Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

11 de outubro de 2010

Estação da Pampilhosa - 2

Será que alguém perdeu tantos parafusos?
Eu não fui! Juro que já lá estavam, quando por lá passei!  

Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz, via Cantanhede.
Sem circulação para manutenção(?).
Via única e não eletrificada.

Sinal luminoso M32. Como estava vermelho eu tive de parar...

Curiosa forma de assinalar o fim-de-linha. Bandeira vermelha
tem de parar mesmo, pois não há mais carril!

Isto já chegou a ser uma rotunda para locomotivas.
Atualmente nada mais é...que um fosso.

Velocidade máxima permitida é de 50 Km/h (era...)
Hoje é zero, pois o ramal não tem circulação.

Passagem de nível, sem barreiras, sem guardas nem sinais luminosos...
Também para quê? O ramal já não tem circulação há um ano.

O ramal que ligaria Pampilhosa à Figueira da Foz, passando por Cantanhede
era de via única e servido por material a diesel.
Fechou para manutenção(?)

Ao fundo um "intercidades" provindo de Lisboa e com destino à Guarda
(linha das Beiras)

Um "intercidades" dando entrada na estação da Pampilhosa.
(Linha do Norte).
O camarada Luís "el gringo" faz a foto para a posterioridade!

Vagão da série "Facs", na altura sem serviço e vazio.

Uma locomotiva da série "1400" toda grafitada (façam isto nas paredes dos vossos quartos...)

Vagão fechado para transporte de mercadorias diversas e
pertencente à espanhola "Transfesa".

Vagão da série "Klmps" para transporte de toros de madeira.
Estava pintado e revisto de novo.

Vagão de rodados duplos, fechado e pertencente à espanhola "Comsa"

As caraterísticas e referências do vagão espanhol da foto seguinte.

Vagão do tipo "Laagrss" de operador espanhol.

Vagão de transporte de inertes, que se encontrava vazio e pertencente
ao operador espanhol "Transfesa"

Vagão que se encontrava vazio, mas pintado e revisto de novo,
pertencente à CPCarga.

Ora muita atenção! Vamos lá cumprir as regras de segurança.

Grande plano da frontaria da estação ferroviária da Pampilhosa,
na parte afeta à Linha das Beiras.
Tudo muito bem conservado. Parabens!

Material que já está no fim de vida e por isso se encontra
em linha de reserva (ou refúgio).

Serve o que está escrito na legenda da foto anterior.
Exceção feita à locomotiva "Bombardier" da série 1950.

Placa existente numa antiga catrruagem de passageiros que
aguarda o camartelo.

Um "intercidades" com destino à Capital das Beiras.
Nota-se parte do viaduto pedonal que atravessa a estação.

Placas que se colocam nas carruagens do "intercidades" e que indicam o trajeto.
Início e fim (neste caso, Lisboa/Guarda/Lisboa).

E eis-nos chegados à Estação ferroviária de Aveiro.
Das mais belas estações em termos de azulejaria, como podem
verificar na sua frontaria.

Mais azulejos comemorativos de várias efemérides na frontaria da mesma
estação de Aveiro.

Até nos pisos superiores existem azulejos na parte virada para o cais.

Está a dar entrada na linha 8 a composição que termina a sua marcha
e que provem de Sernada do Vouga, via Macinhata (via métrica)

A "UDD" (unidade dupla diesel) de via métrica (linha do Vouga)

O pior material em circulação ao serviço da CPPassageiros.
Tão mau que nem logótipo existe nestas composições. 

Uma "UME" (unidade múltipla elétrica) que termina a sua marcha.

E eis que se aproxima o "intercidades" que nos devolveria ao destino, com doze minutos de atraso.

Por ironia do destino, a locomotiva denominava-se por...
"Pampilhosa".

Feita a prova da afirmação anterior!
Chegada ao ponto de retorno!

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9 de outubro de 2010

Estação da Pampilhosa - 1

Como nenhum dos elementos do trio é pró-monárquico e já sabemos as nossas convições republicanas, aproveitou-se o dia 05 de Outubro para fazermos uma viagem áquela vila e aumentarmos o nosso espólio fotográfico.
Assim, o "el comandante" (j s trains), o "filósofo" ou "el gringo" (cantinho dos comboios) e o "wild texas" ou "chefe dos alfas" (texasselvagem), madrugaram e cedo (6,40 h) reuniram-se no átrio da estação ferroviária do Porto/Campanhã (antiga estação do Pinheiro) para a bordo de um alfa pendular se dirigirem a Aveiro, onde tomaram um regional com destino à Pampilhosa (não confundir com Pampilhosa da Serra ou Pampilhosa do Botão).
A "nossa" Pampilhosa trata-se de uma vila e freguesia que integra o concelho da Mealhada e que possui cerca de 4220 (quatro mil,duzentos e vinte) habitantes. Foi um importantíssimo centro industrial cerâmico no início do século XX; no entanto a indústria do barro extinguiu-se , quase por completo, e das grandes fábricas de outrora, nos nossos dias apenas subsistem ruínas.
No entanto, e ferroviariamente continua a ser um centro nevrálgico de composições de passageiros (regionais , intercidades e alfas), mas, e fulcralmente de mercadorias, por nessa estação se cruzarem as linhas do Norte (Porto/Lisboa), da Beira Alta (Pampilhosa/Vilar Formoso) e também o Ramal da Figueira da Foz (Pampilhosa/Figueira da Foz, via Cantanhede), embora este esteja encerrado a todo o tráfego (temporariamente(?) para manutenção).
À semelhança da maior parte das estações ferroviárias, esta não é exceção e situa-se na Rua da Estação; possuindo um viaduto superior pedonal em toda a sua extensão, a fim de se evitarem o atravessamento das inúmeras linhas ferroviárias.
Foram cerca de três horas que por entre trilhos, vagões, carruagens e outro material ferroviário, se fotografou tudo o que nos interessava, com a simpática anuência do digno chefe da estação, a quem o grupo apresenta os sinceros agradecimentos pelas facilidades concedidas. Como todos tínhamos as respetivas "namoradas" à espera para o almoço, houve que apanhar um "regional" proveniente de Coimbra até Aveiro, onde o "intercidades" nos trouxe ao ponto de partida (embora com um ligeiro atraso de doze minutos).
E foi mais uma manhã que valeu por uma semana.
O elemento do grupo,
Teixeira da Silva, AJ




