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17 de julho de 2016

Estação de Tramagal



* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE TRAMAGAL" é uma gare que se situa no ponto quilométrico (PK.) 129,502 da linha da Beira Baixa, sendo o acesso efetuado pela Rua Eduardo Duarte Ferreira, na vila homónima do concelho de Abrantes. É dotada de sala de espera com telefone público e servida pelas composições "regionais".
* Como curiosidade, diga-se que a localidade foi aldeia até 1986, pois apenas em 23 de agosto pela lei 28/86 é que subiu à atual categoria. Tem uma área de 24,10 quilómetros quadrados, sendo os seus habitantes 3500, pelo recenseamento do ano de 2011, equivalendo à densidade populacional de pouco mais de 145 habitantes/quilómetro quadrado. Era nesta vila que eram montadas as célebres viaturas militares (e não só) da marca "Berliet" a que se acrescentava Tramagal.
* É nesta estação que começa o pequeno ramal Tramagal/Somapre que se encontra afeto só a mercadorias e para esta unidade industrial.
* Em nossos dias possui duas vias de circulação com quinhentos e seis e quinhentos e vinte três metros de comprimento, sendo as plataformas de duzentos e cinquenta quatro metros de extensão e a altura de trinta e quarenta centímetros. Embora sem qualquer utilização possui uma linha de topo que serviu um pequeno cais de mercadorias.
* Esta infraestrutura integra o troço entre Santarém e Abrantes, pelo que foi inaugurada, como as demais, em 01.julho.1861, nessa altura ainda como pertencente à linha do Leste.

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Apeadeiro de Pereira

* O "APEADEIRO DE PEREIRA", a que a empresa ferroviária teima em manter a designação errada de "Pereira do Campo", é uma infraestrutura que se localiza na freguesia e vila de Pereira do concelho de Montemor-o-Velho, concretamente no ponto quilométrico (PK.) 203,318 da linha do Norte.
* Nesta gare fazem paragem as composições "regionais" e "suburbanas", encontrando-se dotada de acessos para deficientes em cadeiras de rodas e de elevadores, dado não ser possível o atravessamento das duas vias de circulação.
* Uma vez que integra o troço entre as estações de Soure e de Taveiro, foi inaugurada, como as demais, em 07.julho.1864. 
* A vila de Pereira possui a área de 12,96 quilómetros quadrados, tendo, pelo recenseamento do ano de 2011, 3265 habitantes em permanência, equivalendo à densidade populacional de quase 252 habitantes/quilómetro quadrado.
* Em determinada altura esta freguesia ficou afamada pelas suas queijadas e pelo seu convento feminino, que terá originado a primeira escola superior somente para mulheres (?)

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Estação de Vermoil

Por alguma confusão, associada a ignorância da minha parte, o nome desta gare prestou-se a um pedido de esclarecimento quanto à verdadeira pronúncia, tendo concluído que eu estava errado.

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE VERMOIL" é uma infraestrutura localizada na linha do Norte, ao ponto quilométrico (PK.) 161,232, que serve aquela freguesia do concelho de Pombal. Está dotada de rampa para deficientes em cadeiras de rodas e de uma praça de táxis. O acesso é efetuado pela Rua Marquês de Pombal. 
* Atualmente possui duas vias de circulação, ambas com o comprimento de seiscentos e noventa metros, tendo as plataformas a extensão de duzentos e trinta um metros e a altura de cinquenta e cinco centímetros. 
* A empresa "CP-COMBOIOS DE PORTUGAL" mantém em funcionamento um serviço diário de composições "regionais" que aqui fazem paragem, entre Coimbra e o Entroncamento. Por sua vez a "RODOVIÁRIA DO TEJO" mantem uma carreira interburbana com o termo em Vermoil e início em Leiria. 
* Uma vez que integra o troço daquela linha, entre o Entroncamento e Soure foi inaugurada,como as demais em 22 de maio de 1864. No ano de 1897 foi feita uma renovação completa da via por parte da então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses".

