Texas Selvagem - A. J. Teixeira. Com tecnologia do Blogger.

Pensamentos no SilvaTexas

9 de outubro de 2010

Estação da Pampilhosa - 1

Como nenhum dos elementos do trio é pró-monárquico e já sabemos as nossas convições republicanas, aproveitou-se o dia 05 de Outubro para fazermos uma viagem áquela vila e aumentarmos o nosso espólio fotográfico.
Assim, o "el comandante" (j s trains), o "filósofo" ou "el gringo" (cantinho dos comboios) e o "wild texas" ou "chefe dos alfas" (texasselvagem), madrugaram e cedo (6,40 h) reuniram-se no átrio da estação ferroviária do Porto/Campanhã (antiga estação do Pinheiro) para a bordo de um alfa pendular se dirigirem a Aveiro, onde tomaram um regional com destino à Pampilhosa (não confundir com Pampilhosa da Serra ou Pampilhosa do Botão).
A "nossa" Pampilhosa trata-se de uma vila e freguesia que integra o concelho da Mealhada e que possui cerca de 4220 (quatro mil,duzentos e vinte) habitantes. Foi um importantíssimo centro industrial cerâmico no início do século XX; no entanto a indústria do barro extinguiu-se , quase por completo, e das grandes fábricas de outrora, nos nossos dias apenas subsistem ruínas.
No entanto, e ferroviariamente continua a ser um centro nevrálgico de composições de passageiros (regionais , intercidades e alfas), mas, e fulcralmente de mercadorias, por nessa estação se cruzarem as linhas do Norte (Porto/Lisboa), da Beira Alta (Pampilhosa/Vilar Formoso) e também o Ramal da Figueira da Foz (Pampilhosa/Figueira da Foz, via Cantanhede), embora este esteja encerrado a todo o tráfego (temporariamente(?) para manutenção).
À semelhança da maior parte das estações ferroviárias, esta não é exceção e situa-se na Rua da Estação; possuindo um viaduto superior pedonal em toda a sua extensão, a fim de se evitarem o atravessamento das inúmeras linhas ferroviárias.
Foram cerca de três horas que por entre trilhos, vagões, carruagens e outro material ferroviário, se fotografou tudo o que nos interessava, com a simpática anuência do digno chefe da estação, a quem o grupo apresenta os sinceros agradecimentos pelas facilidades concedidas. Como todos tínhamos as respetivas "namoradas" à espera para o almoço, houve que apanhar um "regional" proveniente de Coimbra até Aveiro, onde o "intercidades" nos trouxe ao ponto de partida (embora com um ligeiro atraso de doze minutos).
E foi mais uma manhã que valeu por uma semana.
O elemento do grupo,
Teixeira da Silva, AJ




O interior da carruagem do "Alfa" que nos levou de Porto/Campanhã até
Aveiro (city)

O "el comandante" no seu devido lugar, verificando se está tudo em
boa ordem!

Aveiro (city) "by night", com a frente do "alfa pendular" que
transportou o grupo dos três carolas!

Aveiro's station by night; vendo-se o "regional " até Coimbra
(cidade dos estudantes).


A "UTE" que nos levou de Aveiro até à Pampilhosa, com o número 2244.
Estas "unidades triplas elétricas" são popularmente conhecidas
por "Lili Caneças", pois resultarem de recuperação de
material muito mais antigo.

Vista parcial do edifício da estação ferroviária de Sangalhos, freguesia
pertencente ao concelho de Anadia.

Vista parcial da estação ferroviária da Curia. Conhecida estância termal
que pertence à freguesia de Tamengos do mesmo concelho de Anadia.

E eis-nos chegados ao destino (Pampilhosa).

Primeiro material ferroviário, sem utilização aparente, que se encontra
numa linha de reserva.

Antiga carruagem do comboio foguete que aguarda vez
de desmantelamento. Vai servindo para as  "borradelas" da praxe.

Locomotiva "Bombardier" com o número 1971, no seu
período de descanço.

A locomotiva 5629-9 também no seu período de descanço e...

...e acoplada à número 4711, ambas a aguardar por serviço!

Vagão de mercadorias do tipo "His" que não me parece que irá serviço tão cedo,
uma vez que se encontra no fim de uma linha de resguardo.