O interior da carruagem do "Alfa" que nos levou de Porto/Campanhã até
Aveiro (city)

O "el comandante" no seu devido lugar, verificando se está tudo em
boa ordem!

Aveiro (city) "by night", com a frente do "alfa pendular" que
transportou o grupo dos três carolas!

Aveiro's station by night; vendo-se o "regional " até Coimbra
(cidade dos estudantes).


A "UTE" que nos levou de Aveiro até à Pampilhosa, com o número 2244.
Estas "unidades triplas elétricas" são popularmente conhecidas
por "Lili Caneças", pois resultarem de recuperação de
material muito mais antigo.

Vista parcial do edifício da estação ferroviária de Sangalhos, freguesia
pertencente ao concelho de Anadia.

Vista parcial da estação ferroviária da Curia. Conhecida estância termal
que pertence à freguesia de Tamengos do mesmo concelho de Anadia.

E eis-nos chegados ao destino (Pampilhosa).

Primeiro material ferroviário, sem utilização aparente, que se encontra
numa linha de reserva.

Antiga carruagem do comboio foguete que aguarda vez
de desmantelamento. Vai servindo para as  "borradelas" da praxe.

Locomotiva "Bombardier" com o número 1971, no seu
período de descanço.

A locomotiva 5629-9 também no seu período de descanço e...

...e acoplada à número 4711, ambas a aguardar por serviço!

Vagão de mercadorias do tipo "His" que não me parece que irá serviço tão cedo,
uma vez que se encontra no fim de uma linha de resguardo.

Vista parcial da estação tirada de cima do viaduto pedonal e de Sul para o Norte.
O edifício ao fundo (tipo torre de controle) é a espinha dorsal de todo o movimento
ferroviário  abrangido por esta estação.

As linhas do lado esquerdo da foto são as do Norte (Porto/Lisboa) e as do
lado direito as das Beiras (Pampilhosa/Vilar Formoso).

O amigo Luís faz a foto áquela que já foi uma das maiores empregadoras e hoje
apenas são ruinas...A Cerâmica Progresso da Pampilhosa.
Nota-se uma fileira de vagões pintados de verde e para transporte de madeiras.

Grande plano do edifício da estação, tirado de cima
do viaduto pedonal que atravessa todas as linhas.

Como já foi dito, para o lado direito "Linha das Beiras"...

...para o lado esquerdo Linha do Norte.

O edifício dos lavabos (antigamente eram as retretes).
Vê-se também a "torre de controle", não do movimento aéreo, mas sim
do ferroviário.

Vagão adaptado ao apoio às catenárias e pertencente à "Refer".

O vagão do tipo "Us" ainda com as referências da CP., mas que pertence
à "Refer" e adapatado ao apoio das catenárias.

Marco quilométrico que se encontra bem no meio da estação,
na parte adstrita às linhas do Norte.

Três locomotivas "Alstrohm" que se encontravam estacionadas a aguardar
por algum trabalhinho. 

Vagão do tipo "Ealos" pronto a seguir...para a sucata.

A frente com a cabine de condução da locomotiva 4725, afecta à CPCarga
e que na altura andava em manobras!

Duas locomotivas, uma da marca "Alstrohm" e outra da série 4700,
esta cheia de "pichagens".

A tal locomotiva elétrica afecta à CPCarga, com o número 4725
em manobras.

Vagões do tipo "Ealos" que, na altura, se encontravam vazios.

Vagão plataforma do tipo "Rlps" vazio, em primeiro plano,

Locomotiva a vapor de três rodados motrizes.
Esta locomotiva já esteve exposta num largo público da vila.

Vista lateral da referida locomotiva com o "tender" acoplado.

Vista traseira do tender.

Edifício que servia de habitação ao sub-chefe e agora serve
de esconderijo a meia dúzia de gatos. Património a perder-se, é pena!

Mais vagões do tipo "Ealos", vazios.

Voltando à "loco" a vapor a mesma pertencia aos Caminhos-de-Ferro da
Beira Alta e tinha o número 61.  

Ora aí vai um "regional" proveniente de Coimbra e com
destino a Aveiro.

Vista da "cocheira" onde se encontra guardada a "loco" a vapor,
sem qualquer utilidade e longe dos olhares de quem por
lá passa...

Interior da loco a vapor, vendo-se a caldeira em primeiro plano,

Vista geral da cabine de condução da referida "vaporosa"

A fornalha da vaporosa...Imaginem o calor!

Em primeiro plano a toma de água (vaporosas) e ao fundo os dois
depósitos de água existentes na estação.

Fileira de vagões "porta-contentores".

O vagão da cauda. Luz vermelha acionada!

Um vagão da série "Gbms" pintado de novo e devidamente revisto.

Vagão da série "Tadgs" em fim de linha.

Esta série de vagões só pode circular com o teto
devidamente fechado e trancado!

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