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Estação de Albergaria dos Doze

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALBERGARIA DOS DOZE", que inicialmente apenas se denominava por "Estação de Albergaria", é uma gare que se situa no ponto quilométrico (PK.) 149,293 da linha do Norte e que serve a extinta freguesia homónima do concelho de Pombal. O seu acesso é efetuado pelo largo da Estação. Está dotada de uma praça de táxis, de rampa de acesso a cadeiras de rodas e sala de espera com telefone público. Aqui efetuam paragem as composições "regionais".
* É a vigésima-primeira estação da linha do Norte (começa em Lisboa-Santa Apolónia) e do seu lado sul existe um túnel, terminado no ano de 1863, com a extensão de seiscentos e cinquenta nove (659) metros. No brasão desta localidade consta uma locomotiva a vapor o que reflete toda a importância ferroviária 
* No ano de 1914 o edifício foi ampliado com um novo piso. Já em 1935, um comboio especial fez uma paragem inesperada nesta estação para testar o sistema de travagem e abastecimento de água para a locomotiva.
* Como se integra no troço entre o Entroncamento e Soure, foi inaugurada, como as demais deste troço, em 22 de maio de 1864.
* Desde janeiro de 2011 possui três vias de circulação, com o comprimento de setecentos e  quarenta quatro, setecentos e vinte cinco e seiscentos e trinta nove metros, tendo as plataformas a extensão de duzentos e cinquenta cinco e duzentos e trinta quatro metros, com a altura de cinquenta e cinco centímetros.

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Estação de Paialvo-Porto da Lage

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PAIALVO-PORTO DA LAGE" é uma infraestrutura que se localiza na linha do Norte, concretamente no PK. (ponto quilométrico)  120,678 e que serve as localidades de Paialvo e Porto da Lage, ambas pertencentes ao concelho de Tomar. Aqui fazem paragem as composições "regionais" e encontra-se dotada de um parque de aparcamento auto gratuito, de telefone público, de acesso a cadeiras de rodas (rampa) e de uma praça de táxis (veículos de aluguer).
* A sua designação inicial era "Payalvo-Thomar".
* Integra o troço daquela linha entre as estações do Entroncamento e de Soure, tendo sido inaugurada em 22 de maio de 1864.
* Nos terrenos anexos à infraestrutura foram construídas no mês de Novembro de 1915, algumas casas que serviram de habitação ao pessoal deslocado e que estava afeto a esta gare.
* Possui três linhas de circulação, uma de reserva destinada a manobras e uma de topo.

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16 de julho de 2016

Apeadeiro de Formoselha

* O apeadeiro de "FORMOSELHA-SANTO VARÃO" é uma interface ferroviária da linha do Norte, na qual se situa no ponto quilométrico (PK.) 201,211. Serve as localidades de Formoselha e de Santo Varão ambas do concelho de Montemor-o-Velho. Esta designação oficial só existe desde o ano de 1962, pois anteriormente apenas era designado por "Formoselha".
* As composições que aqui fazem paragem são as "regionais" e as "suburbanas". A infraestrutura está dotada de rampa de acesso a cadeiras de rodas.
* Como se encontra integrada  no troço compreendido entre as estações de Soure e de Taveiro foi inaugurada em 07.julho.1864. 

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Estação da Lamarosa


* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LAMAROSA" é uma interface que serve a localidade homónima do concelho de Torres Novas e se situa, concretamente, no ponto quilométrico (PK.) 144,413 da linha do Norte, cujo acesso se faz pelo Largo da Estação. Nesta gare tem início o ramal de Tomar.
* A estação encontra-se dotada de parque de estacionamento gratuito, rampas de acesso a cadeiras de rodas, telefone público, elevadores e uma praça para dois veículos de táxi. As composições que aqui efetuam paragem são as "regionais".
* Atualmente é constituída por quatro vias de circulação cujos comprimentos variam entre os cento e quarenta nove e os oitocentos e dez metros, com as plataformas com extensões de duzentos e vinte e cento e quarenta cinco metros e a altura de noventa centímetros. Tem ainda uma linha de reserva, destinada a manobras e outra de topo.
* Como se encontra integrada no lanço entre as estações de Entroncamento e Soure foi inaugurada em 22 de maio de 1864.
* Como curiosidade se diga que o início do ramal de Tomar esteve projetado para a estação de Paialvo, mas por portarias de 15 de março de 1916 e 14 de maio de 1926, passou a ter o início, definitivamente, nesta infraestrutura. Este ramal é de construção muito posterior e apenas foi aberto à exploração comercial em 23 de setembro de 1928.
* Esta, atualmente extinta por agregação, freguesia já se denominou por "Santo Varão da Lamarosa" e chegou a pertencer ao extinto concelho de Tentúgal até 31 de dezembro de 1853. A povoação, em si mesma, tem a área de 16,28 quilómetros quadrados e pelo recenseamento do ano de 2011 era habitada, em regime de permanência, por 2069 pessoas, o que perfaz a densidade populacional de pouco mais de 127 habitantes/quilómetro quadrado.

