalheiras", fechadas por via das "surpresas"...

A linha de reserva com os calços de paragem no final.

Segmentos de linha existentes à entrada do cais de mercadorias, que
serviam para as vagonetas deslizarem sobre eles!

Vista geral do cais de mercadorias, hoje sem qualquer utilidade.

Vista geral da Estação Ferroviária de Vila Meã, tirada de Norte para Sul. 

Neste dia ainda se tinham esquecido de atrasar o relógio que funciona
na perfeição.

Sede da "Associção Emília da Conceição Babo" para apoio a pessoas carenciadas.

Placa com a maquete do edifício

Referência à firma construtora e também ao custo e comparticipação final. 

A passagem de nível que foi suprimida e que agora
serve exclusivamente para a travessia de peões.

Edifício onde funciona a estação dos Correios (CTT) cujo código
de distribuição postal é o 4605.
Situa-se no número 627 da Rua Cinco de Outubro.

Placa onde consta as beneficiações que iriam ser efectuadas, com o respetivo custo e comparticipação estatal
Ficou mais de metade por fazer, devido à crise e consequente falta de verbas.

A nova variante à passagem de nível suprimida.
Seguindo em frente ir-se-á ter acesso ao novo
quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários
de Vila Meã. À direita acesso ao Largo da Feira, Externato,
Escola Primária, Igreja Matriz, Cemitério, etc.  

Outra perspetiva da nova variante, vendo-se com maior pormenor
o acesso à direita.


O viaduto da variante, sendo que a ferroviária circula por cima.

Conjunto de todas as fotos efetuadas no dia 01 do corrente.

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