Vista parcial da estação tirada de cima do viaduto pedonal e de Sul para o Norte.
O edifício ao fundo (tipo torre de controle) é a espinha dorsal de todo o movimento
ferroviário  abrangido por esta estação.

As linhas do lado esquerdo da foto são as do Norte (Porto/Lisboa) e as do
lado direito as das Beiras (Pampilhosa/Vilar Formoso).

O amigo Luís faz a foto áquela que já foi uma das maiores empregadoras e hoje
apenas são ruinas...A Cerâmica Progresso da Pampilhosa.
Nota-se uma fileira de vagões pintados de verde e para transporte de madeiras.

Grande plano do edifício da estação, tirado de cima
do viaduto pedonal que atravessa todas as linhas.

Como já foi dito, para o lado direito "Linha das Beiras"...

...para o lado esquerdo Linha do Norte.

O edifício dos lavabos (antigamente eram as retretes).
Vê-se também a "torre de controle", não do movimento aéreo, mas sim
do ferroviário.

Vagão adaptado ao apoio às catenárias e pertencente à "Refer".

O vagão do tipo "Us" ainda com as referências da CP., mas que pertence
à "Refer" e adapatado ao apoio das catenárias.

Marco quilométrico que se encontra bem no meio da estação,
na parte adstrita às linhas do Norte.

Três locomotivas "Alstrohm" que se encontravam estacionadas a aguardar
por algum trabalhinho. 

Vagão do tipo "Ealos" pronto a seguir...para a sucata.

A frente com a cabine de condução da locomotiva 4725, afecta à CPCarga
e que na altura andava em manobras!

Duas locomotivas, uma da marca "Alstrohm" e outra da série 4700,
esta cheia de "pichagens".

A tal locomotiva elétrica afecta à CPCarga, com o número 4725
em manobras.

Vagões do tipo "Ealos" que, na altura, se encontravam vazios.

Vagão plataforma do tipo "Rlps" vazio, em primeiro plano,

Locomotiva a vapor de três rodados motrizes.
Esta locomotiva já esteve exposta num largo público da vila.

Vista lateral da referida locomotiva com o "tender" acoplado.

Vista traseira do tender.

Edifício que servia de habitação ao sub-chefe e agora serve
de esconderijo a meia dúzia de gatos. Património a perder-se, é pena!

Mais vagões do tipo "Ealos", vazios.

Voltando à "loco" a vapor a mesma pertencia aos Caminhos-de-Ferro da
Beira Alta e tinha o número 61.  

Ora aí vai um "regional" proveniente de Coimbra e com
destino a Aveiro.

Vista da "cocheira" onde se encontra guardada a "loco" a vapor,
sem qualquer utilidade e longe dos olhares de quem por
lá passa...

Interior da loco a vapor, vendo-se a caldeira em primeiro plano,

Vista geral da cabine de condução da referida "vaporosa"

A fornalha da vaporosa...Imaginem o calor!

Em primeiro plano a toma de água (vaporosas) e ao fundo os dois
depósitos de água existentes na estação.

Fileira de vagões "porta-contentores".

O vagão da cauda. Luz vermelha acionada!

Um vagão da série "Gbms" pintado de novo e devidamente revisto.

Vagão da série "Tadgs" em fim de linha.

Esta série de vagões só pode circular com o teto
devidamente fechado e trancado!

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22 de setembro de 2010

Os meandros de Contumil, com a EMEF à mistura!

* Foi no domingo passado (é assim que começa o fado da nossa saudosa Hermínia Silva)...bem, dizia eu, que foi na manhã do domingo passado que novamente os três "inseparáveis" pseudo-ferroviários, o "el comandante" (j s trains), o "el gringo ou filósofo" (cantinho/galeria dos comboios) e o "will texas ou chefe dos Alfas" (texasselvagem) tiveram mais uma sessão fotográfica na Estação de Contumil.
* A estação ferroviária de Contumil é a terceira estação do concelho do Porto (as outras são São Bento e Campanhã) e fica no extremo oriental da cidade, na freguesia de Campanhã, paredes-meias já com o concelho de Gondomar.
* Nela encontra-se situado o núcleo operacional do Porto da EMEF, pelo que lá não falta material...bom, assim-assim, mau e péssimo; além de ser servida pelas linhas do Norte, do Minho e de Leixões (só mercadorias).
* Como habitualmente foram três horas de sã camaradagem, algumas críticas ferroviárias, mas, e sobretudo, mais umas fotografias para o nosso espólio particular, com a respetiva autorização dos seguranças, atendendo ao fato de todos nos encontrarmos credenciados para o efeito.
* Aguardando com ansiedade a próxima reunião do trio, sou o "wild texas".