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Apeadeiro de Vila Nova de Anços


* O "APEADEIRO DE VILA NOVA DE ANÇOS" é uma infraestrutura ferroviária que se localiza na freguesia homónima do concelho de Soure e fica situado no ponto quilométrico (PK.) 191,365 da linha do Norte. É servido pelas composições do tipo "regionais".
* Integra o troço daquela linha entre a estação de Soure e a de Taveiro que veio a ser inaugurado em 07 de julho de 1864. Tratando-se de um simples apeadeiro e não sendo permitido o atravessamento das duas linhas de circulação, encontra-se dotado de acesso para cadeiras de rodas e de um telefone público.
* A freguesia tem a área de 20,50 quilómetros quadrados e, segundo o recenseamento do ano de 2011, era habitada por 1113 pessoas em permanência, o que equivale à densidade de 54 habitantes/quilómetro quadrado. O orago da terra é a Nossa Senhora de Finisterra.

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Estação de Caxarias - Fátima (?)

* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CAXARIAS", (a que alguns "iluminados" acrescentaram "Fátima" por motivos pouco óbvios, mas que não são chamados para aqui) é uma gare de passageiros que se localiza na freguesia homónima do concelho de Ourém (ex-Vila Nova de Ourém). Nesta estação efetuam-se os serviços "regionais", "interregionais", "intercidades" e as composições internacionais "sud expresso" e "lusitânia comboio hotel". O acesso pelo largo da Estação, localizando-se em concreto no ponto quilométrico (139,011) da linha do Norte.
* Esta gare integra o troço entre o Entroncamento e Soure, que abriu à exploração comercial em 22 de maio de 1864, pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses".
* No mês de janeiro de 2011 foram iniciadas obras de manutenção da catenária dentro do espaço físico abrangido por esta infraestrutura, que vieram a ficar concluidas no decorrer do segundo trimestre de 2012.
* Desde janeiro de 2011 que possui três vias de circulação, tendo as primeiras duas o comprimento de seiscentos e setenta quatro metros e a restante setecentos e seis metros; a extensão das gares são de duzentos e cinquenta e cento e oitenta nove metros, com a altura de noventa centímetros.
* Na atualidade, e sem se poder considerar uma estação de primeira classe, ela encontra-se equipada como se o fosse. Tem bilheteira, caixa automático, sala de espera com televisão, casas de banho, acesso a cadeiras de rodas, elevadores, parque de estacionamento gratuito, praça de táxis e bar.  

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Apeadeiro de Seiça-Ourém


* O "APEADEIRO DE SEIÇA-OURÉM", é uma infraestrutura da linha do Norte que se situa na freguesia da Seiça concelho scalabitano de Vila Nova de Ourém, concretamente no ponto quilométrico (PK.) 132,514 e é servido pelas composições "regionais".
* Foi inaugurado em conjunto com o troço daquela linha entre as estações do Entroncamento e de Soure, em 22 de maio de 1864. À data da sua abertura ao público a designação era "Seissa-Ourem".
*  Atualmente está provido de telefone público, acesso a cadeiras de rodas, elevadores, um pequeno espaço de aparcamento automóvel gratuito e uma praça para dois táxis.  