Máquina para venda do "andante" título usado na área metropolitana do Porto,
que depois tem de ser validado.

Como esta estação não tem presença física do chefe, existem estes pseudo-telefones
para se saber horários e atrasos das composições. Este, como a inagem demonstra,
estava (está?) fora de serviço!

Uma "UME" (unidade múltipla elétrica) que efectuou paragem e prossegue a sua
marcha até Caíde (d'el Rei).

Locomotiva a vapor em exposição e de três rodados motrizes.

Vista geral da locomotiva a vapor que se encontra exposta
ao ar livre, mas que não é visível por quem circula nas composições.

Vista completa da locomotiva com o respetivo tender acoplado.
O tender é uma espécie de vagoneta para transporte do carvão,
mas que integra o conjunto.


Duas gémeas, as números 2263 e 2264, vulgarmente apelidadas de "Lili
Caneças" no fim da linha, já na zona da Ranha.

Fila de carruagens "Schindler" que publicitam as várias marcas do vinho do Porto,
também no fim da linha, na mesma zona da Ranha.

Vários tipos de composições e carruagens no fim da linha, na zona da Ranha.

A atual coqueluche da CP. Os "Alfas Pendulares" e uma das máquinas que
rebocam os "intercidades". O amigo Luís passa a respetiva inspeção!

O "Alfa" com o número 4007, ainda por pintar na sua parte inferior (está toda branca),
quando o normal é em azul e vermelho. Sem garantir nada julgo ter sido esta que apanhou
um veículo "Audi" na passagem de nível do casino de Espinho, devido ao mesmo ter
ficado em plena via com as cancelas entretanto encerradas e motivado pela não fluidez do trânsito! 

Placa comemorativa dos melhoramentos efectuados pela "Refer" com a
ajuda dos fundos comunitários (lá teria de ser...)

O sistema de travagem sob os rodados de um "Alfa". Tecnologia italiana
exexcutada sob patente da "Fiat".

Interior de um furgão "bar" da sorefame, sem qualquer utilidade e que
aguarda pelo desmantelamento.

Esta foto foi tirada do interior final de uma carruagem "intercidades".

A frente da locomotiva elétrica número 5616-6 que reboca os "intercidades"

Vista lateral da mesma locomotiva, fazendo publicidade aos cem anos
do caminho-de-ferro. Durante esse tempo muita coisa mudou (mas para pior...)

Uma UDD da série 0450 em manobras.
(Unidade Dupla Diesel)


A UDD (Unidade Dupla Diesel)  número 0457 sem serviço.
Pormenor da cabine de condução.

A UTD (Unidade Tripla Diesel), com o número 084M e que foi alugada
pela CP a Espanha, para substituir as nossas UDD e UTD.
Pormenor da cabine de condução, vendo-se na frente
a respetiva buzina(s).

Vagão cisterna de rodados simples. Igual a este anda um acoplado
ao material histórico que até ao mês de Outubro faz o
trajeto do Peso da Régua ao Tua.

Interior de uma carruagem "Schindler" renovada!
Estofos em cabedal...um luxo para a época.
Estas carruagens já não fazem qualquer serviço comercial!

Vista parcial do material estacionado na estação.
O edifício ao fundo é a "torre de controle", isto é, o centro
nevrálgico de todas as operações da zona norte.

Máquina de apoio à catenária, pertencente à "Refer" que apenas
parou para abastecimento.

A mesma máquina vista de outro ângulo e mostrando a cabine
de condução. Por norma este material não se encontra nesta estação
mas sim em Ermesinde.

A cabine de condução de uma "UTD" da Sorefame que se encontrava
nas instalações de manutenção.

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