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Estação de Chão de Maçãs - Fátima

Lateral do edifício ferroviário

Frontaria virada para as linhas de cikrculação

Elevador que serve o viaduto que atravessa as linhas 

Passagem de uma composição "alfa pendular" pela estação onde não tem paragem.
* A "ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CHÃO DE MAÇÃS-FÁTIMA", que inicialmente era denominada apenas por Chão de Maçãs e posteriormente veio-se-lhe a acrescentar "Fátima" é uma interface de passageiros da linha do Norte, onde se situa no ponto quilométrico (PK.) 114,413 e que se localiza na freguesia de Sabacheira do concelho nabantino (Tomar), que serve toda a população do concelho, dos concelhos vizinhos e ainda os milhares de turistas que anualmente por lá passam. Muito embora a estação detenha o nome "Fátima", a localidade fica a mais de vinte quilómetros daquela gare, mas sendo, ainda assim, a estação mais próxima.
* Contudo, em maio de 2012, com a abertura do IC9, junto a esta estação, no lugar do  Vale dos Ovos, esta passou a ser uma via privilegiada no acesso a Fátima, sendo a distância percorrida em menos de quinze minutos. 
* A estação é servida pelas composições "intercidades" e "regionais" e está equipada com posto público de telefone, de correios, casas de banho, elevadores, parque de estacionamento gratuito, acesso próprio a cadeiras de rodas, sala de espera e praça de táxis.
* A estação integra o troço entre o Entroncamento e Soure que veio a ser aberto à exploração em 22 de maio de 1864, pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses" e tem acesso pela Estrada Nacional (EN) 319, em cuja lateral se situa.
* No mês de Novembro de 1915 foram construídas casas destinadas a habitação do pessoal afeto a esta estação. Em 10 de julho de 1937 foi concedida a concessão de um serviço rodoviário de passageiros e mercadorias que ligava esta gare às localidades de Vila Nova de Ourém e Seiça. Como curiosidade, acrescente-se que no ano de 1939, uma composição especial que circulava entre Lisboa e Porto, para testar a marcha dos serviços rápidos, fez uma paragem inesperada dentro do espaço da estação.
* Em janeiro de 2011 iniciaram-se obras de manutenção da catenária no interior da estação, que vieram a ficar concluídas durante o primeiro trimestre de 2012.
* Atualmente  a infraestrutura possui quatro vias de circulação, cujos comprimentos vão desde duzentos e sessenta nove a trezentos e trinta oito metros, todas as plataformas possuem a extensão de trezentos e oito metros e noventa centímetros de altura. Fora estas comporta ainda, duas linhas de reserva e uma de topo.
* Por último deve-se assinalar que a operadora "Rodoviária do Tejo" (à parte a publicidade) estabelece carreiras de serviço interurbano com paragem nesta estação ferroviária e que servem:
a) - Abrantes-Tomar-Ourém-Nazaré;
b) - Abrantes-Tomar-Ourém-Leiria e em ambos os caos os veículos possuem a indicação de "Vale d'Ovos, Estação de Fátima".

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15 de julho de 2016

Apeadeiro de Fungalvaz


* O "APEADEIRO DE FUNGALVAZ" é um gare da linha do Norte, que serve a localidade homónima do concelho de Torres Novas. É servido pelas composições "regionais" que aqui fazem paragem, situando-se ao ponto quilométrico 125,240. O seu acesso efetua-se pela Rua dos Vales.
* A inauguração data de 23 de maio de 1955. Esta infraestrutura integra-se no troço entre as estações de Entroncamento e Soure, que abriu ao público em 22 de maio de 1864.
* O primeiro comboio que ali fez paragem foi o rápido da manhã e do qual desembarcaram o chefe da 4ª Circunscrição da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses -  Daniel Cohen - e o presidente de então da Câmara Municipal de Torres Novas - Alves Vieira. No meio de grande aglomeração de gente anónima, foram recebidos pelos representantes de então das Juntas de Freguesia de Assentiz e de Beselga. 

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Apeadeiro de Simões

* O "APEADEIRO DE SIMÕES" é uma gare ferroviária da linha do Norte, que serve a localidade homónima, no concelho de Soure. O acesso é feito pela Rua da Capela. Aqui fazem paragem as composições "regionais". Está equipado com telefone público e rampa de acesso a cadeiras de rodas.
* A situação concreta é ao ponto quilométrico 180,137 da referida linha do Norte, tendo sido inaugurado em 26 de novembro de 1953.
* Esta infraestrutura integra o troço entre as estações do Entroncamento e de Soure, que foi aberto à exploração em 22 de maio de 1864, pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses". Inicialmente, esta gare não existia no traçado, daí a sua inauguração se ter dado bastante mais tarde.
* A primeira composição que parou neste apeadeiro foi um comboio correio, tendo passado a ser servido, diariamente, pelas composições de passageiros com os números de circulação 221, 222 e 224.

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Apeadeiro de Espadaneira

* O "APEADEIRO DE ESPADANEIRA" é uma gare ferroviária da linha do Norte, que serve a localidade homónima do concelho de Coimbra. Esta infraestrutura foi inaugurada no ano de 1936. Aqui fazem paragem as composições "urbanas" e "suburbanas" e está equipada com rampas de acesso a cadeiras de rodas.
* Concretamente, este apeadeiro localiza-se no troço entre o apeadeiro de Taveiro e a estação de Estarreja que entrou em funcionamento no dia 10 de abril de 1864, pela então "Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses".
* Um diploma de 14 de fevereiro do Ministério das Obras Públicas e Comunicações ratificou o projeto do aviso ao público relativamente à abertura desta infraestrutura, que inicialmente se situada ao quilómetro 213,789 e agora se localiza no P.K. 213,800. 

NOTA: Fotografia do espólio do autor, tendo sido tirada do interior de uma composição regional numa breve paragem.

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8 de novembro de 2012

MUSEU FERROVIÁRIO DE LOUSADO

Locomotiva número 6, fabricada no ano de 1874, que
pertenceu à "Companhia do Porto à Póvoa de Varzim"
(PPV), de via métrica e três rodas motrizes. Foi batizada
com o nome de Póvoa de Varzim.

Vagoneta que deslizava sobre carris.

Já são raras, mas...ainda se encxontram algumas em estações.
Na Senhora da Hora, em Matosinhos elas estão lá.
Chapas que eram manuseadas através de um arame
e que indicavam os destinos das composições.

Não precisa explicar, basta ler o que está escrito!|

Diferentes tipos de máquinas, mas todas com aplicação na ferrovia
Forjas, cortantes, de carpintaria, de serralharia, etc.

Preparação de um tronco de madeira em ripas para
as linhas.

Candeeiro de pé e que era alimentado a petróleo iluminante
(cor rosa).
Saudosos os tempos em que as composições iam
a Duas Igrejas (linha do Sabor)!

Vista geral do edifício ferroviário de Lousado,
na parte voltada para o cais de embarque.


No exterior e sobre uma placa giratória, carcaça em
ferro de um vagão de mercadorias.



No exterior bomba de água em estado de nova.

A entrada principal do Museu dos Caminhos de
Ferro, em Lousado.

Transbordador (ou transportador) entre as várias
linhas que dão acesso ao museu.

Uma linha de topo e a parte lateral do museu.

A verdadeira guarda de passagem de nível, com a sua
farda. A antiga placa em granito do...páre, escute e
olhe!

Esta é de brincar, mas apeteceu-me dar uma volta!

Outro candeeiro, este de parede, que também era
iluminado a petróleo iluminante.

(Final da reportagem)                                                 ....////....

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7 de novembro de 2012

LOUSADO E O SEU MUSEU FERROVIÁRIO!

* LOUSADO é uma freguesia do concelho de Vila Nova de Famalicão, com a área de 5,61 quilómetros quadrados e, pelo recenseamento do ano de 2011, possui 4057 habitantes, o que equivale à densidade populacional de 723,20 habitantes/quilómetro quadrado.
* Além de ser um dos importantes centros ferroviários do país, foi nesta freguesia que nasceu o Cardeal Cerejeira (patriarca de Lisboa no tempo do Estado Novo).
* Existe uma lenda que terá dado origem ao nome da localidade. Nas estrada que ligava o Porto a Braga, existiria uma ponte romana - talvez onde hoje se situa a Ponte da Lagoncinha - que tinha um troço que estava empedrado com fragmentos de lousa - xisto. O povo começou a chamar a esse troço "o caminho enlousado". Com o decorrer dos tempos a palavra "enlousado" sofreu modificações que vieram a dar "lousado", que viria a ser o nome das terras por onde passava um caminho - que foi pertença do Mosteiro de Landim - que, por sua vez, formaria o topónimo da freguesia integrada no referido concelho.
* MUSEU FERROVIÁRIO DE LOUSADO está instalado nas antigas oficinas do Caminho-de-Ferro de Guimarães (CFG) - 1883/1927 - que constituem hoje um ícone a considerar no âmbito da arqueologia industrial portuguesa. Até ao seu encerramento, esta infraestrutura ferroviária servia as linhas de Guimarães e do Minho, que eram de bitolas diferentes (a primeira de via métrica e a segunda de via ibérica), sendo, portanto, uma via algaliada.
* Nesta secção museológica encontra-se em permanência uma mostra importante do acervo da CP - englobou oito distintas companhias entre os anos de 1885 até 1977 - incluindo quatro locomotivas a vapor, que encabeçam outros tantos comboios formados por tipologia.
* Aqui se encontra a mais antiga locomotiva a vapor de via estreita em Portugal, construida no ano de 1874 em Inglaterra, que convive com a carruagem hospital (posto médico) que homenageia o Doutor Egas Moniz, médico ferroviário, natural de Avanca (Estarreja) e galardoado com o Prémio Nobel da Medicina em 1949. O conjunto exibe, ainda, módulos especializados, tais como pontes-rolantes, máquinas e ferramentas para fabrico e reparações de peças, forja, carpintaria e serração. São várias as locomotivas em exposição (todas elas consideradas joias ferroviárias), tal como a locomotiva número 6 CFPPV (Caminhos de Ferro do Porto à Póvoa de Varzim), construida em 1874, no país de sua majestade britânica.
Lavatório ou lava mãos em pura faiança pintada
manualmente.

Carruagem de passageiros, apelidada de "napolitana"!

A carruagem posto-médico que homenageia o Doutor
Egas Moniz e que pertenceu à "Companhia dos Caminhos
de Ferro do Norte de Portugal".

Grua de fabrico inglês e que pertenceu às "Oficinas
da Boavista" da cidade do Porto.

Carruagem de passageiros de 3ª classe, construida
em madeira e com o sinal de termo de composição.

Dresine do modelo DPE 1.

Esta carruagem foi fabricada no ano de 1931, pela fábrica
italiana "Napoli", sendo um salão presidencial de 1ª
classe. 

Uma dedicatória especial ao amigo "bombeiral"
Alberto Guimarães.
Bomba braçal de incêndio.

Não é preciso legenda. Favor ler o aviso!

Parece um volante, mas é apenas o travão de estacionamento
(manual) e outros comandos. 

Automotora de fabrico português, motor
"Chevrolet", modelo CP ME 7, fabricada no ano de
1947 e que tinham apenas 1ª e 3ª classes. Funcionavam
a gasolina; porém, e de início, consumiam gasogénio  

Frontal da locomomotiva a vapor número 104 que
pertenceu à "Companhia dos Caminhos de Ferro do
Norte de Portugal".

Fabricada em Inglaterra pela sociedade Henschel & Sohn
no ano de 1931 e cujo número de fabrico corresponde ao
21878.

Dentro da cabine de condução daquela locomotiva.

Outra perspetiva da mesma cabine. Efetivamente a minha
permissão de conduzir não abrange estes veículos.

Locomotiva a vapor fabricada no ano de 1905,  de via
métrica e que pertenceu à companhia dos caminhos
de ferro do Porto à Póvoa e Famalicão (PPF).

Locomotiva a vapor número 6, fabricada em 1907, também
de via métrica e que pertenceu à sociedade "Caminhos de
Ferro de Guimarães (CFG).

Esta locomotiva foi batizada com o nome de "Soares
Velloso" que foi um dos percursores ferroviários.

Salão de direção "SEyf 5" construido no ano de 1931.

Vagão de via métrica e abas largas, fabricado no ano
de 1888 e que pertencia à CFG (Guimarães).

Vagão da série "Uhk" de transporte de materiais
líquidos.

No interior da carruagem de passageiros de 3ª classe.
Bancos em madeira, de um lado duplos e do outro
singelos.

Aqui já é a 1ª. classe. Os assentos são almofadados
por via das hemorróidas.

Uma pequena perspetiva do material em exposição.

Não precisa de legenda. É só ler a placa comemorativa.

Ora aqui temos a imponência de uma locomotiva a vapor
de via métrica, a E-144, fabricada no ano de 1931.
* A exposição de material circulante que está organizada cronologicamente, tem por objetivo dar a conhecer diversos tipos de comboios. O material cujo fabrico medeia de 1875 a 1965 é oriundo de oito companhias, tendo sido adquirido em seis paises a quinze construtores.
   
(continua...)                 .....///.....

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